Governo decide só vacinar grávidas com comorbidades, veta AstraZeneca e libera uso da CoronaVac e Pfizer

Agência diz que caso de trombose é um evento raro e mantém a recomendação para o uso da vacina conforme o previsto em bula. Imunizante não foi testado em grávidas na fase de pesquisa.

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (11) que a vacinação de grávidas e de puérperas no Brasil contra a Covid-19 será restrita somente às mulheres com comorbidades (doenças pré-existentes) e elas devem receber apenas as vacinas CoronaVac e Pfizer.

A determinação vale até que sejam concluídas as análises de um caso raro de morte de uma gestante de 35 anos por causa de um acidente vascular cerebral hemorrágico (AVC) que pode ter ligação com o uso da vacina AstraZeneca.

O óbito ainda está em investigação e, segundo o governo federal, ainda não está comprovado que a vacinação tenha causado a complicação na gestante.

“Esse caso está em fechamento, faltam alguns detalhes em relação a exames laboratoriais que estão em investigação para o fechamento conclusivo deste caso” – Franciele Francinato – Coordenadora do Programa Nacional de Imunizações
Antes dessa determinação, em 26 de abril, o ministério decidiu incluir todas as grávidas e puérperas (mulheres no período pós-parto) no grupo prioritário para receber a vacina contra a Covid-19. Em 15 de março, o governo já tinha incluído as gestantes com comorbidades.

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