Bolsonaro: ‘Exército é a garantia da nossa soberania e da Constituição’

Na cerimônia de comemoração aos 22 anos do Ministério da Defesa e de entrega da Ordem do Mérito da Defesa realizada no Clube do Exército, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (10) que o Exército é a “garantia da nossa soberania e da Constituição”. No entanto, a Constituição prevê que compete à União, aos estados e aos municípios zelar pelos princípios nela contidos, e, ao Supremo Tribunal Federal (STF) sua guarda.

O Exército é a garantia da nossa soberania e a garantia também da nossa Constituição. Temos um governo que joga estritamente dentro das quatro linhas da nossa Constituição. Isso é paz para todos. É sinal de harmonia, é sinal de progresso”, apontou.

Bolsonaro relatou ainda ter sido contrário à criação do Ministério da Defesa em 1999, defendeu que a pasta surgiu de imposição política e que o país sofreu a partir dali. Ele disse, porém, que a corporação “amadureceu”.

“Idos 1999, eu era parlamentar e participei da proposta de emenda à Constituição que criou a Defesa. Ela veio muito mais por uma imposição política do que por uma necessidade militar. Mas mesmo assim ela foi aprovada, sem muita discussão. Apenas três votos contrários à proposta se fizeram presentes naquele momento, entre eles o meu. E essa hora afirmativa minha se notou presente pelas filiações político partidárias que ocuparam a frente do MD, bem como nos cargos de livre provimento. Sofremos muito, eu não estava na ativa, mas acompanhei esse processo de amadurecimento”, acrescentou.

O chefe do Executivo ainda elogiou o ex-presidente Michel Temer, que, em sua gestão, colocou no comando da Defesa o general Silva e Luna, que hoje é presidente da Petrobras. “Graças a formação de seus homens, a Marinha, o Exército e a Aeronáutica resistiram firmes naquele momento. O tempo passou, chegamos no governo Temer e ele, pela primeira vez, resolveu colocar na Defesa, à frente do ministério, um oficial general de 4 estrelas, general Silva e Luna. E realmente esse amadurecimento começou-se a acelerar”.

“Chegou o nosso governo. Coloque o general Fernando Azevedo e, agora, o general Braga Neto à frente da Defesa. Obviamente, melhores coisas começaram a aparecer. O melhor entrosamento com a nossa Câmara e com o Senado, até porque, prezados (Rodrigo) Pacheco e (Arthur) Lira, nós pertencemos quase que ao mesmo poder. Nós trabalhamos juntos em harmonia e, quando isso acontece, todos ganham no Brasil”.

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