Agricultor é preso pela PF no Sertão de Pernambuco suspeito de comprar mercadoria roubada; levantamento também foi feito em Afogados da Ingazeira

Um agricultor de 44 anos, que não teve identidade divulgada, foi preso na última sexta-feira (3) pela Polícia Federal em Pernambuco, suspeito de receptar mercadoria roubada. Para a PF, o informou que todo o material foi adquirido pela quantia de R$ 240 mil entre os dias 25 e 26 de agosto.

De acordo com a PF, o homem é suspeito de ter receptado diversas cargas roubadas. A polícia realizou levantamentos nas cidades de Afogados da Ingazeira e Brejinho, onde parte da mercadoria roubada, como celulares e relógios, foi encontrada. A mercadoria estava escondida num comércio e na residência da esposa do suspeito, que ficam localizados na cidade de Brejinho.

Depois disso, a esposa do suspeito indicou outro armazém onde a polícia encontrou mais itens roubados. Estes teriam sido roubados em 12 de julho, em Paulo Afonso, na Bahia. Foram encontradas botas, produtos de beleza e higiene, além de diversos remédios de uso proibido sem as correspondentes notas fiscais. Também foram retidas inúmeras notas de bolívares venezuelanos, sem nenhum valor de mercado.

Diversos produtos que estavam em caminhões roubados em vários estados do Nordeste também foram encontrados durante as buscas. Dentre eles, encontravam-se móveis, produtos para construção civil, produtos de beleza e higiene, produtos de cozinha, livros e calçados.

Todo o material foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Federal em Salgueiro, onde o agricultor foi apresentado por seus advogados. Lá, ele foi autuado pelo crime de receptação qualificada, e caso seja condenado poderá pegar penas que variam entre 3 a 8 anos de reclusão. O suspeito passou pela audiência de custódia onde foi decretada sua prisão preventiva e em seguida foi encaminhado para a Cadeia Pública de Salgueiro, onde ficará à disposição da Justiça Federal.

Em seu interrogatório, ele disse que não sabia que os produtos eram roubados. De acordo com ele, todas as mercadorias teriam sido compradas de um vendedor, cuja identidade não foi revelada, que não teria entregue notas fiscais.

A esposa do agricultor foi ouvida em inquérito policial e em seguida liberada. Ela informou à polícia que jamais havia desconfiado que as mercadorias guardadas nos armazéns e em sua residência fossem produtos de roubo.

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