‘Feminejo’: expressão é utilizada pelo New York Times pela 1ª vez em obituário de Marília Mendonça

Marília Mendonça ser um dos grandes nomes da música brasileira não é nenhuma novidade. Nem mesmo sua ascensão disparada nos últimos anos. E, mesmo após seu falecimento, a cantora continua crescendo nos parâmetros de relevância. Desta vez, o jornal norte-americano The New York Times noticiou a morte da artista e utilizou pela primeira vez o termo “feminejo”.

O feminejo, que tem Marília como a maior expoente, é o gênero de música sertaneja cantado por mulheres. Outros nomes que se destacam no segmento são o das duplas Maiara e Maraisa e Simone e Simaria e o da cantora Naiara Azevedo.

O texto do Times New York Times explica a essência do segmento de acordo com o National Public Radio (NPR): “Sentimental ou não, suas canções oferecem uma perspectiva feminina que não foi muito ouvida na cultura machista do sertanejo, e isso fez de Mendonça a voz principal de um novo subgênero chamado ‘feminejo’ – música feita por e para mulheres.”

Além disso, o jornal norte-americano mostra a relevância de Marília. “Suas legiões de fãs encontraram poder nas letras de suas canções, que imploravam às mulheres que rejeitassem relacionamentos ruins e abusivos, e contava histórias de personagens imperfeitos. Ela ganhou o Grammy Latino de 2019 de melhor álbum de sertanejo por ‘Em Todos Os Cantos’.”

Também foram mencionados os números que certificam a cantora como um fenômeno nas redes sociais: 7,8 milhões de seguidores no Twitter, 22 milhões no Youtube e mais de 38 milhões no Instagram

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