Corpos são localizados 11 anos após explosão em mina de carvão na Nova Zelândia

Onze anos após uma explosão de metano que matou 29 trabalhadores em uma mina de carvão na Nova Zelândia, a polícia anunciou nesta quarta-feira (17) ter localizado os restos mortais de pelo menos duas vítimas.

O desastre da mina de carvão Pike River, em 2010, foi um dos mais graves do país e motivou diversas tentativas de recuperação dos corpos, assim como uma investigação criminal.

Autoridades acreditam que o desastre foi provocado por uma explosão após um acúmulo de gás metano. Apenas dois dos 31 trabalhadores que estavam na mina sobreviveram à tragédia.

A mina foi fechada e sua entrada ficou bloqueada por anos, por questões de segurança. Investigadores puderam ter acesso ao local apenas em 2019.

Identificação e resgate
Os esforços de resgate chegaram a ser interrompidos após vários túneis colapsarem, mas ao fazer uma perfuração especialistas conseguiram obter imagens das partes mais profundas da mina.

A polícia diz que, desta maneira, conseguiu observar dois corpos — e talvez um terceiro.

Mas o ministro responsável pela operação de resgate, Andrew Little, disse que “não é provável” que os corpos sejam recuperados. “Sei que algumas famílias gostariam de ir mais longe, mas não é possível”.

O detetive Peter Read afirmou que, “embora não tenhamos conseguido identificar os restos mortais, estamos trabalhando com especialistas forenses para ver o que podemos fazer para confirmar suas identidades”.

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