Chuvas afetam 400 mil pessoas no sul da Bahia; 17 morreram

O governador da Bahia, Rui Costa, e o ministro da Cidadania, João Roma, visitam a cidade de Ilhéus, no sul do estado, neste domingo (26), para monitorar os impactos provocados pela chuva e traçar medidas para conter os prejuízos provocados desde o final de novembro.

Rui vai sobrevoar a região e tem reuniões agendadas com representantes de órgãos que atuam diretamente no auxílio às famílias afetadas e líderes políticos da região.

Já o ministro João Roma também se reunirá com gestores políticos da região e pretende traçar outras ações do governo federal para apoio aos prejudicados pelos temporais. No início da tarde, o ministro concederá entrevista coletiva na prefeitura de Ilhéus.

Uma das ações divulgadas pela União é o repasse de recursos aos municípios para estruturar os espaços montados para acolhimento das pessoas desalojadas e desabrigadas, no valor médio de R$ 400 por pessoa.

Cestas de alimentos também serão entregues em região em situação de vulnerabilidade. A estimativa inicial é de que 32 mil cestas sejam doadas.

De acordo com a Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), até o momento, 378.286 pessoas foram afetadas pela chuva de alguma forma. O balanço mais recente foi divulgado pelo órgão na sexta-feira (24) e registra um total de 17 mortes.

A última vítima confirmada é uma criança de um ano, picada por uma cobra, no município de Prado, que só apareceu no local por causa da chuva.

Entre sexta (24) e sábado (25), o nível do Rio Cachoeira, que corta a cidade de Itabuna, subiu nove metros causou prejuízos e a prefeitura informou que decretou situação de emergência no sábado. Cerca 600 famílias estão desalojadas ou desabrigadas e bairro Bananeira é o mais afetado.

A chuva causou consideráveis estragos e agravamento de diversas situações nas vias públicas como destruição de pavimentos, calçamentos, entupimentos de canais, bueiros, saídas de água, alagamento de ruas, queda de encostas. A força da água conseguiu arrastar uma árvore pelo rio Cachoeira.

Duas pontes principais da cidade precisaram ser interditadas: uma ponte de pedestres, perto da Câmara de Vereadores, e a ponte do Marabá.

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