Governo de PE libera entrada em ambientes abertos sem passaporte vacinal; veja regras

Horas depois de anunciar a liberação do uso de máscaras em ambientes fechados, o governo de Pernambuco informou, nesta terça (19), que não será mais preciso apresentar passaporte vacinal para ir a eventos ou bares e restaurantes com espaços abertos. Isso vale para todas as atividades, públicas ou privadas, com ou sem controle de acesso, a partir de quarta (20).

As novas medidas que integram a flexibilização do plano de controle das pandemia de Covid-19, em vigor desde 2020, foram anunciadas durante entrevista coletiva, transmitida pela internet.

Além disso, o governo anunciou a manutenção da obrigatoriedade de passaporte vacinal em bares e restaurantes ou outros ambientes fechados, como teatros, cinemas e museus.

De acordo com as regras do governo, o passaporte vacinal para locais fechados exige a segunda dose para os maiores de 12 anos e o reforço para pessoas a partir de 18 anos, que tomaram a 2 º dose há pelo menos quatro meses.

“Reforço que, mesmo em um cenário favorável, ainda tempos circulação viral e a OMS [Organização Mundial de Saúde] continua classificando a emergência em saúde pública provocada pela Covid-19 como pandemia”, André Longo.

A liberação das máscaras em ambientes fechados foi anunciada na manhã desta terça pelo governador Paulo Câmara, por meio de um vídeo publicado nas redes sociais, após 703 dias de obrigatoriedade.

Em Pernambuco, a obrigatoriedade de máscaras em locais abertos caiu em 29 de março. Nessa data, o governo também liberou a realização de eventos com capacidade total de público, incluindo shows, festas e estádios de futebol.

Na coletiva desta terça, o secretário André Longo falou sobre espaços em que ainda será obrigatório usar máscaras.

Longo afirmou que o governo “está tirando o sentido de obrigação”. “Agora, é decisão individual. Espero que a gente tenha aprendido com esse período em termos de educação sanitária e que nós possamos exercer o auto poder de prevenção, precaução e proteção de si e dos outros”, declarou.

Ainda segundo ele, fica mantida a obrigatoriedade de máscaras em escolas para maiores de 3 anos, do ensino infantil, creche, pré escola, ensino fundamental, ensino médio, dentro dos coletivos.

“Nos terminais é liberado, dentro dos ônibus precisa usar. E nas unidades de saúde, todas, e em farmácias. Também estão obrigadas o uso de máscaras, porque é onde as pessoas doentes vão comprar medicamentos”, justificou.

O governo informou que as universidades tem autonomia para decidir se vão ou não cobrar máscaras em ambientes fechados.

“Eu ainda acho recomendável em alguns espaços, mas isso vai ficar a critério de cada uma. Isso vale também para cursos de idiomas e outras instituições, mas o decreto não fala mais e obrigatoriedade”, comentou.

Ainda na coletiva, Longo afirmou que a regra da decisão pontual também vale para os condomínios. “Em locais onde há aglomeração a gente continua recomendando. O condomínio pode ter as suas convenções, mas não é mais por uma obrigação do decreto estadual”, disse.

De acordo com a secretária-executiva de Desenvolvimento Econômico, Sidia Haiut, “houve uma avanço” no plano de convivência.

“Agora é muito importante dizer que essa é e deve ser uma decisão individual e há toda uma recomendação para as pessoas que não completaram o esquema vacinal, é imunossuprimido ou idoso”, disse.

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