A vida em Xangai em lockdown contra a covid: ‘Paguei quase R$ 300 por carne podre’

“Paguei 400 yuans (cerca de R$ 300) por duas costeletas de porco podres”, diz Will Liu, morador de Xangai, em tom exasperado.

Ele conta que comprou o produto pela internet quando estava com fome durante a segunda semana de lockdown na cidade por causa da pandemia de covid-19.

À medida que a China adere à sua estratégia de “covid zero”, Xangai entrou em sua quinta semana de confinamento na tentativa de erradicar a doença em todo seu território, um centro financeiro e de negócios que abriga 25 milhões de pessoas.

Seguindo as diretrizes do governo, as pessoas têm que pedir comida e água e esperar pela entrega de vegetais, carne e ovos pelo governo. Mas a extensão do lockdown sobrecarregou os serviços de entrega, sites de mercearias e até a distribuição de suprimentos do governo.

A BBC recebeu inúmeras mensagens públicas e privadas de Xangai sobre dificuldades para obter alimentos e suprimentos médicos desde o início do confinamento.

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