Público começa a chegar ao Maracanãzinho para convenção que vai lançar Bolsonaro como candidato à reeleição

O Partido Liberal (PL) lança oficialmente o presidente Jair Bolsonaro (RJ) como candidato à reeleição à Presidência da República na manhã deste domingo (24). A convenção, marcada para as 11h, será realizada em um megaevento para até 10 mil pessoas no Maracanãzinho, na Zona Norte do Rio.

Os portões foram abertos às 8h20, e rapidamente apoiadores começaram a entrar, sem a cobrança de ingresso. Inicialmente, as entradas para a convenção foram disponibilizadas gratuitamente em um site, mas, segundo bolsonaristas, houve uma “tentativa de sabotagem” à convenção.

A deputada federal Carla Zambelli chegou a acionar a Polícia Federal para apurar o caso. Segundo ela, “militantes de esquerda” estimularam a retirada de convites com o objetivo de esvaziar o evento. Com isso, o PL decidiu liberar a entrada sem ingresso até a lotação máxima do local.

Assim como a decoração do ginásio, o público, em sua maioria, estava de verde e amarelo. Muitos se enrolavam em uma bandeira do Brasil, que também era exibida em um grande telão no palco.

O Rio de Janeiro é berço político do presidente, que busca reverter a desvantagem nas pesquisas de intenção de voto — na mais recente do instituto Datafolha, ele aparece em segundo lugar, com 28% das intenções de voto, atrás do rival Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 47%.

A reunião dos filiados do PL para aprovação da candidatura deve ocorrer antes de Bolsonaro subir ao palco. O encontro está previsto para o início da manhã, por meio de uma plataforma virtual fechada do partido.

Integrantes do partido com dificuldades para votar terão três locais à disposição: a sede do PL em Brasília; a sede em São Paulo; e o ginásio em que o ato de oficialização da candidatura de Jair Bolsonaro acontecerá, no Rio de Janeiro.

Durante a convenção, também deve ser discutida uma possível coligação com o PP, o Republicanos e o PTB, siglas que integram o bloco informal conhecido como Centrão.

Esse tipo de aliança entre dois ou mais partidos pode ser desfeita após as eleições e é permitida para as disputas aos cargos de presidente, governador, senador e prefeito.

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