Arquivo da categoria: Coronavírus

Brasil registra mais de 56 mil novos casos conhecidos de Covid em 24 horas; média móvel aponta 77 óbitos por dia

O Brasil registrou 104 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta quinta-feira (24), chegando a 689.500 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 77, com variação de +72% em relação aos últimos 7 dias, tendência de alta pelo quinto dia seguido.

Já os casos conhecidos passaram da casa dos 56 mil registrados em 24 horas, o que fez a média móvel subir e passar de 23 mil, no maior valor registrado desde agosto deste ano.

Brasil, 25 de novembro
Total de mortes: 689.500
Registro de mortes em 24 horas: 104
Média de mortes nos últimos 7 dias: 77 (variação em 14 dias: +72%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.203.980
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 56.889
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 23.481 (variação em 14 dias: +163%)

No total, o país registrou 56.889 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas –maior registro diário desde 31 de agosto– completando 35.203.980 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 23.481, chegando ao maior valor registrado desde 10 de agosto deste ano (quando estava em 24.038). A variação foi de 163% em relação a duas semanas antes.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Em alta (15 estados): PR, RS, SC, ES, MG, RJ, GO, AM, PA, BA, CE, MA, PB, PE, RN
Em estabilidade (6 estados e o DF): SP, DF, AC, AP, RO, RR, SE
Em queda (2 estados): AL, MT
Não divulgou até 20h (3 estados): MS, PI, TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Brasil registra 71 novas mortes por Covid; média móvel de casos conhecidos está em 19 mil por dia

O Brasil registrou 71 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta quinta-feira (24), chegando a 689.396 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 73, com variação de +59% em relação aos últimos 7 dias, terceiro dia com tendência de alta.

Já a média móvel de casos conhecidos , que tinha passado de 20 mil pela primeira vez desde 1º de setembro, voltou a ficar em 19 mil.

Brasil, 24 de novembro
Total de mortes: 689.396
Registro de mortes em 24 horas: 71
Média de mortes nos últimos 7 dias: 73 (variação em 14 dias: +59%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.147.091
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 25.790
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 19.702 (variação em 14 dias: +133%)

No total, o país registrou 25.790 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.147.091 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de19.702, passando da casa de 20 mil pela primeira vez desde 1º de setembro. A variação foi de 133% em relação a duas semanas antes.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (11 estados): PB, PR, MG, MA, BA, MT, ES, GO, PE, PA, AM
Em estabilidade (7 estados e o DF): SP, DF, RO, AP, SE, CE, AL, AC
Em queda (1 estado): RS
Não divulgou até 20h (7 estados): MS, PI, RJ, RN, RR, SC e TO

Jogador da Arábia Saudita será operado após sofrer lesão em jogo contra a Argentina

A seleção da Arábia Saudita informou nesta quarta-feira (23) que o seu lateral-esquerdo, o jogador Yasser Al-Shahrani, será submetido a cirurgia após uma lesão na cabeça sofrida durante a surpreendente vitória sobre a Argentina, na estreia da Copa do Mundo.

Os exames médicos realizados em Doha revelaram que o defensor se encontra em “condição estável” após “sofrer um forte choque na cabeça, tórax e abdômen”, sinalizou a equipe saudita em sua conta oficial no Twitter. Al-Shahrani foi “transferido ao Hospital da Guarda Nacional de Riad e será operado nas próximas horas”, disse o comunicado.

O lateral de 30 anos, que joga pelo Al-Hilal, sofreu um choque com o goleiro de sua própria equipe durante os acréscimos no final da partida, que terminou com uma vitória heroica sobre uma das favoritas ao título do torneio.

No lance, Al-Owais acertou o rosto de Al-Shahrani com o joelho esquerdo. “Gostaria de garantir a vocês que estou bem, rezem por mim e parabéns pela vitória”, disse o jogador posteriormente em um vídeo gravado em uma cama de hospital e postado nas redes sociais.

Com três pontos, a seleção saudita é a líder inesperada do Grupo C, seguida por México e Polônia, com um ponto cada, e a Argentina, que não pontuou. O próximo confronto dos ‘Falcões Verdes’ será no sábado (26), contra a Polônia.

Brasil registra 102 novas mortes por Covid; média móvel de casos conhecidos passa de 20 mil por dia

O Brasil registrou 102 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, nesta quarta-feira (23), chegando a 689.325 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 73, com variação de +50% em relação aos últimos 7 dias, segundo dia com tendência de alta.

Já a média móvel de casos conhecidos passou de 20 mil pela primeira vez desde 1º de setembro.

Brasil, 23 de novembro
Total de mortes: 689.325
Registro de mortes em 24 horas: 102
Média de mortes nos últimos 7 dias: 73 (variação em 14 dias: +50%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.121.301
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 27.171
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 20.175 (variação em 14 dias: +244%)

No total, o país registrou 27.171 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.121.301 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 27.171, passando da casa de 20 mil pela primeira vez desde 1º de setembro. A variação foi de 244% em relação a duas semanas antes.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (16 estados): PB, RJ, MT, MA, RN, BA, MG, PR, SE, RO, PE, PA, SC, AM, AL, GO
Em estabilidade (5 estados e o DF): CE, DF, AP, RR, AC, SP
Em queda (1 estado): RS
Não divulgou até 20h (4 estados): ES, MS, PI e TO

Brasil registra 159 novas mortes por Covid; média móvel de casos conhecidos passa de 18 mil por dia

O Brasil registrou 159 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, neste domingo (20), chegando a 689.223 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 65, com variação de +43% em relação aos últimos 7 dias, voltando à tendência de alta.

Já a média móvel de casos conhecidos passou de 18 mil pela primeira vez após 77 dias.

Brasil, 22 de novembro
Total de mortes: 689.223
Registro de mortes em 24 horas: 159
Média de mortes nos últimos 7 dias: 65 (variação em 14 dias: +43%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.094.130
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 27.931
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 18.592 (variação em 14 dias: +261%)

No total, o país registrou 27.931 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.094.130 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 18.592, passando da casa de 18 mil pela primeira vez desde 6 de setembro. A variação foi de 261% em relação a duas semanas antes.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Em alta (17 estados): PB, MT, PI, RJ, BA, PA, AM, PR, AL, ES, SC, PR, RS, MG, GO, PE, RN
Em estabilidade (6 estados e o DF): AP, RO, SE, MA, DF, AC, SP
Em queda (2 estados): CE, MS
Não divulgou até 20h (1 estado): RR

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Covid-19: Butantan detecta em SP nova variante derivada da Ômicron


O Centro para Vigilância Viral e Avaliação Sorológica, com sede no Instituto Butantan, identificou pela primeira vez no Brasil a sublinhagem BN.1 da variante ômicron do novo coronavírus. A variante foi detectada em uma moradora de 38 anos da cidade de São Paulo no último dia 27 de outubro. 

Segundo o centro, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não considera a BN.1 uma variante de grande preocupação, mais transmissível, e, por isso, não deve provocar impacto significativo no número de casos no estado de São Paulo. 

A BN.1 foi descrita primeira vez no sistema Pango de linhagens do Sars-CoV-2, na Índia, em 28 de julho. Atualmente, é encontrada principalmente nos Estados Unidos, que registrou 16% de todas as amostras de BN.1 encontradas no mundo. No Reino Unido foram detectados 15% dos casos de covid-19 causados pela variante, na Áustria, 14%, na Austrália, 14%, e na Índia 11%.

Além da BN.1 circulam no estado outras sublinhagens da Ômicron, como a  XBB.1 e CK.2.1.1. No entanto, elas não demonstram força para sobrepor a BQ.1.1, uma das responsáveis pela nova onda de contaminações no Brasil e em outras partes do mundo.

Brasil tem média móvel de 45 mortes de Covid por dia e volta a apontar alta nas vítimas após 20 dias

O Brasil registrou 61 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, neste domingo (20), chegando a 689.064 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 45, com variação de +18% em relação aos últimos 7 dias, voltando à tendência de alta após 20 dias.

Brasil, 21 de novembro
Total de mortes: 689.064
Registro de mortes em 24 horas: 61
Média de mortes nos últimos 7 dias: 45 (variação em 14 dias: +18%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.066.199
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 1.879
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 14.971 (variação em 14 dias: +240%)

No total, o país registrou 1.879 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.066.199 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 14.971, com variação de 240% em relação a duas semanas antes.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Em alta (8 estados): MT, PE, AM, ES, PA, BA, GO, MS
Em estabilidade (11 estados e o DF): PR, DF, RR, AP, PB, MA, AL, RS, SP, MG, RO, RN
Em queda (2 estados): CE, SE
Não divulgaram até 20h (5 estados): AC, PI, RJ, SC, TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Paxlovid: Anvisa aprova venda em farmácias de remédio da Pfizer contra Covid

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) a venda do Paxlovid em farmácias do país.

O remédio consiste em dois medicamentos antivirais em conjunto: o nirmatrelvir e o ritonavir, que quando combinados bloqueiam uma enzima que o vírus da Covid-19 precisa para se replicar no corpo.

De acordo com a agência, o medicamento poderá ser fornecido tanto para farmácias como para hospitais particulares do país.

Nas farmácias, é necessário uma prescrição médica (receita). O Paxlovid, porém, estará com bula e rotulagem em português de Portugal e em espanhol.

O g1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da Pfizer no Brasil para saber o preço estipulado do medicamento no mercado, mas ainda não obteve resposta.

Ainda segundo a orientação da Anvisa, o remédio deverá ser utilizado somente por adultos e é indicado para o tratamento da Covid naquelas pessoas que não requerem oxigênio suplementar e que apresentam risco aumentado de progressão para Covid grave.

Além disso, para que o tratamento seja efetivo, os dois comprimidos devem ser tomados juntos por via oral, duas vezes ao dia, durante 5 dias.

A Anvisa afirma que aprovação da droga levou em consideração a venda do produto no mercado privado em outros países, com a aprovação de autoridades internacionais de referência, como Estados Unidos e Canadá.

A medida também considerou o cenário epidemiológico atual, com a circulação das novas subvariantes da Ômicron e o aumento de casos da doença no país.

A diretora relatora da Anvisa, Meiruze Freitas, destacou também que a vacinação continua sendo a melhor estratégia para evitar a infecção pela doença assim como hospitalizações e mortes, mas lembrou que a venda do medicamento no mercado privado irá aumentar a facilidade de acesso ao tratamento contra a doença.

A Pfizer, porém, deverá priorizar o abastecimento do medicamento no SUS, afirmou a Anvisa.

“O diagnóstico precoce e o tratamento ambulatorial, quando necessário, são importantes para evitar a progressão da doença para casos graves”, disse.

Cientistas de SP identificam relação entre infecção pelo coronavírus e sequelas como depressão, ansiedade e perda de memória

As sequelas deixadas pela Covid-19 são estudadas por cientistas de várias partes do mundo e pesquisadores brasileiros de USP, Unicamp e da UFRJ publicaram um estudo que ajuda a desvendar como a doença afeta o cérebro.

A Covid passa, mas para algumas pessoas as consequências ficam ou demoram a sumir: depressão, ansiedade e perda de memória são alguns dos sintomas da chamada “Covid longa”.

A diretora audiovisual Made Picchi, que teve a doença logo no começo da pandemia, conta o que mudou após ser contaminada.

“Fiquei bastante estranha, com sintomas que eu desconhecia, meio aérea, meio avoada, demorava bastante para processar as coisas. Lembro que a primeira vez que eu fui fazer comida, eu esqueci. Eu não lembrava. Eu tive que parar para pensar no processo de pegar um alimento e colocar na panela porque me deu um branco”, diz.

Os pesquisadores descobriram que o vírus penetra no cérebro e atinge principalmente os astrócitos, que são células estreladas que dão sustentação aos neurônios e são afetados pela doença. Eles passam a produzir substâncias que matam os neurônios e tudo indica que esta pode ser uma das causas dos quadros de depressão, ansiedade e dificuldades de memória.

“A gente demonstrou nesse trabalho que o vírus invade as células do sistema nervoso central de uma forma diferente da que ele usa pra invadir as células do pulmão, por exemplo. Isso pode nos dar base pra desenvolver moléculas que impeçam que ele entre nas células do sistema nervoso central. Claro, é um caminho longo a ser seguido, mas só dando um exemplo de como a gente pode avançar com o entendimento desses mecanismos biológicos”, explica Thiago Mattar Cunha, professor da faculdade de medicina de Ribeirão Preto.

O estado de São Paulo voltou a registrar nesta semana mais de 300 novas internações, em média, por dia de casos suspeitos e confirmados de Covid. É a primeira vez desde 27 de julho deste ano que as internações atingem esse patamar.

Maioria de internados por conta da Covid-19 em Pernambuco está com vacinação em atraso

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) informou, nesta sexta-feira (18), que a maioria dos pacientes internados por conta da Covid-19 no Estado está com a vacinação em atraso. De acordo com o último estudo divulgado pelo órgão, de cada 10 pacientes internados com a doença, 6 estão irregulares no calendário vacinal.

Para a análise, foram avaliados 52 pacientes que desenvolveram quadro de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) provocado pela Covid-19 nas duas últimas semanas epidemiológicas (45 e 44), que corresponde ao período entre 30 de outubro e o último sábado (12).

Desses 52 pacientes avaliados, 23% (12) não se vacinaram; um (2%) só havia tomado uma dose do imunizante; nove (17%) apenas duas doses; 11 (21%) haviam tomado a 1ª dose de reforço, mas eram da faixa etária elegível para a 4ª dose.

Dezenove pacientes 36,5% (19) estavam com vacinação contra a Covid-19 em dia. Mas todos esses 19 casos eram idosos, sendo 89% deles (17) com idades acima dos 80 anos de idade. Nesse grupo do que estavam com esquema vacinal completo, 84% possuíam comorbidades. A análise comprovou que idosos são os que estão adoecendo com a forma grave da doença.

Dos 52 casos analisados, 84% (44) eram pacientes residentes em cidades da I Geres, que compreende a Região Metropolitana do Recife (RMR). Os outros registros eram pacientes residentes na II Geres (sede em Limoeiro – 1 caso); III Geres (sede em Palmares – 2 casos); IV Geres (sede em Caruaru – 1 caso); VII Geres (sede em Salgueiro – 1 caso); X Geres (sede em Afogados da Ingazeira – 1 caso); e XI Geres (sede em Serra Talhada – 2 casos).

De acordo com a SES-PE, a avaliação não está sendo impactada por atrasos no resultado da testagem. Atualmente, segundo a SES, unidades de saúde da rede estadual recebem de maneira regular testes rápidos de antígeno e realizam o diagnóstico logo na admissão do usuário. Por isso, não há maior demora no processamento de amostras dos casos de Srag em comparação aos pacientes que apresentam manifestações leves da doença.

“Os dados continuam demonstrando a importância de se vacinar contra a Covid-19 e com todas as doses disponíveis. A vacinação, que é segura e eficaz, continua sendo a principal forma de proteção contra as formas graves da doença”, reforçou o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Nova dose?
Longo ainda informou que é preciso atenção, pois o momento atual é de aumento de contágios. “Nesse momento de aumento da positividade para a doença e maior circulação viral, motivada pelas novas subvariantes da Ômicron, alertamos para a importância do reforço nos cuidados com uso de máscara, especialmente para os idosos e as pessoas que têm comorbidades.”

Segundo ele, pela prevalência dos casos mais sérios em idosos, uma nova dose de reforço está sendo avaliada. “Nos idosos, o envelhecimento imunológico do organismo, que chamamos de imunossenescência, impacta fortemente na proteção. Inclusive, já estamos discutindo em nosso Comitê Técnico a adoção de uma nova dose de reforço para o grupo acima dos 80 anos, como forma de alavancar a quantidade de anticorpos no organismo, garantindo, novamente, uma proteção mais robusta”.

Mortes
Com relação às mortes, a falta de imunização regular também é relevante. Nas últimas três semanas, entre 30 de outubro e 12 de novembro, Pernambuco registrou 4 mortes pela Covid-19, todos em pacientes da RMR.

Entre os pacientes que morreram pela doença no período, dois estavam com doses em atraso (uma só havia tomado duas doses e outro apenas a primeira dose de reforço). Em três deles, ainda há relato de comorbidades na notificação. Além disso, dois tinham mais de 85 anos, um era da faixa etária entre 70 e 79 anos e um tinha entre 50 e 59 anos.

Brasil registra 75 mortes por Covid e total chega a 688.811; média volta à tendência de estabilidade após 15 dias em queda

O Brasil registrou nesta quinta-feira (17) 75 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.886 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 32, com variação de -10% em relação aos últimos 7 dias, tendência de estabilidade após 15 dias em queda.

Brasil, 17 de novembro
Total de mortes: 688.886
Registro de mortes em 24 horas: 75
Média de mortes nos últimos 7 dias: 32 (variação em 14 dias: -10%)
Total de casos conhecidos confirmados: 35.009.176
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 29.102
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 11.525 (variação em 14 dias: 211%)

No total, o país registrou 29.102 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 35.009.176 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 11.525, com variação de 211% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (7 estados): MT, AM, SC, PA, RJ, RS, PE
Em estabilidade (9 estados): SP, AP, TO, RO, RR, RN, PB, SE, AL
Em queda (7 estados e o DF): DF, PR, CE, MA, GO, BA, ES, MG
Não divulgaram até 20h (3 estados): AC, MS e PI

Em meio à alta de casos de Covid, apenas 5,5% das crianças de 3 a 4 anos tomaram duas doses da vacina, diz Fiocruz

Apenas 5,5% das crianças de 3 a 4 anos receberam as duas doses da vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A faixa etária começou a ser vacinada no Brasil em julho, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso emergencial da Coronavac para o público acima dos 3 anos.

Em quatro meses, 938.411 crianças de 3 e 4 anos tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid, e 323.965 tomaram as duas doses do imunizante, completando o esquema vacinal do imunizante. O Brasil possui hoje cerca de 5,9 milhões de crianças dentro dessa faixa etária.

Os números foram levantados pelo grupo Observa Infância (Fiocruz/Unifase) com base nos dados de vacinação do sistema do Ministério da Saúde, e chegam em um momento em que o País voltou a registrar um aumento de casos de Covid por conta do avanço de novas subvariantes da ômicron. Especialistas apontam a vacina como um dos meios para evitar hospitalizações e mortes pela doença.

“O atraso na vacinação infantil é preocupante, uma vez que, até junho de 2022, o Brasil registrava uma média de 2 mortes diárias por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos”, afirmou a coordenadora do Observa Infância, Patricia Boccolini.

Um dos motivos para a lentidão da vacinação infantil está na escassez de doses. Desde a disponibilização da Coronavac para crianças de 3 a 4 anos, estados vêm recebendo o imunizante a conta-gotas pelo Ministério da Saúde.

Vários municípios já reclamaram de falta de Coronavac e alguns chegaram a suspender a imunização dos pequenos por não terem a vacina nos estoques. O último caso aconteceu no Rio de Janeiro.

Neste mês, o Ministério da Saúde comprou um lote com 1 milhão de doses da Coronavac junto ao Instituto Butantan, produtor da vacina no Brasil. A quantidade é considerada insuficiente já que, no momento, esse é o único imunizante distribuído pelo governo federal para crianças de 3 a 4 anos.

Mas essa não é a única vacina disponível no País para a faixa etária. Há também a chamada Pfizer baby, destinada para bebês e que também pode ser usada em crianças de até 4 anos. Porém, o Ministério da Saúde decidiu destinar o primeiro lote do imunizante, com 1 milhão de doses, apenas para os pequenos de 6 meses a 2 anos e 11 meses de idade com comorbidade. Ainda não há previsão de ampliação da vacina para o restante do público.

“Desde a aprovação da Pfizer pediátrica pela Anvisa, em 16 de setembro, 26 crianças menores de 5 anos já morreram em decorrência da doença, o equivalente a dois óbitos a cada três dias”, completou Patricia Boccolini.

Brasil registra 24 novas mortes por Covid; média móvel completa duas semanas em queda

O Brasil registrou nesta segunda-feira (14) 24 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.770 desde o início da pandemia. A média móvel é de 33 mortes por dia, com variação de -32% em relação a duas semanas atrás, o que aponta tendência de queda há 14 dias seguidos.

Brasil, 15 de novembro
Total de mortes: 688.770
Registro de mortes em 24 horas: 24
Média de mortes nos últimos 7 dias: 33 (variação em 14 dias: -32%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.963.985
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 2.582
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 7.786 (variação em 14 dias: +61%)

No total, o país registrou 2.582 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.963.985 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 7.786. A variação foi de +61% em relação à média de duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Em alta (3 estados): AM, PA, RS
Em estabilidade (8 estados): SP, MT, MS, AL, PB, RO, AP, SC
Em queda (5 estados): ES, CE, MA, SE, PR
Não divulgaram até 20h (10 estados e o Distrito Federal): AC, BA, DF, GO, MG, PE, PI, RJ, RN, RR, TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Técnicos pedem vacinas para impedir que variantes sofram mutações

Diante do aumento de casos de covid-19, autoridades sanitárias internacionais estão em alerta. O registro de novos casos da doença tem a ver com o surgimento de novas subvariantes da Ômicron, BQ.1 e XBB. Segundo os primeiros estudos, elas podem ser mais transmissíveis e resistentes às barreiras vacinais.

O mais recente Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado na última quinta-feira (10), sinaliza para o aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) com resultado laboratorial positivo para Covid-19 na população adulta do Amazonas, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ainda não é possível afirmar que esse crescimento esteja relacionado especificamente com as identificações recentes de novas sublinhagens identificadas em alguns pontos do país.

Em alguns estados, o sinal é mais claro nas faixas etárias a partir de 18 anos. A exceção é o Rio Grande do Sul, que apresenta essa tendência apenas nas faixas etárias a partir de 60 anos.

“Como os dados laboratoriais demoram mais a entrar no sistema, espera-se que os números de casos das semanas recentes sejam maiores do que o observado nessa atualização, podendo, inclusive, aumentar o total de estados em tal situação”, disse o pesquisador da Fiocruz.

Crianças
Quando o recorte foi feito por capitais, a Fiocruz identificou maior predominância em crianças. As exceções são Manaus, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, que apresentam crescimento nas faixas etárias acima de 60 anos.

Segundo o médico Werciley Júnior, coordenador da Infectologia da rede Santa, em Brasília, as crianças devem ser um foco de atenção importante. “Apesar da doença em crianças ser uma forma normalmente leve, a gente tem dois aspectos. O primeiro é que nelas, quando a forma é grave, há uma alta taxa de mortalidade. O outro é que as crianças são carreadoras do vírus para dentro de casa. Se elas estiverem imunizadas, vão diminuir muito sua capacidade de transmissão”, alertou.

Ainda segundo o médico infectologista, apesar de até o momento os casos no país serem leves, registros positivos preocupam especialmente entre os não vacinados. O especialista ressaltou que o grande medo da comunidade médica e de autoridades sanitárias é que essa variante sofra uma nova mutação e fuja totalmente da vacina causando doenças graves.

“A gente sabe que a taxa de vacinação mais ou menos estacionou com duas doses. As pessoas não estão fazendo a terceira dose que houve uma redução gigantesca”, observou, acrescentando que esse público pode desenvolver formas graves da doença.

Segundo o médico, a vacina tem dois pontos importantes. O primeiro deles é proteger as pessoas de modo que quem tiver a doença desenvolve a forma leve.

O outro ponto é que, com anticorpos trazidos pela vacina “mesmo que parcialmente funcionando”, o paciente infectado diminui a carga viral e não consegue transmitir o vírus para a mesma quantidade de pessoas que transmitia sem a imunização.

Proteção
Além da vacinação, o infectologista recomendou que pessoas com comorbidades voltem a usar máscaras de proteção facial, evitem aglomerações e, em caso de suspeita, façam o teste para evitar contaminação de outras pessoas.

Brasil registra 45 mortes por Covid na média móvel

O Brasil registrou neste sábado (12) 30 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.735 desde o início da pandemia. A média móvel é de 45 mortes por dia, com variação de -33% em relação a dua semanas atrás. O número de novos casos contabilizados entre sexta e este sábado foi de 5.262.

Brasil, 12 de novembro
Total de mortes: 688.735
Registro de mortes em 24 horas: 30
Média de mortes nos últimos 7 dias: 45 (variação em 14 dias: -33%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.954.680
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 5.262
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.935 (variação em 14 dias: 74%)

No total, o país registrou 5.262 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.954.680 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 8.935, com variação de +74% em relação a duas emanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Em alta (4 estados): AM, MT, SP, PA
Em estabilidade (7 estados): RS, GO, PB, SE, AL, AP, AC, RO, RR
Em queda (4 estados): ES, PR, SC, MS
Não divulgaram até 20h (10 estados e p Distrito Federal): AC, BA, MA, PI, RJ, AC, MA, DF, RO, MS, MG, RR, PE, PI

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Brasil registra maior número de casos de Covid desde agosto

O Brasil registrou nesta sexta-feira (11) 46 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.705 desde o início da pandemia. O número de novos casos contabilizados entre quinta-feira e esta sexta (20.914) foi o maior desde 31 de agosto (61.085).

Brasil, 11 de novembro
Total de mortes: 688.705
Registro de mortes em 24 horas: 46
Média de mortes nos últimos 7 dias: 46 (variação em 14 dias: -33%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.949.418
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 20.914
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 8.454 (variação em 14 dias: 63%)

No total, o país registrou 20.914 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.949.418 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 8.454, com variação de 63% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (3 estados): PA, AM, SP
Em estabilidade (7 estados e o DF): DF, AL, GO, AC, RR, SE, PB, RS
Em queda (9 estados): SC, CE, PR, MT, MA, RJ, PE, MG, ES
Não divulgaram até 20h (7 estados): RN, AP, RO, TO, MS, PI, BA

Brasil registra 40 mortes por covid-19 em 24 horas

O Ministério da Saúde informou, nesta quinta-feira (10), que o Brasil registrou, em 24 horas, 12.017 novos casos de covid-19 e mais 40 mortes em consequência da doença. Segundo o boletim epidemiológico divulgado pelo ministério, desde o início da pandemia, foram registradas 688.6072 mortes por covid-19 e confirmados 34.889.576 de casos da doença.

Ainda segundo o boletim, 34.105.670 pessoas se recuperaram da doença e 95.299 casos estão em acompanhamento.

Estados
São Paulo tem o maior número de casos confirmados, 6,15 milhões, seguido por Minas Gerais (3,88 milhões) e Paraná (2,75 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (150 mil). Em seguida, aparecem Roraima (175,8 mil) e Amapá (178,6 mil).

O estado de São Paulo registra também o maior número de mortes por covid-19 (175.804), seguido por Rio de Janeiro (75.896) e Minas Gerais (63.895). O Acre tem o menor registro de mortes (2.029). Em seguida, vêm Amapá, com 2.164, e Roraima, com 2.175.

Vacinação
Até hoje, foram aplicadas 488,7 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, sendo 180,3 milhões com a primeira dose e 162,8 milhões com a segunda. A dose única foi aplicada em mais de 5 milhões de pessoas.

Estado de SP tem aumento de 56% em internações em UTI por Covid em duas semanas, e governo paulista emite alerta

O estado de São Paulo registrou nesta quinta-feira (10) um aumento de quase 56% nas internações por Covid-19 em unidades de tratamento intensivo (UTI) nas últimas duas semanas.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde, o número de pacientes internados passou de 288 para 448.

A ocupação de enfermarias por pacientes com a doença no estado passou de 555 pacientes para 832, uma alta de 49,9% no mesmo período.

O aumento, segundo a pasta, se deve ao cenário de que as coberturas vacinais com doses de reforço caminham muito lentamente no estado.

Na Grande São Paulo, a ocupação de enfermarias por pacientes com a doença registrou alta ainda maior, de 81%, passando de 364 vagas ocupadas para 660. Em UTIs, o crescimento foi de 65% (passou de 215 para 355 pacientes internados).

O secretário de Ciência, Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, David Uip, destacou que “os paulistas precisam ser completamente vacinados”.

“Se nós pegarmos quem não tomou a primeira dose de reforço, quem não tomou a segunda dose de reforço e as crianças que não foram vacinadas, totalizamos 17 milhões de paulistas. Então, a primeira recomendação é que, por favor, se vacine. Segunda recomendação da secretaria é que as pessoas voltem a usar máscara em ambientes fechados, inclusive transporte público. Isso não vai virar decreto, mas é recomendação. Terceiro ponto, nós, Brasil, São Paulo, precisamos ter os novos medicamentos antivirais, que são, por via oral, eficazes, que vão evitar internações. Então são recomendações óbvias que precisam ser revistas”, afirmou Uip.

Segundo a infectologista Mirian Dal Ben, pessoas que tenham risco maior de pegar a forma mais grave da Covid devem considerar o uso de máscara para se proteger do vírus. “Se eu sou uma pessoa que convivo com alguém do grupo de risco, com doença de base, também tenho que tomar mais cuidado. E o outro lado também: se eu sou uma pessoa que está com algum sintoma de Covid, dor de garganta leve, nariz escorrendo, mesmo espirros, eu tenho que colocar a mão na consciência e também usar máscara pra eu não contaminar os outros. a gente tem visto muitas pessoas com sintomas bem fraquinhos assim, espirros, e, no final das contas, é Covid”.

Cidade de São Paulo
Na capital paulista, a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) registrou na semana epidemiológica de 30 de outubro a 5 de novembro o aumento de 22% na taxa de positividade para a Covid-19 na cidade.

Segundo o órgão, a média móvel (sete dias) de casos de Covid-19 positivos, notificados na última semana, foi de 727 casos.

Covid-19: SP confirma dois casos da variante BQ.1 da Ômicron

A Secretaria de Saúde do estado de São Paulo confirmou hoje (8) a existência de dois casos de covid-19 provocados pela nova variante Ômicron (BQ.1.1), no município de São Paulo.

A nova cepa foi identificada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). De acordo com a secretaria, os casos estão sob investigação epidemiológica das vigilâncias municipal e estadual.

“A confirmação de variantes ocorre por meio de sequenciamento genético e, até o momento, há dois casos da nova variante Ômicron (BQ.1.1) no município de São Paulo”, diz o texto de nota da secretaria.

Segundo a pasta, a higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel, e a vacinação contra a covid-19 continuam sendo cruciais para evitar o contágio da doença.

Brasil registra 95 mortes por Covid e total chega a 688.539; média segue com tendência de queda

O Brasil registrou nesta terça-feira (8) 95 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.539 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 38, com variação de -44% em relação aos últimos 7 dias, tendência de queda – hoje completa uma semana com esta tendência.

Brasil, 8 de novembro
Total de mortes: 688.539
Registro de mortes em 24 horas: 95
Média de mortes nos últimos 7 dias: 38 (variação em 14 dias: -44%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.909.480
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 11.970
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 4.402 (variação em 14 dias: -13%)

No total, o país registrou 11.970 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.909.480 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 4.402, com variação de -13% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (3 estados): SE, SP, GO
Em estabilidade (8 estados e o DF): DF, PI, ES, PA, RR, RO, AP, MA, AL
Em queda (11 estados): SC, CE, PE, BA, RJ, PR, MS, MT), MG, RS, AM
Não divulgaram até 20h (4 estados): AC, PB, RN e TO

Pernambuco registra 587 casos de Covid-19, total diário quase 250% maior do que há 14 dias

Pernambuco contabilizou, nesta terça-feira (8), mais 587 casos de Covid-19. Esse registro diário é 249,4% maior do que o notificado há exatas duas semanas – em 25 de outubro, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) anunciou 168 casos no dia.

O aumento no registro diário vem após anúncio de incremento na positividade dos exames indicados pela SES-PE e do alerta para uma eventual nova onda de Covid-19 provocada pela subvariante BQ.1 da cepa ômicron.

Apesar do aumento de casos totais, o número de casos graves segue em baixa: nesta terça, foram notificados apenas três de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), além de 584 leves. Os três registros de Srag representam 0,5% do total do dia.

Pernambuco chegou à marca de 1.067.001 casos confirmados da doença, sendo 59.973 graves e 1.007.028 leves.

Também está sendo contabilizada nesta terça-feira uma morte, ocorrida no último dia 25 de agosto. Com isso, o Estado totaliza 22.415 mortes pela Covid-19.

Os detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela Secretaria Estadual de Saúde.

Brasil registra 19 mortes por Covid e total chega a 688.444; média está com tendência de queda

O Brasil registrou nesta segunda-feira (7) 19 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.444 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 34, com variação de -43% em relação aos últimos 7 dias, tendência de queda.

Brasil, 7 de novembro
Total de mortes: 688.444
Registro de mortes em 24 horas: 19
Média de mortes nos últimos 7 dias: 34 (variação em 14 dias: -43%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.897.510
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 4.639
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 3.874 (variação em 14 dias: -25%)

No total, o país registrou 4.639 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.897.510 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 3.874, com variação de -25% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subvariante BQ.1 da Ômicron é encontrada no Rio de Janeiro; Fiocruz investiga possíveis casos em PE

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou, neste fim de semana, a descoberta de mais uma subvariante da cepa Ômicron do novo coronavírus circulando no Brasil. Desta vez, a presença do vírus, identificado como BQ.1, foi constatada no Rio de Janeiro após um estudo de sequenciamento genético.

Em Pernambuco, que, assim como o estado localizado na região Sudeste, tem registrado um aumento do número de casos de Covid-19 nos últimos dias, novas amostras estão sendo analisadas pela instituição, que poderá confirmar se há ou não registros da BQ.1 no Estado. A expectativa é que o resultado seja conhecido ainda nesta semana.

Para o cientista Marcelo Paiva, pesquisador colaborador do Instituto Aggeu Magalhães (Fiocruz-PE) e professor de Genética da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), é provável que a subvariante já tenha chegado por aqui.

“Ela está presente nos países do Hemisfério Norte. Normalmente, o que tem sido o padrão de comportamento da pandemia é a gente observar [a circulação do vírus], primeiro, nos países que têm um trabalho de vigilância mais ativo e, depois, aqui. E nós temos visto um aumento do número de casos bem expressivo em Pernambuco. Então, é bem provável que isso esteja associado à incorporação da nova subvariante”, avalia.

Segundo o pesquisador, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-PE) encaminhou, na tarde da última sexta-feira, novas amostras de pacientes com Covid-19 à Fiocruz-PE, responsável pelo sequenciamento genético.

“A nossa parte dura em torno de uma semana. A gente leva quatro ou cinco dias para processar essas amostras e um dia para analisar e liberar o laudo”, explica.

Saúde em alerta
A nova alta da Covid-19 começou a ser observada na última semana de outubro, quando a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou ter registrado uma taxa de 11,8% de diagnósticos positivos em relação ao total de testes realizados, um percentual bem acima dos 4,1% verificados na semana anterior.

Nesse cenário, um fator que preocupa é o baixo índice de cobertura vacinal entre as crianças de 3 a 11 anos, que ainda está em 34%. Isso porque, quanto menos gente imunizada, maior é a possibilidade de surgimento de variantes como a BQ.1.

“O primeiro alerta é reforçar a necessidade da vacinação. A gente também precisa alertar os mais velhos para que voltem a usar máscara em ambientes fechados. Embora a variante [Ômicron] não esteja associada a uma maior gravidade, ela está associada a uma maior transmissão. Então, essas populações ficam muito mais vulneráveis”, orienta o pesquisador Marcelo Paiva.

Brasil registra 30 mortes por Covid e total chega a 688.300

O Brasil registrou nesta quarta-feira (2) 30 novas mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 688.300 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 49, com variação de -20% em relação aos últimos 7 dias, fazendo com que a média móvel entre em tendência de queda após estar subindo por uma semana.

Brasil, 2 de novembro
Total de mortes: 688.300
Registro de mortes em 24 horas: 30
Média de mortes nos últimos 7 dias: 49 (variação em 14 dias: -20%)
Total de casos conhecidos confirmados: 34.882.932
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 4.267
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 4.838 (variação em 14 dias: -7%)

No total, o país registrou 4.267 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 34.882.932 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 4.838, com variação de -7% em relação à semana anterior.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subindo (1 estado): ES
Em estabilidade (3 estados): AL, AP, PR
Em queda (10 estados): SC, PB, GO, AM, SE, MT, PA, RS, MS, SP
Não divulgaram até 20h (12 estados e o DF): AC, BA, CE, DF, MA, MG, PE, PI, RJ, RN, RO, RR e TO

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Covid-19: Brasil registra 92 mortes e 9,5 mil casos em 24 horas

As secretarias estaduais e municipais de Saúde registraram mais 9.523 casos de covid-19 em 24 horas em todo o país e confirmaram 92 mortes por complicações associadas à doença. O balanço divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Ministério da Saúde não inclui, porém, dados dos estados de Mato Grosso do Sul e do Ceará.

Com as novas informações, o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus durante a pandemia de covid-19 soma 34.793.309.

O número de casos em acompanhamento está em 86.011. O termo é usado para designar casos notificados nos últimos 14 dias em que não houve alta, nem resultaram em óbito.

Com os números de hoje, o total de óbitos alcançou 687.666, desde o início da pandemia. Ainda há 3.190 mortes em investigação. As ocorrências envolvem casos em que o paciente faleceu, mas a definição da causa da morte ainda demanda exames e procedimentos complementares.

Até agora, 34.019.632 pessoas recuperaram-se da covid-19. O número corresponde a 97,8% dos infectados desde o início da pandemia.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número de registros tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais de Saúde. Às terças-feiras, o quantitativo, em geral, é maior pela atualização dos casos acumulados nos fins de semana.