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Brasil registra 49,4 mil novos casos conhecidos de Covid em 1 dia

O Brasil registrou neste sábado (15) 49.459 novos casos conhecidos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 22.975.323 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 68.074 – é o 3º dia consecutivo que esse número fica acima de 60 mil. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +792%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

Total de mortes: 621.007

Registro de mortes em 24 horas: 160

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 147 (variação em 14 dias: +49%)

Total de casos conhecidos confirmados: 22.975.323

Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 49.459

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.074 por dia (variação em 14 dias: +792%)

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional de casos chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

O país também registrou 160 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 621.007 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 147. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +49%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Oito estados não tiveram registro de morte neste sábado: AC, AL, AM, AP, PB, RR, ES, PR.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Brasil registra mais de 110 mil novos casos conhecidos de Covid e 238 mortes em 1 dia

O Brasil registrou nesta sexta-feira (14) 110.037 novos casos conhecidos de Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 22.925.864 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 68.160  a maior registrada desde 28 de junho do ano passado (quando estava em 68.231). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +743%, indicando tendência de alta nos casos da doença.

É o terceiro maior registro de casos conhecidos em um único dia. O recorde até aqui ocorreu em 18 de setembro de 2021, com 125.053 casos registrados, mas isso teve forte influência de mais de 100 mil registros represados do RJ, incluídos no mesmo dia. Na segunda marca mais alta (114.139), em 23 de junho de 2021, o número foi insuflado por mais de 36 mil casos do RN que estavam retidos no sistema.

Total de mortes: 620.847

Registro de mortes em 24 horas: 238

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 138 (variação em 14 dias: +42%)

Total de casos conhecidos confirmados: 22.925.864

Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 110.037

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 68.160 por dia (variação em 14 dias: +743%)

Em seu pior momento, a curva da média móvel nacional de casos chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho de 2021.

O país também registrou 238 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 620.847 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 138. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +42%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

Dois estados não tiveram registro de morte nesta segunda: AC e RR.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Nova etapa de restrições começa a valer em Pernambuco nesta sexta-feira (14)

Começa nesta sexta-feira (14) uma nova etapa de determinações e restrições de atividades em Pernambuco para conter o avanço dos casos de Covid-19 e Influenza no Estado.

Entre as restrições estão a testagem obrigatória para eventos com mais de 300 pessoas e novos números relativos à capacidade máxima para os locais: 50% ou até 3 mil pessoas para lugares abertos e de até mil para lugares fechados, o que for menor.

E, junto às restrições, o governo estadual vai intensificar as fiscalizações para que todos cumpram as medidas, que vão seguir durante 14 dias, até o dia 31 de janeiro. O governo já adiantou que havendo descumprimento por parte de empresas ou estabelecimentos, o Procon Pernambuco poderá suspender ou interditar a atividade, além de aplicar multa.

Coordenada pelo Procon Pernambuco, as fiscalizações vão ocorrer por meio de operação conjunta dos órgãos, como a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Procon dos municípios, Guardas municipais e Vigilância Sanitária, através de um aumento no efetivo de fiscais, assessores e gerentes.

Pelos novos protocolos, nos eventos culturais, como shows e festivais, nos eventos sociais, como casamentos e formaturas, além dos jogos de futebol, a capacidade máxima para os locais é de até 50% ou até 3 mil pessoas para lugares abertos e de até mil para lugares fechados, sempre o que for menor. 

Além disso, será exigido passaporte vacinal, com duas doses ou dose única para pessoas com até 54 anos e de dose de reforço para pessoas acima de 55 anos que estão elegíveis para a dose. Haverá ainda, para os eventos acima de 300 pessoas, a exigência da apresentação do teste negativo para Covid-19, sendo 24 horas de antecedência para exames de antígeno e 72 horas para exames de RT-PCR.

Para cinemas, teatros e museus, além de ser necessária a apresentação do passaporte vacinal e também do teste negativo nos locais com mais de 300 pessoas, o distanciamento entre as pessoas deve ser de 1 metro, para quem não é do mesmo núcleo familiar.

Para serviços de alimentação, como bares e restaurantes, e também alimentação dentro de shoppings e centros comerciais, a capacidade máxima será de 20 pessoas por mesa, além da apresentação do passaporte vacinal, que deve ser mostrado ao estabelecimento no ato da compra. 

CoronaVac tem eficácia contra Ômicron, mostra estudo preliminar

Um estudo realizado por pesquisadores de universidades chinesas e publicado na última segunda-feira (10) na revista Emerging Microbes & Infections, aponta que a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan e pelo laboratório chinês Sinovac, tem efetividade na neutralização da variante Ômicron. O estudo ainda á preliminar. Apesar de já ter sido publicado e passado por revisão de pares, o artigo médico-científico contém dados observados em laboratório, o que ainda não demonstra se há a mesma efetividade na população em geral.

Para o estudo, os pesquisadores usaram pseudovírus contendo a proteína Spike de sete variantes do vírus Sars-CoV-2: Ômicron, Alpha, Beta, Gama, Delta, Lambda e Mu. Um pseudovírus é uma partícula viral que possui todas as propriedades do vírus, com a diferença de que ele não infecta as células. Os pseudovírus foram utilizados na pesquisa por permitir uma manipulação mais segura em laboratório.

No experimento foi utilizado plasma sanguíneo de pessoas vacinadas com a CoronaVac e também de pessoas com infecção prévia. Essas amostras são então infectadas com os pseudovírus que carregam a proteína Spike das variantes. 

O teste consiste em checar se anticorpos gerados em decorrência da vacina vão neutralizar, ou seja, combater o vírus nesse cultivo. O resultado é então comparado com a capacidade de neutralização dos anticorpos da linhagem de vírus que circulava no início da pandemia.

Os testes de neutralização conseguem avaliar a capacidade dos anticorpos de erradicar o vírus, mas não medem outros aspectos de defesa do organismo, como por exemplo a memória do sistema imunológico.

Após produzidos os pseudovírus das sete variantes, pesquisadores analisaram anticorpos neutralizantes de 16 pessoas convalescentes de Covid-19 e também de 20 pessoas que haviam tomado duas doses da vacina CoronaVac. O estudo não incluiu pessoas que tomaram doses de reforço.

No caso das pessoas que tiveram a infecção prévia, foi observada uma redução de 10,5 vezes da neutralização contra a variante Ômicron, ou seja, a neutralização pela Ômicron é 10,5 vezes pior do que para cepa original do novo coronavírus. No caso da Alfa, a redução é de 2,2 vezes; 5,4 vezes contra a Beta; 4,8 vezes contra a Gama; 2,6 vezes contra a Delta; 1,9 vez contra a Lambda; e 7,5 vezes contra a variante Mu. 

Já no teste feito com os anticorpos neutralizantes das 20 pessoas que tinham tomado as duas doses da vacina CoronaVac, a redução de neutralização média foi de 12,5 vezes sobre a Ômicron; de 2,9 vezes contra a Alfa; 5,5 vezes contra a Beta; 4,3 vezes contra a Gama; 3,4 vezes contra a Delta; 3,2 vez contra a Lambda; e 6,4 vezes contra a variante Mu.

Para os autores do trabalho, essa redução de neutralização de cerca de 12,5 vezes da CoronaVac frente a Ômicron – que demonstra perda de efetividade da vacina em relação à cepa original – é muito “melhor do que os trabalhos publicados sobre duas doses de vacinas de RNA mensageiro, nas quais foi observada uma diminuição de 22 vezes e de 30 até 180 vezes da neutralização em imunizados com a Pfizer”.

Mesmo assim, os autores destacam que a comparação dos estudos da CoronaVac com a Pfizer pode ter problemas, já que a diferença encontrada entre eles pode ser atribuída a ensaios diferentes ou amostras diferentes.

“A CoronaVac, ou outras vacinas inativadas, induzem um repertório maior de imunidade contra covid-19. Recentemente, há evidências científicas de que a capacidade de neutralização da CoronaVac contra a variante Ômicron é maior do que a capacidade das vacinas baseadas em proteína S. A consequência disso é que as vacinas inativadas, como a CoronaVac, resistem mais às variantes”, disse Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan.

Para especialistas que leram o estudo publicado na revista científica, ainda faltam dados para que seja possível afirmar que duas doses da CoronaVac seriam suficientes para neutralizar a Ômicron. Eles destacam que faltam dados, por exemplo, de resposta celular. Eles também lembram que o resultado observado com anticorpos neutralizantes nem sempre corresponde ao que é observado em cenários epidemiológicos reais.

Todas as vacinas aprovadas até este momento foram desenvolvidas para combater apenas a cepa original do SarS-CoV-2, que surgiu inicialmente na China. Todas elas apresentam, em maior ou menor grau, queda de eficácia em relação às variantes.

Devido à alta nos casos de Covid, INSS suspende temporariamente perícias médicas

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu temporariamente a realização de perícias médicas do Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade. As perícias são necessárias para revisão do benefício por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença. A suspensão se deu em virtude do aumento de casos de Covid-19 no país.

A suspensão vale para perícias marcadas desde o dia 12 de janeiro deste ano. A portaria conjunta do INSS e do Ministério do Trabalho foi publicada nesta quinta-feira (13). Segundo o ministério, as perícias suspensas serão remarcadas para o segundo semestre, e o INSS comunicará aos segurados a nova data.

Os segurados afetados pela suspensão das perícias continuarão recebendo os benefícios normalmente.

A portaria manteve o atendimento para os casos de mutirões de realização de perícia médica que já estavam previamente programados e com viagens definidas no âmbito da Subsecretaria da Perícia Médica Federal.

O Brasil vem registrando uma curva acentuada no aumento dos casos de covid-19. Dados de ontem (12) do Ministério da Saúde registraram 87.471 casos de covid-19 em apenas 24 horas. Há uma semana (5), o número de diagnósticos positivos foi 27.267, três vezes menor do que o registrado na quarta-feira. Já o último dia de 2021 registrou 10.282 casos de covid-19 no Brasil em 24 horas.

Bolsonaro minimiza a ômicron no Brasil: ‘Não tem matado ninguém’

O presidente Jair Bolsonaro (PL) minimizou nesta quarta-feira (12) o vertiginoso aumento de casos de Covid-19 impulsionado pela variante ômicron, que, segundo especialistas, poderá causar em breve uma nova sobrecarga do sistema hospitalar no país.

“A ômicron não tem matado ninguém. O que morreu aqui em Goiás não foi de ômicron. Na verdade, foi ‘com ômicron’, não foi ‘de ômicron’. Ele já tinha problemas seríssimos, em especial nos pulmões”, disse Bolsonaro ao portal Gazeta Brasil.

O paciente do estado de Goiás, um homem de 68 anos, que faleceu no dia 6 de janeiro, foi a primeira morte oficialmente confirmada no Brasil pela ômicron, segundo as autoridades do município de Aparecida de Goiânia. 

Especialistas garantem que essa variante já representa a maioria dos casos no país.

“A ômicron, que já espalhou pelo mundo todo, como as próprias pessoas que entendem de verdade dizem, tem uma capacidade de difundir muito grande, mas de letalidade muito pequena”, acrescentou Bolsonaro.

“Dizem até que seria um vírus vacinal (…) Algumas pessoas estudiosas e sérias, e não vinculadas a farmacêuticas, dizem que a ômicron é bem-vinda e pode, sim, sinalizar o fim da pandemia”, insistiu.

Esta hipótese está ganhando terreno entre governos e cientistas de outros países.

No entanto, quando perguntado por um jornalista brasileiro em Genebra sobre as declarações de Bolsonaro, o diretor do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde, Mike Ryan, afirmou que “nenhum vírus que mate é bem-vindo, especialmente se a morte e o sofrimento podem ser evitados”.

“Que o vírus seja menos severo não significa que a doença seja branda”, afirmou, segundo declarações reproduzidas no portal UOL.

Ryan disse não estar a par do que o presidente brasileiro afirmou.

Afogados confirma oito casos da Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta quarta (12) foram notificados 08 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

Trata-se de 05 pacientes do sexo feminino (20, 43, 46, 52 e 100 anos). Com exceção da paciente de 100 anos, que tomou 3 doses, todas as outras tomaram 02 doses. São 03 pacientes do sexo masculino (32, 36 e 44 anos), todos com 02 doses. Entre as mulheres: 01 aposentada, 01 estudante da rede privada, 01 agricultora, 01 dona de casa e 01 professora da rede pública. Já entre os homens: 01 advogado, 01 eletricista e 01 autônomo.

Hoje nós temos 01 novo caso em investigação: 01menor – 01 ano;
96 pacientes apresentaram resultados negativos para a COVID- 19.

Nesta quarta, 01 paciente apresentou alta após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 5.464 (98,00%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 37 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 28.581 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 76,70% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (5.402 casos), 96,89%;
Graves: (173 casos), 3,11%.

Ministra Damares Alves testa positivo para a covid-19

A assessoria do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos informou nesta quarta-feira (12) que a ministra Damares Alves, titular da pasta, testou positivo para a covid-19 após apresentar sintomas leves da doença. O resultado do exame saiu na segunda-feira (10), segundo o informe. 

De acordo com a pasta, a ministra “passa bem” e faz isolamento desde a última semana. Damares Alves já tomou duas doses da vacina Pfizer contra a covid-19 e fará novo teste de detecção do vírus depois de cumprir a quarentena.

Além de Damares, outros 14 integrantes do primeiro escalão do governo federal já contraíram a doença: Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura), Bruno Bianco (AGU), Fábio Faria (Comunicações), Braga Netto (Casa Civil), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Milton Ribeiro (Educação), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Roberto Campos Neto (Banco Central). 

O presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também já contraíram a doença.

Variante ômicron prevaleceu em 98,7% das amostras analisadas no Brasil, aponta levantamento

Uma nova análise feita pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), em parceria com os laboratórios Dasa e DB Molecular, constatou SARS-CoV-2 em 3.212 amostras, sendo que em 3.171 (98,7%) há indicação de infecção pela variante ômicron. Os pesquisadores analisaram 8.121 amostras coletadas entre 2 e 8 de janeiro de 2022.

Desde o dia 1º de dezembro de 2021, os pesquisadores testaram um total de 58.304 amostras em 478 municípios de 24 estados e do Distrito Federal. A ômicron foi identificada em 191 municípios de 17 estados: Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e também no Distrito Federal.

Segundo o instituto, entre a última semana de 2021 e a primeira de 2022, a positividade para SARS-CoV-2 nos testes foi de 13,7% para 39,5%.

Esse é o quarto levantamento dos laboratórios. A prevalência da ômicron foi de:

9% (em 21 de dezembro)

31,7% (em 29 de dezembro)

92,6% (em 6 de janeiro)

Para detectar a nova variante, os laboratórios utilizaram o teste RT-PCR e não fizeram o sequenciamento genético. “A ômicron possui diversas mutações e deleções (remoções de fragmentos de genes). Uma deleção em particular afeta os códons 69 e 70 do gene S (na linhagem Ômicron BA.1). Alguns testes RT-PCR falham na detecção da região deletada, e assim podemos detectar a ômicron”.

“Com os levantamentos, conseguimos acompanhar o avanço da Ômicron quase em tempo real, alertando o poder público e a população para a importância de não se abandonar as máscaras, como se chegou a cogitar, e do perigo de se planejar o carnaval nesta fase da pandemia. A experiência internacional com essa variante mostra que a doença se apresenta mais branda entre os vacinados, tendo os não vacinados 15 vezes mais possibilidade de forma grave e morte”, afirma o imunologista Jorge Kalil, diretor-presidente do ITpS.

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na terça-feira (11), o país tem 425 casos confirmados de ômicron e há outros 838 em análise.

Marisa Monte adia nova turnê após testar positivo para covid-19

Enquanto o mundo está lidando com um “tsunami” de infecções pela variante ômicron do coronavírus, cientistas e políticos tentam descobrir o que isso significa e como evitar o contágio de mais pessoas. Nesse contexto e depois das festas de fim de ano, novos casos começam a aparecer também no Brasil, inclusive entre famosos.

A cantora anunciou nesta terça-feira (11) que está com Covid, sem sintomas, e adiou a estreia dos shows de sua nova turnê, que seriam nos dias 19, 21 e 22 no Rio de Janeiro, e 27, 28 e 29 em São Paulo. “Em respeito ao bom senso e às recomendações sanitárias achamos prudente adiar as estreias”, ela escreveu.

Com o aumento de casos de Influenza e Covid-19, voos são cancelados no Aeroporto do Recife

O aumento no número de casos de Covid-19 e de Influenza obrigou as linhas aéreas a cancelarem voos nacionais e internacionais durante o mês de janeiro. A decisão foi tomada após contágio entre as tripulações e funcionários, gerando desfalque no atendimento aos passageiros. No Aeroporto Internacional do Recife, na Zona Sul, as viagens também foram interrompidas. 

A Azul não informou o número de voos cancelados no Recife, mas afirmou em nota que “a companhia registrou um aumento no número de dispensas médicas entre seus Tripulantes – casos esses que, em sua totalidade, apresentaram um quadro com sintomas leves – e tem acompanhado o crescimento do número de casos de gripe e covid-19 no Brasil e no mundo”.

Ainda de acordo com a empresa, mais de 90% das operações da companhia estão funcionando normalmente e que os clientes impactados estão sendo notificados das alterações, reacomodados em outros voos da própria companhia e recebendo a assistência necessária. Através do site da Infraero foi possível identificar pelo menos 12 voos cancelados pela empresa na capital pernambucana nesta segunda-feira (10).

A Latam comunicou que em função do recente aumento de casos de Covid-19 e de Influenza, precisou cancelar no Brasil cerca de 1% dos voos domésticos e internacionais programados pela companhia durante todo o mês de janeiro. A empresa também informou que caso o voo tenha sido alterado, o cliente deve realizar o login no site da LATAM e pode remarcar a viagem sem multa e diferença tarifária ou solicitar o reembolso da passagem sem multa. Confira os voos cancelados no Recife pela Latam: 

10 de janeiro: LA3563 (Recife-Guarulhos);  LA3548 (Guarulhos-Recife)

11 de janeiro: LA3548 (Guarulhos-Recife), LA3563 (Recife-Guarulhos)

A GOL afirmou que não houve nenhum cancelamento de voos envolvendo a operação em Recife nos últimos dois dias. 

Por meio de nota, a Aena -que é responsável pela administração do Aeroporto do Recife- garantiu que “desde o início da pandemia está tomando todas as medidas necessárias para evitar a disseminação do novo coronavírus, seguindo os protocolos recomendados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), como exigência do uso obrigatório de máscara, higienização constante de superfícies e desinfecção do aeroporto”. 

Ainda de acordo com a Aena, a empresa realiza uma ação de conscientização por meio de sinalização e utilização de avisos sonoros em português, inglês e espanhol com orientações de proteção para os passageiros sobre a Covid-19. 

Ministério reduz de 10 para 5 dias o isolamento para pacientes de Covid sem sintoma e após teste negativo

O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (10) que o período de isolamento para pessoas recém-recuperadas de Covid passa a ser menor, diminuindo de 10 para 5 dias para pessoas que estão sem sintomas respiratórios, sem febre há 24 horas (sem o uso de antitérmico) e que tenham resultado negativo para teste PCR ou de antígeno. A contagem deve ser feita a partir do início dos sintomas.

Veja como fica a nova recomendação do isolamento:

Cinco dias: se ao 5º dia o paciente não tiver sintomas respiratórios e febre por um período de 24 horas, sem uso de antitérmico, ele pode fazer o teste (antígeno ou PCR). Se for negativo, ele pode sair do isolamento. Caso o paciente assintomático apresente teste positivo no 5º dia, deverá manter o isolamento até o 10º dia.

Sete dias: Se ao 7º dia o paciente estiver assintomático, ele está liberado do isolamento, sem necessidade de fazer o teste. Se o paciente continuar com sintomas respiratórios ou febre, ele pode fazer o teste (PCR ou antígeno). Caso dê negativo, pode sair do isolamento. Se der positivo, deve ficar resguardado até 10 dias e só sair quando não tiver mais sintomas.

Após 10 dias, se estiver sem sintomas respiratórios, não é necessário fazer o teste e o paciente pode sair do isolamento.

“O isolamento é de sete dias. Se o paciente não quis testar no quinto dia, mas, se ao sétimo dia ele estiver sem sintomas, sem febre e sem uso de medicamentos por 24 horas, ele pode sair do isolamento. Não é necessário testar”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Correia de Medeiros.

O Ministério da Saúde reforça que todos os pacientes devem manter as recomendações até o 10º dia, como evitar aglomerações, evitar contato com pessoas com comorbidades, continuar usando máscara e outras medidas não farmacológicas.

As novas diretrizes estarão na nova versão do “Guia de Recomendações, Isolamento Domiciliar”. O documento deve estar disponível na terça-feira (11).

Aeroportos de SP têm voos cancelados por conta do aumento de casos de Covid e influenza

O aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, na Grande São Paulo, registrava ao menos cinco voos nacionais e um internacional, com destino a Buenos Aires, cancelados na manhã desta segunda-feira (10). O problema também ocorre no aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital. No local, 19 voos da Latam serão remarcados.

Os cancelamentos são causados pelo aumento do número de casos de Covid-19 e influenza, que atingem funcionários das companhias e afetam voos em diversas aéreas no Brasil.

Somente a Latam cancelou 52 voos nos aeroportos de SP, sendo 19 internacionais. Ao todo, desde o último sábado (8) até o dia 16 de janeiro, serão 121 voos cancelados.

Em nota, a companhia lamentou a situação e pediu que os clientes confiram o status do voo antes de se dirigir ao aeroporto.

Os clientes que tiveram o voo alterado poderão remarcar a viagem sem multa nem diferença tarifária ou solicitar o reembolso da passagem sem multa, segundo a Latam.

Outra empresa que também sofreu impacto após a alta nos casos de Covid e influenza foi a Azul. No sábado (8), o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), cancelou 29 voos da empresa. Entre quinta (6) e sábado (8), pelo menos 89 viagens não ocorreram.

Já a Gol informou por nota que “houve nos últimos dias um aumento dos casos positivos entre colaboradores, mas nenhum voo foi cancelado ou sofreu alteração significativa por este motivo. Os funcionários que apresentam resultado positivo estão sendo afastados das funções para se recuperarem em casa com segurança”.

“Em relação a Clientes, os casos positivos reportados antes do embarque estão sendo tratados com três opções oferecidas aos passageiros: cancelamento com o reembolso do valor total; cancelamento, mas com o valor total deixado como crédito para futuras compras; ou remarcação sem custos adicionais”, informa a nota.

Anavitória cancela shows após membros da equipe testarem positivo para Covid

O duo Anavitória cancelou o show que faria neste sábado (8/1) em Salvador, Bahia, após duas horas de atraso. Em comunicado, publicado nas redes sociais, as artistas disseram que membros da equipe testaram positivo para a covid-19. A nota informa que uma nova data será anunciada.

O espetáculo Candlelight, que aconteceria em São Paulo, neste domingo (9/1), também foi adiado para 5 de fevereiro.

De acordo com as artistas, toda a equipe estava fazendo testes diários para a covid-19 e o resultado de alguns membros da equipe apontou a infecção neste sábado. Todos estão vacinados e assintomáticos.

“O estado de saúde de todos é estável, ainda assintomáticos. Devidamente vacinados com as duas doses e cumprindo todos os protocolos, seguiremos em isolamento conforme orientações”, diz o texto.

Com crescimento da covid-19, cidades brasileiras retornam quarentena e toque de recolher

Com o aumento de casos de covid-19 e de influenza H3N2, o País já tem as primeiras cidades retomando a quarentena e o toque de recolher para reduzir a transmissão do vírus. No interior de São Paulo, a quarentena entrou em vigor nesta sexta-feira (7) em Amparo, e outras três cidades – Tupã, Orlândia e Capivari – reeditaram algumas das restrições que vigoraram no auge da pandemia. No Mato Grosso do Sul, a cidade de Ribas do Rio Pardo é a primeira a decretar toque de recolher.

Em Pernambuco, o Carnaval de rua foi suspenso no Recife e cancelado em outras cidades como Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Em reunião com prefeitos, nesta sexta, o secretário estadual de Saúde, André Longo, disse que o próximo encontro do Gabinete de Enfrentamento à Covid-19, na segunda (10), vai abordar temas como a possibilidade de novas restrições.

Kauan, da dupla com Matheus, testa positivo para Covid-19 e Influenza

O cantor Kauan, da dupla com o irmão Matheus, testou positivo para Covid-19 e Influenza. O comunicado foi feito nas redes sociais da dupla e no perfil oficial do sertanejo, na noite deste sábado (8). Segundo assessoria do músico, ele está sem sintomas e cumprirá o isolamento em casa.

“Passando aqui para avisar vocês que vou ficar por uns dias isolado em casa. Fui diagnosticado com Covid e influenza. Logo logo estou de volta se Deus quiser.”, escreveu Kauan.

Ainda conforme a nota, divulgada no perfil da dupla, Matheus testou negativo e manterá a agenda de shows do final de semana. “Em respeito ao público, as apresentações de Tamandaré (PE) e Salvador (BA) não serão canceladas”, informou o post.

No dia 11 de dezembro passado, o sertanejo Matheus Aleixo foi diagnosticado com gripe após se sentir febre e dor no corpo. Na época, Kauan fez show sozinho.

Após o post, diversos pessoas escreveram comentários desejando que Kauan tenha uma boa recuperação, entre eles, músicos como os cantores Kevinho, Thales Lessa, Matheus Moraes e Ton Carfi.

Casos diários de Covid-19 sobem mais de 6 vezes em uma semana no Brasil

Na última semana, o número de casos diários de Covid-19 aumentou mais de seis vezes no Brasil. Nesta sexta-feira (7), foram confirmados mais 63.292 novos diagnósticos positivos da doença. Há sete dias, em 31 de dezembro, o número registrado foi 10.282 casos.

O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia chegou a 22.450.222. Ontem (6), o painel de informações sobre a pandemia do Ministério da Saúde contabilizava 22.386.930.

Ainda há 180.249 casos em acompanhamento, de pessoas que tiveram o quadro de Covid-19 confirmado. Ontem, o número de pessoas infectadas com casos ativos estava em 140.453. Há uma semana, eram 84.063.

O total de infectados com a variante ômicron chegou a 359. Nesta quinta-feira, foi confirmada em Aparecida de Goiânia (GO) a primeira morte por esta variante no Brasil.

Dos casos registrados hoje, foram identificados 121 em São Paulo, 58 no Rio de Janeiro, 40 no Ceará, 38 em Goiás e Santa Catarina. Ainda há 708 potenciais casos em investigação, a maioria no Rio de Janeiro (312), Rio Grande do Sul (234) e em Minas Gerais (114).

Já o número de mortes teve crescimento menor. Nesta sexta-feira, foram notificadas 181 óbitos. Em 31 de dezembro, foram 72 mortes, diferença de menos de três vezes, mas que ainda assim indica o crescimento da curva no país.

Com esses números, o total de pessoas que perderam a vida para a pandemia alcançou hoje 619.822 ante os 619.641 óbitos de ontem.

Ainda há 2.830 mortes em investigação, em casos que demandam exames e procedimentos posteriores para saber se a causa foi covid-19.

Até esta sexta-feira, 21.650.151 pessoas já haviam se recuperado da doença.

Os dados estão no balanço divulgado nesta noite pelo do Ministério da Saúde. A atualização reúne informações sobre mortes e casos confirmados da doença enviadas pelas secretarias estaduais de Saúde.

Em geral, os números são mais baixos aos domingos, segundas-feiras e dias seguintes aos feriados por causa da redução das equipes que fornecem os dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Prefeito de Petrolândia veda realização de eventos devido crescimento da Covid-19 e Influenza

O aumento dos casos de Covid-19 e da Influenza no município levou o prefeito de Petrolândia, Fabiano Marques (Republicanos), a editar decreto (nº 1194/2022) vedando a realização de eventos públicos e privados em locais públicos, ainda que sejam espaços abertos ou fechados. A medida visa também conter os crescentes e contínuos requerimentos de realização eventos festivos no Município.

“A existência de cepas variantes do COVID-19 que estamos vendo chegando a Pernambuco e todo o País, os crescentes casos da influenza que vem lotando as unidades de saúde nos levaram a tomar uma medida preventiva de controle desses eventos e, principalmente, garantir a proteção à saúde e a vida das pessoas”, afirmou Fabiano.

Ainda segundo o decreto editado neste dia 5 de janeiro, “a realização de shows e apresentações artísticas bem como eventos sociais e religiosos, com ou sem comercialização de ingressos, em ambientes fechados ou abertos, privados, inclusive em clubes sociais, hotéis, bares, restaurantes e chácaras de aluguel, não ultrapasse 50% da capacidade máxima no local do evento, mediante o devido, cumprimento de protocolos sanitários”. Para isso, os estabelecimentos deverão apresentar na prefeitura uma solicitação com no mínimo 15 (quinze) dias de antecedência, uma solicitação para autorização do evento.

Os organizadores dos eventos deverão indicar a Vigilância Sanitária Municipal e a Polícia Militar do Estado de Pernambuco, um responsável pelo evento, fornecendo o nome completo, o número do RG e do CPF, comprovante de residência e o contato telefônico deste colaborador responsável.

O decreto também determina que permanece obrigatório, em todo território do Município, o uso de máscaras nos espaços de acesso aberto ao público, incluídos os bens de uso comum da população, vias públicas, no interior dos órgãos públicos, nos estabelecimentos privados e nos veículos públicos e particulares, inclusive transportes públicos de passageiros, táxis e moto-táxis.

Simaria testa positivo para Covid e suspende participação em show de Florianópolis

A cantora Simaria, da dupla sertaneja com Simone, e integrantes da banda, testaram positivo para Covid-19, na quinta-feira (6). Por conta do resultado, ela não irá participar do show que irá ocorrer em Florianópolis nesta sexta (7).

Simaria informou nas redes sociais que está com sintomas leves da doença. Ela já havia recebido resultado positivo de Covid em agosto de 2020.

“Testei novamente para o Covid-19. Estou com minhas vacinas em dia, do jeito que tinha que ser feito. Mas infelizmente, estou eu aqui de novo. Mas eu só tenho a agradecer, porque a única coisa q eu tenho é tosse e um pouco de moleza no corpo”, disse Simaria.

A artista se apresentaria com a dupla Maiara e Maraísa na Capital catarinense. A cantora Simone fez o teste, mas obteve resultado negativo para a doença e participará do espetáculo.

Por meio de nota a assessoria do local onde ocorre o evento, na Stage Music Park, informou que a programação com o show está mantida e seguirá os protocolos sanitários contra a Covid.

Nas redes sociais, Simaria falou ainda sobre a importância da aplicação da vacina e do uso de máscaras. “Talvez se eu não tivesse tomado as vacinas, poderia estar tendo sintomas piores. Porque a vacina nos protege” , disse.

Anvisa aprova registro de insumo da Fiocruz, e Brasil terá vacina 100% nacional contra Covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (7), o registro do insumo farmacêutico ativo (IFA) da vacina da AstraZeneca contra a Covid-19 fabricado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, o Brasil terá um imunizante produzido totalmente em território nacional.

Essa etapa era a última do processo de transferência de tecnologia da produção da vacina. Agora, o “ingrediente” da vacina (ou seja, o IFA) será produzido no país, em vez de ser importado de fora. No ano passado, a Fiocruz precisou atrasar a entrega de vários lotes de vacina por falta do IFA.

A Fiocruz tem o equivalente a 21 milhões de doses em IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade. A previsão é a de que as primeiras doses do imunizante sejam envasadas ainda em janeiro e entregues ao Ministério da Saúde em fevereiro.

Para aprovar o registro do insumo, a Anvisa avaliou estudos de comparabilidade – que demonstraram que o ingrediente fabricado no país teve o mesmo desempenho do importado.

“É uma grande conquista para a sociedade brasileira ter uma vacina 100% nacional para a Covid-19 produzida em Bio-Manguinhos/Fiocruz. A pandemia de Covid-19 deixou claro o problema da dependência dos insumos farmacêuticos ativos para a produção de vacinas. Com essa aprovação hoje pela Anvisa, conquistamos uma vacina 100% produzida no país e, dessa forma, garantimos a autossuficiência do nosso Sistema Único de Saúde [SUS] para essa vacina, que vem salvando vidas e contribuindo para a superação dessa difícil fase histórica do Brasil e do mundo”, destacou a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima.

A Anvisa já havia emitido, em abril de 2021, a certificação de boas práticas de fabricação do novo insumo – o que significou, na prática, que a linha de produção cumpria com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA.

Desde então, a Fiocruz vinha realizando a produção de lotes de teste para obter a autorização de uso do IFA nacional.

A vacina da Fiocruz está autorizada no Brasil desde 17 de janeiro do ano passado e recebeu o registro definitivo em março de 2021.