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Média móvel de mortes por Covid no Brasil passa de 200 e é a maior desde março

O Brasil registrou nesta terça-feira (28) 294 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 670.900 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 209, superando a marca de 200 pela primeira vez desde 31 de março (quando estava em 213). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +40%, indicando tendência de alta pelo quinto dia seguido.

Já a média móvel de casos chegou a 54.695, a maior registrada desde 1º de março.

Brasil, 28 de junho
Total de mortes: 670.900
Registro de mortes em 24 horas: 294
Média de mortes nos últimos 7 dias: 209 (variação em 14 dias: +40%)
Total de casos conhecidos confirmados: 32.207.082
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 70.166
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 54.695 (variação em 14 dias: +30%)

Acre, Amazonas, Amapá, Minas Gerais, Paraíba, Piauí e Roraima não tiveram registro de morte pela doença no período de 24 horas.

No total, o país registrou 70.166 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 32.207.082 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 54.695, variação de +30% em relação a duas semanas atrás. É a maior média registrada desde o dia 1º de março (quando indicava 65.370 casos por dia).

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Duas crianças abaixo de cinco anos morrem por dia em decorrência de Covid no Brasil

O Brasil tem registrado, em média, duas mortes de crianças menores de cinco anos por Covid a cada dia desde o início da pandemia. Os números são do instituto Observa Infância, ligado ao Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz).

Em 2020 e 2021, foram 1439 óbitos no grupo, sendo 48% dos casos eram de crianças com mais de 29 dias e menos de um ano completo. Somente neste ano, foram ao menos outras 291 mortes abaixo dos cinco anos até o último dia 11.

A região Nordeste do país apresenta a maior parte das mortes nessa faixa etária, com 43,9% do total, mesmo tendo apenas um terço da população analisada. Na sequência, aparece a região Sudeste, com 24,5% dos óbitos, seguida pelas regiões Norte (18,1%), Centro-Oeste (6,1%) e o Sul (7,3%).

“Bebês nessa faixa etária respondem por quase metade dos óbitos registrados entre crianças menores de 5 anos. É preciso celeridade para levar a proteção das vacinas a bebês e crianças, especialmente de 6 meses a 3 anos. A cada dia que passamos sem vacina contra Covid-19 para menores de 5 anos, o Brasil perde 2 crianças”, aponta a epidemiologista e professora da Faculdade de Medicina de Petrópolis (UNIFASE/FMP) Patricia Boccolini.

O pesquisador ponderou, no entanto, que mais estudos seriam necessários para identificar as causas do alto número de mortes de crianças brasileiras se comparadas às de outros países, bem como sobre a concentração dos óbitos nas regiões Norte e Nordeste e de crianças na fase do pós-neonatal.

Cristiano Boccoli, outro autor do levantamento, explica que os dados são de óbitos infantis em que a Covid-19 foi registrada como causa principal e aos que a doença foi uma das causas da morte, quando a infecção acentuou um fator de risco ou esteve associada à causa principal de óbito.

“Na análise do Observa Infância, consideramos também as mortes em que a Covid-19 agravou um quadro preexistente. Quer dizer, embora nem todas essas crianças tenham morrido de Covid-19, todas morreram com Covid-19”, explicou.

Pulseira inteligente detecta infecção por Covid-19 dois dias antes dos sintomas surgirem, aponta estudo

Desenvolvida para rastrear em tempo real o período fértil de mulheres, a pulseira Ava conseguiu detectar os primeiros indícios fisiológicos da Covid-19 em pessoas infectadas dois dias antes do surgimento dos sintomas, de acordo com estudo publicado neste mês na revista científica “BMJ Open”.

O trabalho reuniu cientistas em um consórcio internacional, com participantes da Alemanha, da Holanda e do Canadá, sob liderança de pesquisadores suíços. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 1,1 mil pessoas no ano de 2020.

Dentre elas, 127 tiveram casos de Covid-19 confirmados e 68% das pessoas infectadas tiveram mudanças em parâmetros corporais percebidos pelo algoritmo criado pelos cientistas. Os cálculos matemáticos interpretaram dados gerados pela pulseira dois dias antes dos sintomas surgirem.

Disponível comercialmente por US$ 279 (cerca de R$ 1,5 mil), a Ava possui três sensores que medem cinco parâmetros fisiológicos: frequência respiratória, frequência cardíaca, variabilidade da frequência cardíaca, temperatura da pele do punho e perfusão da pele (passagem de líquido através do sistema circulatório ou linfático).

Os dados cruciais para a identificação da Covid-19 foram a frequência cardíaca e respiratória, que apresentaram mudanças expressivas. Ao surgimento dos sintomas, foi constatada uma respiração a mais por minuto durante a noite, aceleração cardíaca de 0.87 batidas por minuto e aumento da temperatura do pulso em 0,18°C.

Usada apenas durante o sono, o dispositivo coleta dados a cada dez segundos e requer pelo menos quatro horas de sono relativamente ininterrupto. Para obter as informações, os participantes sincronizaram suas pulseiras com um aplicativo para celular ao acordar, transferindo dados do dispositivo para o sistema da Ava.

A Ava é o primeiro acessório weareble voltado para a medição da fertilidade que possui o aval da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora dos Estados Unidos. Atualmente, está em fase de teste na Holanda com 20 mil pessoas participantes. Os resultados da eficácia do acessório como estratégia de saúde pública no combate à pandemia deve sair ainda este ano.

Três a cada quatro hospitalizados por Covid-19 em Pernambuco estavam com esquema vacinal incompleto

Um novo levantamento feito pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), divulgado nesta segunda-feira (27), chamou a atenção para uma presença substancial de pessoas sem vacinação regular entre os pacientes de Covid-19 em Pernambuco no último mês. Segundo o levantamento, dos oito pacientes que morreram pela doença no estado, entre o final de maio e o início de junho, cinco não haviam tomado as doses da vacina indicadas para a faixa etária correspondente. Entre os 87 pacientes que precisaram ser hospitalizados, 63 não estavam com a vacinação em dia. 

Ainda de acordo com os números do levantamento feito pela SES-PE, dos pacientes que evoluíram para óbito, um (12,5%) tinha apenas uma dose da vacina, dois (25%) estavam apenas com o esquema básico (duas doses), três (37,5%) tinham três doses da vacina e apenas dois (25%) tinham as quatro doses. Seis deles estavam na faixa etária acima dos 60 anos, um dos grupos mais suscetíveis para complicações pela doença.

Já entre os hospitalizados, 19 (21,8%) sequer tinham tomado uma dose da vacina contra o novo coronavírus, seis (6,9%) tinham apenas uma dose registrada nos sistemas de informação e 17 (19,5%) tinham apenas o esquema vacinal básico (duas doses). Dos 13 pacientes que tomaram todas as doses necessárias, dez tinham comorbidades associadas. Todos tinham mais de 65 anos.

“Os dados e estudos apontam que, com o tempo, o nível de anticorpos cai após a vacinação. Nos idosos, há, ainda, outra questão que impacta a proteção: a imunossenescência, ou seja, o envelhecimento imunológico do organismo. O levantamento reforça a importância da imunização de reforço e acende o sinal de alerta para aqueles pernambucanos que estão com a vacinação indicada atrasada. Só assim aumentamos a quantidade de anticorpos no organismo, garantindo, novamente, uma proteção mais robusta”, ressalta a secretária executiva de Vigilância em Saúde da SES-PE, Patrícia Ismael.

Ela ainda lembra que a Secretaria Estadual de Saúde continua recomendando a utilização da máscara pela população em ambientes fechados, especialmente por pessoas com sintomas gripais, mesmo que leves, pacientes imunossuprimidos e idosos.Importante destacar que, desde a última semana, Pernambuco autorizou e iniciou a aplicação da quarta dose (ou segunda dose de reforço) da vacina contra a Covid-19 em pessoas a partir dos 40 anos de idade.

Agora, toda a população que tem quatro meses de aplicação da primeira dose de reforço já pode procurar os pontos de vacinação dos municípios para tomar o segundo reforço.

“Os indicadores da Covid-19 estão em alta, o que reforça a necessidade de nos proteger com a vacinação adequada e em tempo oportuno, evitando formas graves e óbitos pela doença. Os municípios devem implementar estratégias que facilitem o acesso da população à imunização, principalmente da quarta dose da vacina”, alerta a Superintendente de Imunizações de Pernambuco, Ana Catarina de Melo.

O levantamento também avaliou outros dados relacionados à doença e aos pacientes. Dos hospitalizados, 93,1% apresentavam alguma comorbidade – as doenças cardiovasculares e o diabetes foram as principais. Já 12% dos pacientes eram crianças de até 10 anos. A média de idade foi de 60,4 anos. Do total, 35 eram mulheres e 52 eram homens.

Já entre os óbitos confirmados pela doença, sete tinham 50 anos de idade ou mais. Apenas um paciente estava na faixa etária de 30 a 39 anos. Em relação a comorbidades, sete pacientes tinham doença pré-existente confirmada. Do total, cinco pacientes eram do sexo feminino e três do sexo masculino.

Afogados notifica 165 casos e confirma 79 óbito por Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que entre os dias 21 e 27/06 foram notificados 165 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

São 107 pacientes do sexo feminino, com idades de 08 meses a 97 anos. Dessas, 64 tomaram 02 doses, 28 tomaram 03 doses, 06 não se vacinaram, 07 tomaram 04 doses e 01 tomou 01 dose. São 58 pacientes do sexo masculino, com idades entre 09 meses e 65 anos. Desses, 28 tomaram 02 doses, 01 tomou 04 doses, 23 tomaram 03 doses, 05 não vacinados e 01 tomou 01 dose.

Óbito: Paciente do sexo feminino, 97 anos, aposentada, portadora de neoplasia (câncer) na região da cabeça/pescoço; hipertensa, 3 doses. Faleceu no HREC em 21/06. Nossos sentimentos aos familiares e amigos(as).

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 224 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

Hoje, 132 pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 8.220 pessoas (97,99%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 89 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 38.466 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 103,23% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (8.208 casos), 97,85%;
Graves: (180 casos), 2,15%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado (25/06) a SE 25 com 129 casos e média móvel 18,42 casos por dia.

Análise das quatros últimas semanas anteriores a SE 25:

SE 24 – 130 casos e MV 18,57;
SE 23 – 104 casos e MV 14,85;
SE 22 – 30 casos e MV 4,28;
SE 21 – 00 casos e MV 00.

Dados atualizados em 27/06.

AVISO IMPORTANTE:

A prefeitura de Afogados adotou o uso obrigatório de máscaras em AMBIENTES FECHADOS nas repartições públicas municipais, estaduais e federais dentro do território municipal.

Toda população de 12 até 39 anos devem tomar a 3 dose;

Todos os profissionais de saúde já podem tomar a 4 dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço;

Toda população acima de 40 anos também poderá tomar a 4 dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço;

Em alta, média móvel de mortes por Covid no Brasil se aproxima de 200 por dia

O Brasil registrou nesta segunda-feira (27) 147 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 670.606 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 198, voltando a se aproximar da marca de 200. É a maior marca desde o dia 1º de abril (quando estava em 206). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +38%, indicando tendência de alta pelo quarto dia seguido.

Já a média móvel de casos chegou a 54.400, a maior registrada desde 1º de março.

Brasil, 27 de junho
Total de mortes: 670.606
Registro de mortes em 24 horas: 147
Média de mortes nos últimos 7 dias: 198 (variação em 14 dias: +38%)
Total de casos conhecidos confirmados: 32.136.916
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 59.944
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 54.400 (variação em 14 dias: +36%)

Acre, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins não tiveram registro de morte pela doença no período de 24 horas.

No total, o país registrou 59.944 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 32.136.916 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 54.400, variação de +36% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Vacinas salvaram 20 milhões de vidas em um ano, aponta novo estudo

As vacinas contra a Covid-19 salvaram quase 20 milhões de vidas durante o primeiro ano de sua existência, segundo estimativas feitas por pesquisadores do Imperial College London. O estudo foi publicado na revista The Lancet Infectious Diseases. Os cientistas consideraram os imunizantes da Pfizer, AstraZeneca e Moderna.

O trabalho calculou os benefícios das vacinas e chegou à conclusão de que os imunizantes salvaram 19,8 milhões de vidas em 185 países nos primeiros 12 meses de uso. Os cientistas estimaram que 12,2 milhões de vidas foram salvas em países ricos e mais 7,5 milhões de vidas foram salvas em países cobertos pela iniciativa Covid-19 Vaccine Access (Covax), projetada para fornecer vacinas a nações mais pobres.

No entanto, os pesquisadores também descobriram que mais 600 mil mortes poderiam ter sido evitadas se a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar 40% da população em todos os países até o final de 2021 fosse cumprida.

A maioria das mortes evitáveis ocorreu no continente africano. Atualmente, apenas 60% da população mundial recebeu as duas doses primárias de uma vacina contra a Covid.

Das vidas salvas, os especialistas estimam que 15,5 milhões delas foram resultado dos imunizantes que protegem contra sintomas graves de Covid. Estima-se que outras 4,3 milhões de mortes foram evitadas indiretamente pelas vacinas de Covid, ajudando a reduzir a transmissão e impedindo a sobrecarga dos sistemas de saúde.

No estudo, os pesquisadores afirmam que a aplicação das vacinas representou uma redução global de 63% no total de mortes (19,8 milhões de 31,4 milhões) durante o primeiro ano de vacinação contra a Covid-19.

O estudo analisou dados sobre taxas de vacinação, mortes por Covid e excesso de registros de óbitos. Especialistas da Universidade Johns Hopkins estimam que 6,3 milhões de pessoas morreram de Covid em todo o mundo. Enquanto isso, cerca de 11,6 bilhões de imunizantes foram entregues.

“A alta proteção em nível individual contra doenças graves e mortalidade devido à Covid-19, bem como o benefício em nível populacional proporcionado pela proteção leve contra a infecção pelo coronavírus (antes do surgimento da variante Ômicron), conferida pela vacinação, alterou fundamentalmente o curso da pandemia de Covid-19”, escreveram os pesquisadores no estudo.

Brasil registra 41 mortes por Covid-19 neste domingo; média de casos é a mais alta desde março

O Brasil registrou neste domingo (26) 41 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 670.459 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 193. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 20%, indicando tendência de alta. Já a média móvel de casos chegou a 53.798, a maior registrada desde 1º de março.

Brasil, 26 de junho
Total de mortes: 670.459
Registro de mortes em 24 horas: 41
Média de mortes nos últimos 7 dias: 193 (variação em 14 dias: +20%)
Total de casos conhecidos confirmados: 32.076.972
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 18.074
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 53.798 (variação em 14 dias: +21%)

Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul e Piauí não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas. Os estados de Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima e Tocantins, além do Distrito Federal, não divulgaram atualização dos dados neste sábado.

No total, o país registrou 18.074 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 32.076.972 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 53.798, variação de +21% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Subvariante BA.5 da Ômicron é detectada e já circula em Pernambuco

Os nove genomas foram de coletas realizadas entre os dias 26 de maio e 1º de junho, em pacientes residentes dos municípios de Recife, Macaparana e São Bento do Una, sendo sete mulheres e dois homens, com idades entre 15 e 85 anos. Desses, apenas dois estavam com esquema vacinal completo e um dos pacientes havia tomado apenas uma dose da vacina contra a Covid-19. Seis foram assintomáticos e outros três apresentaram sintomas.

Os outros 137 genomas processados também foram da linhagem Ômicron, com coletas realizadas entre janeiro e junho, em pacientes residentes dos municípios de Barra de Guabiraba, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Recife, Salgueiro, Vitória de Santo Antão, além do arquipélago de Fernando de Noronha.

Na semana passada, Pernambuco já havia confirmado a circulação da subvariante BA.4 da Ômicron no Estado. Neste novo sequenciamento, 38 amostras foram identificadas como da sublinhagem BA.4.

“Continuamos atentos à vigilância genômica do novo coronavírus, monitorando frequentemente a circulação das variantes no território pernambucano. A entrada das sublinhagens BA.4 e BA.5 reforça ainda mais a importância da vacinação contra a Covid-19, inclusive das doses de reforço. Importante lembrar que Pernambuco já autorizou a aplicação da quarta dose (ou segunda dose de reforço) da vacina contra a Covid-19 nas pessoas a partir dos 40 anos de idade. Estas doses proporcionam o aumento da quantidade de anticorpos no organismo, ampliando a proteção e reduzindo a chance de infecção ou reinfecção, assim como formas graves da doença e óbitos”, alerta a secretária executiva de Vigilância em Saúde da SES-PE, Patrícia Ismael.

Ainda nas estratégias de vigilância, a Secretaria continua enviando aos aos municípios pernambucanos testes rápidos de antígeno para que as gestões locais qualifiquem suas estratégias. Neste mês, foram mais de 69,2 mil unidades ofertadas para cidades espalhadas por todas as regiões do Estado – somente na última semana, a Secretaria entregou 62,4 mil testes. O Estado segue em contato com as gestões municipais para que as cidades solicitem à Secretaria os insumos para a testagem de seus munícipes. A SES-PE conta com mais de 1,1 milhão de testes rápidos de antígeno em estoque.

Brasil registra 176 mortes por Covid em 24 horas; média móvel fica estável após 12 dias em alta

O Brasil registrou nesta quarta-feira (22) 176 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 669.612 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 124. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 0%, indicando tendência de estabilidade nos óbitos, após 12 dias seguidos de alta.

Brasil, 22 de junho
Total de mortes: 669.612
Registro de mortes em 24 horas: 176
Média de mortes nos últimos 7 dias: 124 (variação em 14 dias: 0%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.894.505
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 70.285
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 40.677 (variação em 14 dias: +9%)

Acre, Amazonas, Amapá, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Roraima, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas. Os estados da Paraíba e do Tocantins não divulgaram atualização dos dados até o fechamento deste boletim.

No total, o país registrou 70.285 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.894.505 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 40.677, variação de +9% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Brasil registra 219 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há 12 dias

O Brasil registrou nesta terça-feira (21) 219 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 669.436 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 147. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 21%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo 12º dia seguido.

Brasil, 21 de junho
Total de mortes: 669.436
Registro de mortes em 24 horas: 219
Média de mortes nos últimos 7 dias: 147 (variação em 14 dias: 21%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.824.220
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 68.102
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 40.174 (variação em 14 dias: 10%)

Acre, Amazonas, Amapá, Goías, Maranhão e Roraima não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas. O estado do Tocantins não divulgou os dados.

No total, o país registrou 68.102 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.824.220 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 40.174, variação de 10% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Roberto Carlos testa positivo para Covid e transfere show

O cantor Roberto Carlos testou positivo para a Covid. Segundo a assessoria do artista, ele apresentou sintomas gripais leves e já está no final de ciclo da doença.

Por precaução, o cantor transferiu a data do show que faria no Qualistage, no Rio, do dia 22 de junho para 6 de julho.

Leia a íntegra da nota da assessoria do “Rei”:

A assessoria de imprensa do artista Roberto Carlos, comunica que o cantor após alguns dias com sintomas gripais leves continua testando positivo para Covid 19 mesmo estando em final de ciclo. Por esse motivo, preocupados com o bem estar e proteção de todos, tomamos a decisão de transferir o show do dia 22 de junho (quarta feira), para o dia 06 de julho (quarta feira), às 21h30 no Qualistage no Rio de Janeiro. Lembramos que os ingressos ficam automaticamente validos para a nova data, e que as demais datas estão confirmadas.

Brasil registra 108 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há 11 dias

O Brasil registrou nesta segunda-feira (20) 108 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 669.217 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 141. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 47%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo 11º dia seguido.

Brasil, 20 de junho
Total de mortes: 669.217
Registro de mortes em 24 horas: 108
Média de mortes nos últimos 7 dias: 141 (variação em 14 dias: 47%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.756.118
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 55.733
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 37.298 (variação em 14 dias: 6%)

Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Roraima e Sergipe não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas.

No total, o país registrou 55.733 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.756.118 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 37.298, variação de 6% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Primeiro dia em novo centro de testagem para Covid no Recife teve quase 30% de resultados positivos

Inaugurado neste fim de semana pela prefeitura, o novo centro de testagem para Covid-19 do Recife, localizado no bairro do Bongi, na Zona Oeste, está com um movimento mais tranquilo neste domingo (19). Porém, segundo a direção da unidade, a procura foi alta no sábado (18), primeiro dia de funcionamento, com quase 30% de testes positivos.

O centro, montado no antigo Sesi da Mustardinha, na rua Major Mário Portela, é um dos três disponibilizados de domingo a domingo, das 8h às 18h, pela Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Além dele, funcionam também nos fins de semana os postos do Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro, e do Centro de Saúde Professor Mário Ramos, em Casa Amarela.

No Bongi, a movimentação neste domingo está mais tranquila do que no sábado, quando passaram pela unidade 584 pessoas. Dessas, 150 foram atendidas sem agendamento prévio. Do total de pacientes, 167 testaram positivo para a doença, o que equivale a 28% dos exames realizados. A maioria, no entanto, são casos de infecção leve.

Tendo sintomas como tosse e coriza, o enfermeiro Luiz Augusto da Silva, de 42 anos, veio ao centro com a mãe, de 71. Ele testou negativo; ela, positivo. “Agora é manter o isolamento e esperar o vírus ir embora. Ela está vacinada com todas as doses”, conta.

A aposentada Severina Antônia de Oliveira, 73, também tem se sentido doente, “espirrando muito”. Vinte minutos depois do teste, o alívio. “Negativo. Agora me sinto bem tranquila. Vou continuar com os cuidados, usando álcool e máscara. Não posso descuidar”, diz.

Já no posto localizado na sede da Fundação de Saúde Amaury de Medeiros (Fusam), no bairro da Boa Vista, Centro, havia uma fila, mas ainda longe daquela quantidade de gente que “dava volta” na praça Oswaldo Cruz no início do ano, quando a primeira variante da ômicron se espalhou por aqui. Na unidade administrada pelo Governo do Estado, que atende por demanda espontânea, são entregues 600 fichas por dia, quantitativo que pode aumentar caso a procura se torne mais intensa.

À reportagem, funcionários do centro disseram que vêm percebendo um aumento significativo de pessoas procurando o exame. Só na manhã deste domingo, até por volta das 11h30, 240 testes tinham sido realizados. Além disso, a taxa de positividade cresceu, com uma proporção de resultados positivos que tem variado de 15% a 20%.

O motorista de aplicativo Sormani Melo, 54, veio com a esposa, Maria de Fátima, 54. Ambos estão com sintomas leves e ficaram apreensivos diante da possibilidade de contrair novamente a doença. Em abril do ano passado, ele ficou internado na mesma semana em que a sogra faleceu. Mas, no fim, os dois testaram negativo. “Com certeza, estou aliviado. Temos que ficar atentos”, comentou.

Brasil registra 47 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há dez dias

O Brasil registrou neste domingo (19) 47 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 669.109 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 133. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 73%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo décimo dia seguido.

Brasil, 19 de junho
Total de mortes: 669.109
Registro de mortes em 24 horas: 47
Média de mortes nos últimos 7 dias: 133 (variação em 14 dias: 73%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.700.385
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 9.376
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 32.581 (variação em 14 dias: 10%)

O Acre divulgou boletim, mas não registrou casos e mortes de ontem para hoje. Alagoas, Amapá, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte e Sergipe não tiveram registro de mortes nas últimas 24 horas.

Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima e Tocantins não divulgaram boletim até as 20h deste domingo.

No total, o país registrou 9.376 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.700.385 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 32.581, variação de 10% em relação a duas semanas atrás.

Brasil registra 76 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há oito dias

O Brasil registrou nesta sexta-feira (17) 76 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.968 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 137. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 58%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo oitavo dia seguido.

Brasil, 17 de junho
Total de mortes: 668.968
Registro de mortes em 24 horas: 76
Média de mortes nos últimos 7 dias: 137 (variação em 14 dias: 58%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.671.199
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 30.424
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 36.447 (variação em 14 dias: 22%)

Minas Gerais Roraima e Tocantins não divulgaram seus boletins até 20h desta sexta. Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 31.671.199 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 30.424 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 36.447, variação de 22% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

O consórcio de veículos de imprensa não divulgará os dados da vacinação no país nesta quinta (16), sexta (17), sábado (18) e domingo (19), voltando a publicar os dados na segunda-feira (20).

UFRN detecta duas novas variantes Ômicron da covid-19

O Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) detectou dois novos tipos de variantes Ômicron da covid-19 coletadas, em maio, de pessoas em Natal. A pesquisa foi feita com participação do Laboratório Getúlio Sales Diagnóstico e o Instituto Butantan.

O estudo sequenciou e analisou amostras coletadas pelas unidades de saúde da prefeitura de Natal e pelo IMT, detectando a circulação das variantes Ômicron (BA.5-like) e Ômicron (BA.4-like).

De acordo com a diretora do IMT, Selma Jerônimo, as novas variantes indicam ser mais transmissíveis, em razão do aumento no número de pessoas infectadas com covid-19 nas últimas semanas.

A diretora ressaltou a importância da vacina contra a covid-19, para evitar a forma grave da doença, bem como orientou sobre o uso de máscaras em locais fechados, além das demais medidas de biossegurança, como a higiene frequente das mãos.

Covid-19: teste com paxlovid em voluntários de baixo risco é suspenso

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz) suspendeu a busca por voluntários que fariam testes com o medicamento Paxlovid para pacientes de baixo risco para covid-19.

Segundo o instituto, a Pfizer, que desenvolveu o remédio, decidiu suspender os estudos clínicos no grupo de pessoas abaixo de 65 anos sem comorbidades por não ter constatado, em análise preliminar, diminuição significativa no tempo de sintomas e na internação desses pacientes.

Na terça-feira (14), o instituto divulgou que buscava voluntários para realizar os testes no Rio de Janeiro em parceria com a farmacêutica, como parte de uma pesquisa realizada em diversas partes do mundo com 1.980 voluntários.

O INI também participou dos testes anteriores do Paxlovid, que mostraram que o medicamento é seguro e eficaz no tratamento de pacientes com alto risco (pessoas acima dos 65 anos e com comorbidades) para o desenvolvimento de quadros mais graves da doença, o que continua válido.

Esses dados permitiram que o uso emergencial do remédio contra covid-19 fosse liberado por agências regulatórias como a FDA, dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para os grupos de risco.

Na convocação de voluntários publicada na terça-feira, a Fiocruz citava que os resultados em pacientes de alto risco apontaram que o remédio, que combina os antivirais nirmatrelvir e ritonavir, reduziu em 89% a hospitalização pela doença e óbitos.

A Pfizer Brasil esclareceu que com relação aos questionamentos sobre o estudo EPIC-SR (Evaluation of Protease Inhibition for Covid-19 in Standard-Risk Patients) do paxlovid, a empresa decidiu cessar a inscrição do estudo por causa da baixa taxa de hospitalização ou morte na população de pacientes de risco padrão. No entanto, continuará avaliando o tratamento em populações com alta necessidade médica não atendida.

A farmacêutica disse acreditar que os dados do estudo EPIC-SR “apoiam a eficácia e o perfil de segurança do paxlovid para o tratamento da covid-19 leve a moderada, em pacientes, com pelo menos, um fator de risco de progredir para a forma grave, independentemente do status da vacinação”.

De acordo com a Pfizer, um dos achados do estudo foi que “o autorrelatado alívio sustentado de todos os sintomas por quatro dias consecutivos, parâmetro clínico utilizado como objetivo primário do estudo, não mostrou diferença significativa do ponto de vista estatístico”.

Além disso, informou que demais dados analisados no estudo com a participação de pacientes de risco padrão, para vacinados e não vacinados, apesar de nem todos estatisticamente significativos, “reforçam os dados de segurança e eficácia observados no estudo EPIC-HR (uso de paxlovid em pacientes com covid leve a moderada com ao menos um fator de risco para evolução na forma grave) e serão incluídos na próxima submissão do registro definitivo ao FDA dos EUA para pacientes de alto risco”.

A empresa finalizou a nota informando que os dados de segurança disponíveis para paxlovid têm sido consistentes em mais de 3,5 mil participantes dos estudos EPIC-HR, EPIC-SR e EPIC-PEP, “bem como em experiência de segurança pós-autorização relatada até o momento”.

Pernambuco registra, nesta quinta-feira (16), quatro mortes e 1.428 novos casos de Covid-19

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) registrou, no boletim divulgado nesta quinta-feira (16), quatro óbitos por Covid-19 e 1.428 novos casos da infecção.

Do total de casos, oito (0,5%) são de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 1.420 (99,5%) são leves.

Agora, Pernambuco totaliza 951.652 casos confirmados da doença, sendo 58.703 graves e 892.949 leves.

As quatro mortes ocorreram entre 21 de junho de 2020 e 18 de maio deste ano e são de pessoas residentes do município do Recife (3) e Amaraji (1), na Zona da Mata Sul de Pernambuco. Com isso, o Estado contabiliza 21.797 óbitos pela Covid-19.

Os pacientes tinham entre 58 e 95 anos. Do total, três pacientes apresentavam doenças preexistentes: doença cardiovascular (2), hipertensão (1), diabetes (2), ex-tabagista (1), ex-etilista (1), sequela de AVC (1). De acordo com a SES-PE, um paciente pode ter mais de uma comorbidade e um caso segue em investigação.

Brasil registra 148 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há uma semana

O Brasil registrou nesta quinta-feira (16) 148 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.892 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 149 Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 59%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo sexto dia seguido.

Brasil, 16 de junho
Total de mortes: 668.892
Registro de mortes em 24 horas: 148
Média de mortes nos últimos 7 dias: 149 (variação em 14 dias: 59%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.640.775
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 31.009
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 40.088 (variação em 14 dias: 29%)

Acre, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Roraima e Tocantins não divulgaram seus boletins até 20h desta quinta. Alagoas, Amazonas, Amapá, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Rondônia e Sergipe não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 31.009 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.640.775 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 40.088, variação de 29% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

O consórcio de veículos de imprensa não divulgará os dados da vacinação no país nesta quinta (16), sexta (17), sábado (18) e domingo (19), voltando a publicar os dados na segunda-feira (20).

Covid-19: Ômicron não fornece reforço imunológico contra reinfecção, diz estudo

Pesquisadores da Imperial College em Londres, na Inglaterra, divulgaram nesta terça-feira um novo estudo que aponta que a infecção pela variante Ômicron da Covid-19 não garante proteção contra a reinfecção. Conforme especialistas, a descoberta poderia ajudar a explicar por que contágios repetidos em uma mesma pessoa têm sido uma característica comum dessa cepa, que se espalha em um momento em que a vacinação ainda fornece proteção contra casos graves e morte.

“Quando a Ômicron começou a se espalhar pelo país, as pessoas diziam que isso melhoraria a imunidade delas. O que estamos dizendo é que a infecção não é um bom reforço da imunidade”, ressaltou ao The Guardian a professora Rosemary Boyton, coautora do estudo.

A pesquisa foi realizada com 731 profissionais de saúde com três doses da vacina contra a doença no Reino Unido. Para aqueles que foram triplamente imunizados e não tiveram infecção prévia pelo SARS-CoV-2, a infecção por Ômicron forneceu um impulso imunológico contra variantes anteriores (Alfa, Beta, Gamma, Delta e a cepa ancestral original), mas pouca eficácia contra a própria Ômicron. Os infectados durante a primeira onda da pandemia e depois novamente com a Ômicron não tiveram nenhum reforço na imunidade.

Pesquisadores concluíram, portanto, que independentemente do histórico de infecção anterior dos participantes, algumas semanas após a terceira vacina de Covid-19, seus níveis de células T contra proteínas Ômicron eram baixos, enquanto os níveis de anticorpos contra proteínas Ômicron eram mais baixos do que contra outras variantes.

“Descobrimos que a Ômicron está longe de ser um impulsionador natural benigno da imunidade da vacina, como poderíamos ter pensado, mas é um evasor imunológico. Não só pode romper as defesas da vacina, mas parece deixar poucas das marcas que esperávamos no sistema imunológico. É mais furtiva do que as variantes anteriores e se espalha sob o radar, o sistema imunológico é incapaz de se lembrar dela”, explicou em entrevista à Imperial College Danny Altmann, outro autor do estudo.

O estudo destaca que, embora a vacinação forneça proteção contra doenças graves, o impacto da infecção e da reinfecção na saúde a longo prazo ainda não é conhecido.

“Temos a preocupação de que a Ômicron possa sofrer ainda mais em uma cepa mais patogênica ou se tornar mais capaz de superar a proteção da vacina. Nesse cenário, as pessoas que tiveram infecção por Ômicron teriam pouco reforço contra infecções futuras, dependendo de sua impressão imunológica”, ressaltou Altmann.

“A ligação entre o histórico de infecção de uma pessoa e sua resposta à vacina agora está clara. A infecção anterior com diferentes variantes afeta tanto a potência quanto a durabilidade de suas respostas imunológicas. A eficácia das atuais estratégias de vacinação dependerá não apenas de quais variantes se tornarão dominantes no futuro, mas também de como as ondas anteriores de infecção afetaram nossa imunidade”, explicou Joseph Gibbons, da Queen Mary University of London, também autor do estudo.

Brasil registra 340 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há seis dias; número de óbito é maior por dados acumulados de SP

O Brasil registrou nesta quarta-feira (15) 340 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.744 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 149 Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 43%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo sexto dia seguido.

O número de óbitos registrados em 24h é maior do que o que vem sendo registrado por conta de dados acumulados de SP, que não divulgou boletim até 20h de terça-feira (15). Nesta quarta, o estado registrou 156 mortes de ontem para hoje.

Brasil, 15 de junho
Total de mortes: 668.744
Registro de mortes em 24 horas: 340
Média de mortes nos últimos 7 dias: 149 (variação em 14 dias: 43%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.609.766
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 66.766
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 42.179 (variação em 14 dias: 28%)

Espírito Santos e Tocantins não divulgaram seus boletins até 20h desta quarta. Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí e Roraima não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 66.766 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.609.766 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 42.179, variação de 28% em relação a duas semanas atrás

Com maior circulação viral, secretaria recomenda uso de máscara em ambientes fechados em Pernambuco

O uso de máscaras de proteção contra a Covid-19 segue não obrigatório em Pernambuco. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) informou à reportagem, nesta terça-feira (14), no entanto, que recomenda que a população utilize o equipamento em ambientes fechados, especialmente quem apresente sintomas gripais, mesmo que leves, pacientes imunossuprimidos e idosos.

A recomendação, que não é uma obrigação, vem diante de um momento de maior circulação viral, “notadamente com aumento dos casos leves”, segundo a SES-PE.

Pernambuco observa um aumento no número de notificações de casos: na semana passada, por exemplo, o Estado voltou a registrar mais de 1 mil casos diários de Covid-19, total que não era contabilizado há quase dois meses. A SES-PE também confirmou a circulação da subvariante BA.4 da ômicron no Estado.

Para conter o avanço da Covid-19 e de outras doenças respiratórias, cidades e estados do Brasil voltaram a recomendar ou obrigar o uso do equipamento – como é o caso, por exemplo, de Belo Horizonte, onde a utilização da máscara em locais fechados será novamente obrigatória entre esta terça-feira e 31 de julho.

Diante da melhora no cenário epidemiológico, com números de mortes, casos e internações em recuo, a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes ao ar livre foi retirada em 29 de março em Pernambuco. Pouco menos de um mês depois, em 20 de abril, a medida foi estendida a ambientes fechados.

Atualmente, o uso do equipamento é obrigatório no Estado apenas em hospitais, serviços de saúde e farmácias, transporte público e escolas.

Em nota, a SES-PE informou que não há alteração nos protocolos em vigor atualmente. “O Governo de Pernambuco continua monitorando de forma permanente e criteriosa a evolução do cenário epidemiológico da Covid-19”, afirma trecho do texto. Medidas para conter o vírus, destaca a SES-PE, “são sempre proporcionais ao momento epidemiológico vivenciado”.

“Qualquer nova medida dentro do Plano de Convivência com a Covid-19 será amplamente divulgada”, destaca a pasta.

Alguns órgãos, como o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e o Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT/PE) se anteciparam e retomaram a obrigatoriedade do uso da máscara para acesso às suas dependências.

Sem dados de SP, RO e TO, Brasil registra 174 mortes por Covid em 24 horas; média móvel está em alta há cinco dias

O Brasil registrou nesta terça-feira (14) 174 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.404 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 143. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 36%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo quinto dia seguido.

Brasil, 14 de junho
Total de mortes: 668.404
Registro de mortes em 24 horas: 174
Média de mortes nos últimos 7 dias: 143 (variação em 14 dias: 36%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.543.000
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 47.966
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 39.965 (variação em 14 dias: 28%)

São Paulo, Rondônia e Tocantins não divulgaram seus boletins até 20h desta terça. O g1 entrou em contato com as secretarias de saúde, mas não obteve explicação até a publicação desta reportagem. Acre, Amapá, Maranhão, Rio Grande do Norte e Roraima e Tocantins não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 47.966 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.543.000 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 39.965, variação de 28% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.

Brasil registra 53 mortes por Covid em 24 horas; média móvel é a mais alta desde 7 de abril

O Brasil registrou nesta segunda-feira (13) 53 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 668.230 desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 161, o maior valor desde 7 de abril. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de 46%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença pelo quarto dia seguido.

Brasil, 13 de junho
Total de mortes: 668.230
Registro de mortes em 24 horas: 53
Média de mortes nos últimos 7 dias: 161 (variação em 14 dias: 46%)
Total de casos conhecidos confirmados: 31.492.858
Registro de casos conhecidos confirmados em 24 horas: 20.543
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 44.316 (variação em 14 dias: 69%)

Todos os estados e o Distrito Federal divulgaram dados nesta segunda-feira. Acre, Alagoas, Amapá, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Paraná, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins não registraram mortes em 24 horas.

No total, o país registrou 20.543 novos diagnósticos de Covid-19 em 24 horas, completando 31.492.858 casos conhecidos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi de 44.316, variação de 69% em relação a duas semanas atrás.

Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no dia 31 de janeiro deste ano.