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Tribunal Eclesiástico emite nota de pesar em virtude da morte do Monsenhor João Carlos

Essa é uma prece usualmente proferida tanto no momento da celebração das Exéquias como em ocasiões dirigidas aos fiéis defuntos. Não imaginaríamos de tê-la que proferir tão cedo e de forma tão súbita, em plena celebração do Tríduo Pascal, ao Senhor da Vida pelo nosso irmão em Cristo Monsenhor João Carlos Acioly Paz.

Talvez assim o tenha querido o Senhor Jesus levá-lo nesse tempo forte, como forma nítida de nos recordar que nos quer juntos Dele na glória sem fim. Ecoam já antecipando, sem ferir o tempo, as palavras do Salmo 117,17 que serão cantadas: “Não morrerei, mas ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!”

Hoje, segundo a vontade do Senhor (Lc 23,42), Mons. João Acioly, como era conhecido entre nós, está cantando os louvores de Deus. E, como ainda, nos recorda o Salmo 117 no refrão a ser cantado: “Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!”.

A vida devotada ao Senhor Jesus por ele, numa atitude de entrega como discípulo-missionário, serve de ânimo para continuarmos trilhando o caminho do Senhor. E isso foi testemunhado por nós, na medida das circunstâncias de tempo e espaço, que compomos hoje o Tribunal Regional e de Apelação de Olinda e Recife. É claro, sem esquecer de enunciar sua atuação também na Câmara Eclesiástica da diocese de Afogados da Ingazeira. O zelo pela justiça reparativa era uma das suas características no ofício de Vigário Judicial e Presidente do Tribunal.

O mesmo nutria sempre uma preocupação pastoral com as pessoas que acorriam ao Tribunal, para buscar a devida justiça, na verdade e na misericórdia, seja qual fosse a causa. Diante disso, nós que compomos este Tribunal Eclesiástico, nas pessoas do Moderador do Tribunal Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, Bispo de Nazaré, e do Vigário Judicial e Presidente Monsenhor José Heleno dos Santos, despedimo-nos pesarosos do irmão Mons. João Acioly, mas com a certeza da ressurreição em Cristo.

CNBB NE2 emite nota de pesar pela morte do Monsenhor João Carlos

A Presidência do Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB NE2) divulgou, neste Sábado de Aleluia (16), nota de pesar pelo falecimento do monsenhor João Carlos Acioly Paz, de 61 anos.

O sacerdote era vigário-geral da Diocese de Afogados da Ingazeira (PE) e faleceu na Sexta-feira Santa após complicações causadas por um câncer no pâncreas.

O texto da CNBB NE2 expressa solidariedade à toda a Igreja do sertão pernambucano e aos familiares do monsenhor João Carlos. A mensagem também destaca as orações para que o sacerdote “encontre no abraço da misericórdia de Deus o acolhimento destinado ao ‘servo bom e fiel’”.

Por fim, a Presidência do Regional agradece a Deus pelos “inúmeros serviços prestados” pelo religioso às dioceses e arquidioceses de Alagoas, da Paraíba, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, sobretudo como vigário judicial e presidente do Tribunal Eclesiástico e de Apelação do Regional Nordeste 2.

Leia a nota na íntegra:

Paróquia da Penha emite nota de pesar

A Paróquia de Nossa Senhora da Penha, juntamente com nossos Párocos, Pe. Josenildo, Pe. América e o diácono Rogério, manifestam sua solidariedade à família do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, em virtude do seu falecimento, ocorrido na tarde de ontem (15).

Rezemos pedindo a intercessão de Maria, nossa mãe da Penha, para que o acompanhe à morada celeste, onde ele agora contempla o rosto d’aquele a quem tanto amou e serviu na terra.

Expressamos as mais sinceras condolências, e rogamos a Deus que conforte o coração dos familiares, paroquianos e amigos.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida: quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá”.
João 11: 25 – 26

Paróquia de Tuparetama lamenta morte de seu pároco, Monsenhor João Carlos

É com imenso pesar que a Paróquia do Sagrado Coração de Jesus de Tuparetama, comunica o falecimento do seu Pároco, Monsenhor João Carlos Acioly Paz. Monsenhor João Carlos que tomou posse em nossa Paróquia em 2019 exerceu com fé o seu ministério, trouxe ao povo de Tuparetama, palavras de ensinamento e perseverança, foi padre, pastor e acima de tudo um pai espiritual exemplar, não houveram limitações que o impedissem de levar a palavra a quem precisasse, foi conselheiro, amigo fiel de todos e caridoso, abraçou e foi abraçado pelo povo de Tuparetama, que hoje chora e sofre pela sua partida. Confiantes no senhor e certos de que ele já foi acolhido nos braços do pai, nos consolamos no senhor e levamos conosco seus ensinamentos e suas belas celebrações, onde em suas homilias sempre ressaltou que devemos aceitar a vontade de Deus. Monsenhor João Carlos, nos deixa seu legado de um homem temente a Deus e exemplo de fé inabalável, vá em paz e descanse ao lado do pai. Descanso eterno dá-lhe senhor e brilhe para ele a vossa luz.
OBRIGADO MONSENHOR JOÃO CARLOS!
Tuparetama-PE. 15 abr, 2022
Paróquia do Sagrado Coração de Jesus.

Prefeitura da Ingazeira decreta luto de três dias em virtude da morte do Monsenhor João Carlos

Considerando o pesar que se abateu sobre a região do Pajeú, com o falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, ocorrido no dia hoje, 15 de abril de 2022, bem como o fato de que o Monsenhor foi pároco da comunidade de Santa Rosa de Lima, integrante da Paróquia de João José, neste Município, prestando efetivos serviços ao povo Ingazeirense;

Considerando que Monsenhor João Carlos Acioly Paz, prestou efetivo serviços públicos comunitários e religiosos na qualidade de padre de diversas Cidades do Pajeú, também como vigário geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios; o carinho que a comunidade da Ingazeira tem pelo Vigário, dedicado que foi e exemplar homem de Deus, Monsenhor João Carlos Acioly Paz, decreta por três dias em todo o território do Município da Ingazeira, em sinal de pesar pela morte do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, popularmente conhecido como “Padre João”, ficando durante este período a bandeira do Município hasteada a meio mastro.

Prefeito de Tuparetama emite nota de pesar pela morte do Monsenhor João Carlos

O nosso vigário, o Monsenhor João Carlos Acioly Paz, Pároco de Tuparetama e Vigário Geral da Diocese, parte para os braços de Jesus nesta sexta-feira da Paixão. Há de haver um propósito maior a sua passagem acontecer no dia em que a igreja congrega a morte do filho de Deus. Tuparetama e toda a comunidade cristã do Pajeú, lamenta e chora a sua partida.

Monsenhor João Carlos, além de conduzir a Paróquia do Sagrado Coração, era nosso amigo de longas datas. Ele e Raquel foram colegas de sala no Colégio Normal Estadual de Afogados da Ingazeira.

Neste momento de dor e tristeza, nos abraçamos a toda comunidade católica do Sertão do Pajeú, que neste dia chora e lamenta a partida precoce do Padre João, que em mais de 40 anos de sacerdócio difundiu o evangelho do Cristo Ressuscitado.

Fica aqui nossa eterna gratidão.

Por meio de nota, José Patriota lamenta morte do Monsenhor João Carlos

Hoje eu perdi um amigo, ele era Monsenhor. Tínhamos a mesma idade. Os nossos destinos unidos pela origem humilde, pela simplicidade, pela mesma rua onde um dia moramos, e a mesma escola, onde juntos estudamos.

À certa altura da vida, o nosso caminho se bifurcou: ele seguiu a vida sacerdotal, e eu o da luta sindical e política. Mas sempre compartilhando os mesmos ideias de um mundo mais justo, menos desigual.

Meu amigo, ao longo da vida, ocupou vários cargos importantes, sempre desenvolvendo suas atividades com extrema honradez e competência.

O meu amigo se chamava João, e me foi um leal companheiro de jornada. Quantas vezes liguei para ele ao longo da vida para ouvir o seu conselho sábio, emoldurado por aquela voz sempre firme, segura, sensata.

Lembro da minha emoção ao ouvi-lo discursar em minha primeira posse como Prefeito de Afogados, ressaltando que pela primeira vez em sua história, a cidade tinha eleito um filho do povo. Assim como ele.

Quando descobri o câncer que me acomete, liguei para ele, para ouvir uma palavra não de consolo, mas de estímulo para poder continuar a vida. Quando ele descobriu o dele, me chamou para conversarmos sobre como enfrentar a doença.

Meu amigo foi um exemplo de vida, de dignidade, de sabedoria, de compromisso com o povo sofrido do Pajeú, de onde saíram nossas raízes e compromissos mais profundos.

Hoje Deus chamou meu amigo para junto de si. Não serei egoísta em reclamar a sua presença. Lá do alto, no bom lugar em que ele está, sei que ele olhará por nós. Quanto a mim, chorarei a saudade e consolarei a dor na lembrança do que vivemos, meu irmão, meu amigo, João Carlos Acioly Paz.

Minhas condolências a todos os familiares, amigos e admiradores, nesse momento tão triste para todos.

José Patriota – ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e ex-presidente da Amupe

AEDAI/FASP lamenta morte do Monsenhor João Carlos Acioly

Comunicamos, com pesar, o falecimento do Monsenhor João Carlos Paz Acioly. Ele que foi Diretor-Presidente da Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira, foi também,Diretor Pedagógico da Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira –  FAFOPAI, Hoje, Faculdade do Sertão do Pajeú – FASP; – AEDAI e também Professor de Filosofia, por 30  anos, dos Cursos de Letras, Pedagogia e História.

Monsenhor João Carlos teve papel fundamental na criação da Autarquia, bem como da /faculdade, participandoefetivamente em todos os momentos, das discussões para sua implementação, conduzindo com muita competência o processo de criação e reconhecimento dos cursos de Letras e Matemática. Como professor foi, por várias vezes, homenageado.

De grande competência, seriedade e carisma, Padre João, como era chamado por todos, deixa um grande legado à AEDAI/FASP, à Diocese e à sociedade de Afogados da Ingazeira e toda a Região do Pajeú. 

Externamos nossos agradecimentos e reconhecimento a esse homem de Deus e da academia, nosso eterno amigo, professor e diretor, que nessa Sexta-feira Santa, uniu a sua Via Crucis à cruz do Cristo, na firme esperança da ressurreição.

Com esse sentimento, os diretores, professores, alunos e funcionários com toda a Comunidade Acadêmica da AEDAI/FASP, externam seus mais profundos sentimentos, que Deus o receba na sua glória e conceda conforto aos seus familiares.

Zeinha Torres emite nota de pesar pelo falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz

O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres decretou luto oficial de três dias em decorrência do falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz ocorrido na tarde desta sexta-feira (15), em Afogados da Ingazeira.

O Monsenhor nasceu em Jabitacá, distrito pertencente ao município de Iguaracy. Homenagem justa.

No Instagram, Zeinha fez uma publicação dizendo que recebeu a notícia com muito pesar:

“Recebi com imenso pesar a notícia do falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz, ocorrido na tarde desta sexta-feira, me uno em oração aos seus familiares e amigos, pedimos ao Senhor nosso Deus, fonte e origem de toda a vida, que acolha com misericórdia e conceda ao Monsenhor João Carlos Acioly Paz o descanso eterno e a justa recompensa por tudo o que ensinou e fez.

Consola-nos a confiança de sua páscoa e a esperança de que esse nosso irmão partilhava da certeza que nos foi deixada pelo apóstolo de que a “a coroa da justiça” está reservada para ele pelo Senhor, o Justo Juiz, que dará essa coroa, não somente a ele, “mas a todos os que tiverem esperado com amor a sua manifestação” (2 Tm 4,8).”.

Monsenhor João Carlos será sepultado neste sábado, em Afogados da Ingazeira

Por meio de nota, a diocese de Afogados da Ingazeira informou que, o sepultamento do Monsenhor João Carlos Acioly – acontecerá neste sábado, às 16h, no Cemitério Parque da Saudade. Antes, às 15h30, dom Egídio Bisol preside a Celebração Exequial.

O velório acontece na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios a partir da noite desta sexta-feira (15).

O Monsenhor faleceu nesta tarde, na casa de sua irmã, Edileuza Acioly, em Afogados da Ingazeira.

O sacerdote tinha 61 anos e não resistiu a um quadro de câncer de pâncreas que apresentou complicações depois de dois anos de tratamento.

Monsenhor nasceu em Jabitacá, distrito de Iguaracy em 10 de julho de 1960. Era um dos filhos de Dona Cordeira e seu Pedro.

O Monsenhor João Carlos foi ordenado sacerdote em 29 de dezembro de 1984 na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, pelas mãos de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.

O Monsenhor passou pelas paróquias do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira; de São Sebastião, em Iguaracy; de Nossa Senhora da Conceição, em Flores e do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, paróquia que atuava desde 2019.

De 2002 e 2008 e de 2010 a 2022 foi vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira. Durante o período de sede vacante na diocese, assumiu a função de Administrador Diocesano.

Trabalhou como Diretor Presidente, Diretor Pedagógico e professor da Faculdade do Sertão do Pajeú, antiga Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira.

Exerceu a função de vigário judicial e presidente do Tribunal Eclesiástico e de Apelação do Regional Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas).

Na Rádio Pajeú, foi Diretor Administrativo e, atualmente, estava como Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.

Prefeito Sandrinho emite nota de pesar pelo falecimento do Monsenhor João Carlos

O Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira, vem nesse momento tão doloroso para Afogados e o Pajeú, externar o seu profundo pesar pelo falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz.

O Prefeito destacou que Padre João, como todos nós, carinhosamente, o chamávamos, “sempre exibiu a austeridade e a firmeza dos justos nos seus atos; e a ponderação e justiça dos sábios em seus conselhos. Profundo erudito, era um incentivador da cultura e da educação em toda a região. Um grande orientador da atividade política. Um verdadeiro alicerce da família, da fé e do amor ao próximo. Um Humanista acima de tudo. Hoje, Afogados e o Pajeú perderam um de seus principais exemplos de vida cristã, e referência na conduta moral e ética de nossa vida em sociedade,” finalizou o Prefeito Alessandro Palmeira.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira decretou luto oficial de três dias.

Luto na Igreja: morre o Monsenhor João Carlos Acioly Paz

Faleceu há pouco na casa de sua irmã, Edileuza Acioly, em Afogados da Ingazeira, o Vigário Geral da Diocese e Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios, Monsenhor João Carlos Acioly Paz.

Ele tinha 61 anos. Monsenhor João Acioly não resistiu a um quadro de câncer de pâncreas que apresentou complicações depois de dois anos de tratamento.

Monsenhor nasceu em Jabitacá, distrito de Iguaracy em 10 de julho de 1960. Era um dos filhos de Dona Cordeira e seu Pedro.

O Monsenhor João Carlos foi ordenado sacerdote em 29 de dezembro de 1984 na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, pelas mãos de Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho.

O Monsenhor passou pelas paróquias do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira; de São Sebastião, em Iguaracy; de Nossa Senhora da Conceição, em Flores e do Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama, paróquia que atuava desde 2019.

De 2002 e 2008 e de 2010 a 2022 foi vigário geral da diocese de Afogados da Ingazeira. Durante o período de sede vacante na diocese, assumiu a função de Administrador Diocesano.

Trabalhou como Diretor Presidente, Diretor Pedagógico e professor da Faculdade do Sertão do Pajeú, antiga Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira.

Exerceu a função de vigário judicial e presidente do Tribunal Eclesiástico e de Apelação do Regional Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas).

Na Rádio Pajeú, foi Diretor Administrativo e, atualmente, estava como Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios.

Luto na música: Cantora Marília Mendonça morre em queda de avião

A cantora Marília Mendonça, de 26 anos, e mais quatro pessoas morreram na tarde nesta sexta-feira (5) após a queda de um avião de pequeno porte perto de uma cachoeira na serra de Caratinga, interior de Minas Gerais.

Com imenso pesar, confirmamos a morte da cantora Marília Mendonça, seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e co-pilto do avião, os quais iremos preservar os nomes neste momento. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga/MG, onde Marília teria uma apresentação esta noite. De momento, são estas as informações que temos.”, informou em nota a assessoria da cantora.

Os bombeiros também confirmaram a morte através da seguinte nota: “O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informa que nesta sexta (5), ocorreu a queda de uma aeronave de pequeno porte, modelo Beech Aircraft, na zona rural de Piedade de Caratinga. O CBMMG confirma que a aeronave transportava a cantora Marília Mendonça e que ela está entre as vítimas fatais.”

A cantora nasceu em Cristianópolis (GO) em 22 de julho de 1995. Ela surgiu como ícone do “feminejo” em 2016, com sucessos como “Infiel” e “Eu sei de cor”. Antes, ela já era compositora de sucessos do sertanejo.

A aeronave era um bimotor Beech Aircraft, da PEC Táxi Aéreo, de Goiás, prefixo PT-ONJ, com capacidade para seis passageiros. Segundo a Anac, o avião está em situação regular e tem autorização para fazer táxi aéreo.

Antes de embarcar fez um vídeo em que aparecia entrando no avião e publicou no Twitter.

A Polícia Civil de Minas Gerais também confirmou a morte em uma nota: “Assim que acionada, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deslocou equipes da perícia criminal, de investigadores e delegados ao local dos fatos, onde realizam os primeiros levantamentos. A PCMG identificou cinco corpos no avião, sendo três óbitos incluindo o da cantora. Um dos corpos já está sendo encaminhado para Caratinga, onde legista e auxiliar de necropsia aguardam para realização de exames. Os trabalhos de polícia judiciária estão em andamento e a medida que avançarem repassaremos mais informações.”

As músicas de Marília Mendonça arrebataram o Brasil com letras e melodias intensas e românticas. Considerada uma das artistas mais populares do sertanejo, ela liderou uma reviravolta feminina no gênero, que impôs mulheres como protagonistas do estilo até então dominado quase apenas por homens, a partir de 2016, no chamado “feminejo”.

Matéria atualizada às 21h 46 minutos.