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Pernambuco confirma primeira morte por chikungunya no Estado em 2022

Pernambuco confirmou a primeira morte por chikungunya no Estado este ano. A informação foi divulgada no mais recente Informe Epidemiológico de Arboviroses, que possui dados das semanas epidemiológicas de 1 a 23, que corresponde ao período de 2 de janeiro a 11 de junho.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), a vítima é uma idosa de 86 anos, que residia no município de Petrolina, no Sertão. A morte ocorreu no último dia 6 de abril.

Esta é a segunda morte por arbovirose registrada em Pernambuco este ano. A primeira foi por dengue e ocorreu no município de Quipapá, na Zona da Mata Sul.

Segundo o levantamento, de janeiro a junho deste ano, 22.049 casos suspeitos de chikungunya foram notificados no Estado. Do total, 4.644 casos foram confirmados para a doença, que tem atingido com maior incidência, segundo a SES, mulheres com idades entre 40 e 49 anos.

O Informe Epidemiológico de Arboviroses também traz dados sobre os casos de Zika e Dengue em Pernambuco. Até a semana epidemiológica 23, foram notificados 33.743 casos suspeitos de dengue, sendo 2.873 deles confirmados para a doença e uma morte; e 1.753 casos suspeitos de Zika, com apenas duas confirmações até o momento e nenhuma morte.

A chikungunya, assim como a Zika e a Dengue, é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. O paciente infectado apresenta, com maior frequência, febre alta, sensação de cansaço constante, dor muscular e dor articular que pode deixar sequelas crônicas. Além disso, a doença também pode causar manchas na pele (exantema), com uma frequência menor.

ANS suspende comercialização de 70 planos de saúde

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nesta segunda-feira uma lista de 70 planos de saúde que foram suspensos por conta de reclamações contra a cobertura assistencial efetuadas no 1º trimestre de 2022.

Ao todo, oito operadoras foram afetadas, entre elas Unimed, Amil, Esmale, entre outros. A proibição de venda começa a valer no dia 30 de junho.

Foram contabilizadas mais de 37,5 mil reclamações entre janeiro e março deste ano, realizadas por meio do Monitoramento da Garantia de Atendimento, um dispositivo da ANS que acompanha o desempenho do setor e atua na proteção dos consumidores.

Segundo a ANS, os planos só podem voltar a ser comercializados para novos clientes se as operadoras apresentarem melhora no resultado no monitoramento.

“As reclamações recebidas pela ANS consideradas no Monitoramento se referem ao descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias ou negativa de cobertura assistencial”, explica a agência.

“A partir dessas informações, as operadoras são classificadas em faixas, possibilitando uma análise comparativa entre elas e acarretando a suspensão da comercialização dos planos mais reclamados das operadoras identificadas em risco”, diz o comunicado divulgado nesta segunda.

Varíola dos macacos: OMS descarta emergência internacional no momento, mas reconhece preocupação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que, neste momento, a varíola dos macacos não é uma emergência de saúde de importância internacional, mas reconheceu a necessidade de preocupação com a doença. A conclusão está no relatório final, divulgado neste sábado (25), do primeiro Comitê de Emergência do sobre o surto da varíola dos macacos em vários países.

“No geral, no relatório, eles me informaram que, neste momento, o evento não constitui uma Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, que é o nível mais alto de alerta que a OMS pode emitir, mas reconheceram que a própria convenção do comitê reflete a crescente preocupação”, Tedros Adhanom, diretor-geral da OMS sobre o relatório.

“Eles expressaram sua disponibilidade para serem convocados novamente conforme necessário”, completou.

Atualmente, o rótulo de “emergência global” se aplica apenas à pandemia de coronavírus e aos esforços contínuos para erradicar a pólio.

Os sintomas iniciais costumam surgir dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais). Após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

Especialistas ainda não sabem, exatamente, como a doença está sendo transmitida. Geralmente, a varíola dos macacos passa de animais para humanos. Transmissão sexual também é investigada.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

Covid-19: 84% dos leitos públicos de UTI em Pernambuco estão ocupados

 Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) registrou, nesta sexta-feira (24), 2.048 casos da Covid-19. Entre os confirmados hoje, sete (0,3%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e 2.041 (99,7%) são leves. O que chama a atenção no balanço divulgado pela SES é a alta taxa de ocupação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no Estado. Na rede Pública de Saúde, dos 1.473 pacientes internados com SRAG – incluindo casos suspeitos e confirmados de covid -, 695 estão na UTI, o que representa 84% da taxa de ocupação.

Na rede Privada de Saúde, dos 229 pacientes que deram entrada apresentando Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), 141 estão internadas na UTI, representando 62% da ocupação dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva nos hospitais particulares do Estado.

66% dos brasileiros dormem mal e mulheres são mais afetadas, aponta estudo

Um estudo publicado na revista Sleep Epidemiology (Epidemiologia do Sono, em tradução livre) indica que 65,5% dos brasileiros têm sono de má qualidade. As mulheres são as mais afetadas: quando comparadas às dos homens, as chances de dormir mal são 10% maiores para elas.

A qualidade do sono é definida pela pesquisa por fatores como duração (falta ou excesso), regularidade (interrupções durante a noite) e estados (leve, profundo e REM). A satisfação pessoal com o sono também é considerada.

O sono ruim compromete a retenção de informações e de memórias e causa irritabilidade e cansaço, entre outros problemas.

Os dados foram coletados entre os dias 16 e 30 de março de 2020, poucos dias depois de a OMS (Organização Mundial da Saúde) decretar a pandemia de Covid-19.

A iminência da alta de casos no Brasil, a possibilidade de lockdowns e o medo de perder o emprego contribuíram para aumentar a ansiedade e depressão entre os brasileiros, levando à piora do sono, segundo Luciano Drager, presidente da ABS (Associação Brasileira do Sono) e professor da Faculdade de Medicina da USP.

Os fatores de risco são maiores para habitantes do Centro-Oeste, do Sudeste e do Sul. Viver em qualquer uma dessas regiões aumenta em 12% a chance de ter pior qualidade de sono em comparação com a região Norte. Quem mora nessa área, segundo o estudo, está mais protegido contra sono ruim.

“Para nossa surpresa, a região Centro-Oeste é a que teve o indicativo de pior qualidade de sono. O ritmo dos grandes centros, que nunca param, pode influenciar. Por isso esperávamos que o Sudeste fosse a região com pior índice.”

Ser jovem também é um fator de risco para dormir mal, devido a hábitos como uso excessivo de celulares antes de dormir, consumo de café, energéticos e outros estimulantes, além de trabalho e estudo em ritmo acelerado.

Cruzando fatores de risco, o perfil que se destaca é o da mulher jovem que vive no Centro-Oeste. O homem que vive na região Norte é o perfil mais protegido contra o sono de má qualidade.

Ministério da Saúde autoriza público acima dos 6 meses a receber vacina contra gripe

O Ministério da Saúde informou que a partir deste sábado (25) os estados e municípios poderão ampliar a campanha contra a gripe para toda a população a partir de 6 meses de vida, enquanto durarem os estoques da vacina contra a influenza. Segundo o ministério, a ideia é que a ampliação na vacinação evite casos de complicações decorrentes da doença e impeça eventuais mortes e uma possível “pressão sobre o sistema de saúde”.

A campanha nacional de imunização contra a influenza começou no dia 4 de abril. O Ministério da Saúde já distribuiu para estados e o Distrito Federal as 80 milhões de doses contratadas para imunizar a população brasileira. Até o momento, a mobilização contra a doença atingiu 53,5% de cobertura vacinal.

Nesta sexta (24), os pontos de vacinação atenderam exclusivamente pessoas que pertencem ao público-alvo da campanha, entre crianças de seis meses a menores de cinco anos, trabalhadores da saúde, gestantes, puérperas, indígenas e idosos. Quem faz parte do público-alvo e ainda não se imunizou, também poderá se vacinar após a ampliação da campanha. Para tomar o imunizante da gripe, basta ir a qualquer posto de vacinação.

Ministério da Saúde confirma três casos em SP de transmissão local de varíola dos macacos

O Ministério da Saúde confirmou nesta quinta-feira (23) três casos autóctones (de transmissão local) de varíola dos macacos (monkeypox) no estado de São Paulo. São três pacientes homens, moradores da capital paulista, com idades entre 24 e 37 anos, sem histórico de viagem para países com casos confirmados.

Os casos ainda estão em investigação para a busca de vínculos de transmissão.

Os pacientes estão isolados, com quadro clínico estável, sem complicações e sendo monitorados pelas Secretarias da Saúde do estado e do município.

Até o momento, o Brasil registra 14 casos confirmados para monkeypox, sendo dez em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e dois no Rio de Janeiro. Onze são importados, com histórico de viagem para Europa, e três são autóctones.

“O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com o estado de São Paulo para monitoramento dos casos e rastreamento dos contatos. A pasta orienta que casos suspeitos sejam notificados imediatamente”, diz nota.

OMS pede vigilância e transparência ante varíola do macaco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu. nesta quinta-feira (23), vigilância e transparência frente ao incomum surto de varíola do macaco, que já provocou mais de 3.200 casos.

Diante desta situação, a OMS reuniu nesta quinta especialistas internacionais, para determinar se a situação constitui ou não uma “emergência de saúde pública de alcance internacional”, como ocorre com a pandemia de Covid-19.

No entanto, não se espera que uma decisão seja tomada antes de pelo menos sexta-feira (24).

“A OMS pede a todos os Estados-membros que compartilhem informação conosco”, declarou o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante a reunião.

“Em outras epidemias, às vezes vimos as consequências da falta de transparência dos países, de não compartilhar informação”, acrescentou.

Desde maio, houve um recrudescimento incomum nos casos de varíola do macaco fora dos países da África central e do oeste da África, onde o vírus costuma circular. A Europa está no centro da propagação do vírus.

Tedros explicou que há pouco mais de seis semanas, a OMS foi informada da detecção de três casos de varíola do macaco no Reino Unido em pessoas que não tinham viajado recentemente para fora do país.

“Desde então, foram confirmados mais de 3.200 casos (…) e um óbito em 48 países”, explicou Tedros.

“Além disso, até este momento do ano, foram notificados cerca de 1.500 casos suspeitos […] e cerca de 70 óbitos na África central, sobretudo na República Democrática do Congo e na República Centro-africana e no Camarões“, acrescentou.

Covid-19: Pfizer pedirá à Anvisa para vacinar bebês acima de 6 meses no Brasil

A farmacêutica Pfizer afirmou ao Globo que prepara a documentação para solicitar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para vacinar bebês a partir de 6 meses até crianças de 5 anos com a vacina contra Covid-19. A estratégia está ligada à mesma abrangência de imunização praticada nos Estados Unidos. Por lá, a reguladora Food and Drug Administration (FDA), aprovou as aplicações para esse público na semana passada.

No documento, a farmacêutica diz que o esquema proposto conta com três doses, tendo em vista que o estudo foi realizado em um momento de predominância da variante Ômicron.

Para os estudos que basearam o pedido foram recrutadas 1.678 crianças com idade inferior a 5 anos e com no mínimo 6 meses de idade. De acordo com a farmacêutica, trata-se de uma vacina segura para bebês e crianças, além de funcionar na proteção contra a infecção pelo coronavírus.

Por enquanto não há previsão para que o pedido seja realizado, embora a empresa esteja trabalhando na documentação. Também não há previsão para a chegada das doses específicas para esse público no país.

A título de comparação, contudo, o tempo que decorreu entre a autorização do FDA para o uso de terceira dose contra Covid-19 para crianças acima de 6 anos, por exemplo, ocorreu cerca de um mês antes da farmacêutica efetivamente realizar a mesma solicitação à Anvisa no Brasil.

Meses atrás, a farmacêutica Zodiac, em preparação para iniciar a operação da vacina da Moderna no Brasil, também afirmou ao Globo que pedirá autorização para operacionalizar a vacina para bebês acima de 6 anos até os adultos do país.

Losartana: Anvisa determina recolhimento e interdição de lotes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quinta-feira (23), o recolhimento e interdição de diversos lotes de vários fabricantes do medicamento losartana, usado para tratar pressão alta.

A agência recomendou que os pacientes que usam o remédio, mesmo que ele esteja entre os lotes afetados, devem continuar o tratamento, pois a medida é preventiva.

Em caso de dúvida ou se precisar de orientação, o paciente deve conversar seu médico.

“A hipertensão e insuficiência cardíaca exigem acompanhamento constante e qualquer alteração no tratamento deve ser feita somente pelo médico que acompanha o paciente. Deixar de tomar o medicamento pode trazer riscos para a saúde do paciente”, reforçou a Anvisa.

Fiocruz: Covid-19 cresce e responde por 71,2% dos casos de síndrome

Os casos de Covid-19 continuam crescendo no país, desde meados de abril, e já respondem por 71,2% das ocorrências de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Os dados são do Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 13 de junho.

A análise aponta que a curva nacional de contágio pelo vírus Sars-CoV-2 mantém sinal de crescimento e que a predominância da doença ocorre na população adulta e em crianças e jovens a partir dos cinco anos de idade. Na faixa de zero a quatro anos, verifica-se o predomínio do vírus sincicial respiratório (VSR), seguido de Sars-CoV-2, rinovírus e metapneumovírus.

Segundo o boletim divulgado ontem (21), nas quatro últimas semanas epidemiológicas analisadas, 3,5% dos casos de SRAG com comprovação laboratorial deram positivo para influenza A, 0,3% para influenza B, 12,7% para vírus sincicial respiratório e 71,2% para Sars-CoV-2. Entre os óbitos, 2,6% foram por influenza A, 0% para influenza B, 2,3% para vírus sincicial respiratório (VSR) e 91,9% para Sars-CoV-2.

Os dados apontam que este ano foram registrados 27.302 óbitos de SRAG, sendo que, entre os que tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 3,6% foram por influenza A, 0,1% influenza B, 0,7% de vírus sincicial respiratório (VSR) e 96,4% de Sars-CoV-2.

Estados

Entre as 27 unidades da federação, 17 estão com indícios de crescimento na tendência de SRAG de longo prazo, que inclui as últimas seis semanas analisadas: Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo. As outras dez estão com sinal de estabilidade ou queda.

A Fiocruz frisa que, embora não se destaque no dado nacional, o vírus da gripe Influenza A mantém sinal de crescimento em diversas faixas etárias no estado do Rio Grande do Sul.

Nas capitais, 19 apontam para sinal de crescimento da SRAG na tendência de longo prazo: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Plano Piloto e arredores em Brasília (DF), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN) Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Apenas Palmas encontra-se em uma macrorregião de saúde em nível pré-epidêmico e São Luiz em nível epidêmico de SRAG. Das outras capitais, 19 estão em nível alto (Aracaju, Belém, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, Teresina e Vitória), seis em nível muito alto (Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Florianópolis, Rio Branco e São Paulo) e nenhuma em nível extremamente alto.

Pernambuco confirma 2.417 casos de Covid em dia com maior total de infectados em mais de três meses

O boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) notificou, nesta quarta-feira (22), mais 2.417 casos de Covid-19 em Pernambuco. É o maior total registrado em um único dia desde 18 de março, quando foram contabilizados 2.620 casos.

Entre os confirmados nesta quarta-feira, 15 (0,6%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e os demais 2.402 (99,4%) são leves.

Com a atualização, Pernambuco passou dos 960 mil casos da doença e agora acumula 960.890 infecções, sendo 58.770 graves e 902.120 leves.

O boletim também contabiliza seis mortes por Covid-19, ocorridas entre 17 de outubro de 2020 e essa terça-feira (21). O Estado agora totaliza 21.826 óbitos pela doença.

Farmacêuticos apontam falta de remédios nas redes pública e privada

Quase todos os farmacêuticos do estado de São Paulo relatam falta de remédios nos estabelecimentos onde trabalham. Levantamento do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo revela que 98,5% dos profissionais apontam falta de medicamentos nas redes privada e pública de farmácias e estabelecimentos de saúde do estado.

Foram ouvidos 1.152 farmacêuticos em todo o estado entre os dias 19 e 30 de maio. Dentre os profissionais, 82,8% atuam em estabelecimentos privados e 14,4% em unidades públicas ou em parceria com o sistema governamental. Trabalham em outros modelos, como entidades filantrópicas, 2,8%.

Entre os que atuam na rede particular, 899 trabalham em farmácias e drogarias, sendo que 893 disseram enfrentar falta de produtos nas prateleiras. A grande maioria (98,3%) dos 118 profissionais que trabalham em estabelecimentos vinculados diretamente ao Poder Público também denunciou falta de remédios.

Os medicamentos mais em falta são os antimicrobianos, com relatos de escassez por 93,4% dos farmacêuticos. Os mucolíticos, para aliviar os sintomas de infecções respiratórias, estão em segundo lugar, com 76,5% dos profissionais afirmando que há escassez desse tipo de produto. Os anti-histamínicos, usados para alergias, são remédios que faltam nos locais de trabalho de 68,6% dos profissionais, e os analgésicos, em 60,6%.

Reino Unido quer vacinar grupo ‘de risco’ contra varíola do macaco

A agência de vigilância sanitária do Reino Unido recomendou nesta terça-feira (21) a vacinação contra a varíola do macaco para pessoas do chamado grupo “de risco”, homens gays que têm muitos parceiros sexuais e são os mais afetados pela onda recente de contágio.

“Embora qualquer pessoa possa ser infectada com a varíola do macaco, os dados atuais apresentam níveis de transmissão mais elevados entre (mas não somente) as redes sexuais de homens gays, bissexuais e outros que têm relações sexuais com homens”, destacou a agência britânica UKHSA em comunicado.

Apesar de a varíola do macaco não ser considerada uma doença sexualmente transmissível, a infecção pode ocorrer através da relação sexual.

As autoridades britânicas recomendam a vacina Imvanex para os homens do grupo considerado de risco pelos médicos.

Isso concerne “os que têm vários parceiros, participam de relações sexuais em grupo ou frequentam lugares” específicos onde acontecem relações, detalhou.

Com circulação regular na África Central e Ocidental, o vírus agora está presente em Europa, Austrália, Oriente Médio e nas Américas do Norte e do Sul, totalizando mais de 2.100 casos registrados entre 1º de janeiro e 15 de junho.

Pernambuco confirma 2.195 casos de Covid-19, maior total diário em quase três meses

Pernambuco registrou, nesta terça-feira (21), mais 2.195 casos de Covid-19. Esse total é o maior notificado em um único dia desde 26 de março, quando a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) contabilizou 2.284 infecções.

Entre os 2.195 casos da atualização, o equivalente a 1% dos infectados é de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Os demais 2.173, correspondente a 99%, são casos leves.

Com a atualização, Pernambuco chegou a 958.473 casos confirmados da doença, sendo 58.755 graves e 899.718 leves.

O boletim da SES-PE desta terça-feira (21) também traz a notificação de seis mortes em decorrência da Covid-19, com registros entre 10 de agosto de 2020 e o último domingo (19). O Estado totaliza 21.820 mortes pelo coronavírus.

Mais detalhes epidemiológicos serão repassados ao longo do dia pela SES-PE.

Primeiro brasileiro diagnosticado com varíola dos macacos recebe alta e deixa hospital em SP

O primeiro brasileiro diagnosticado com varíola dos macacos recebeu alta médica e deixou o Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, na manhã desta segunda-feira (20), depois de 14 dias de isolamento.

Anderson Ribeiro tem 41 anos e é gerente de Produtos e Projetos de Recursos Humanos em uma empresa na capital paulista.

“Estou me sentido muito bem. Farei, futuramente, um retorno de acompanhamento.”

Ele teve os primeiros sintomas da doença no final de maio, quando retornou ao Brasil após uma viagem à Europa. Anderson e a mãe tinham viajado para Portugal e Espanha.

O diagnóstico de Anderson foi confirmado pelo Instituto Adolfo Lutz em 9 de junho.

Atualmente, o Brasil registra oito casos confirmados da doença, sendo que quatro estão no estado de São Paulo.

“Minha viagem foi por um motivo tão lindo, que era levar minha mãe para conhecer a Europa e comemorar o aniversário dela lá. Ela amou”, relata.

A mãe dele está bem, sendo monitorada, assim como todas as pessoas que tiveram contato com o paciente.

“As pessoas com quem eu tive contato não tiveram o vírus e isso é maravilhoso. Meu isolamento protegeu muitas pessoas. Isso é importante.”

Anderson contou que todas as feridas já cicatrizaram.

“O tempo era necessário para as feridas secarem, e quando a gente se cuida e toma as atitudes corretas frente a uma doença contagiosa, esse autocuidado protege os outros. Ficar isolado não é bom, mas foi necessário e isso me ajudou a passar esses dias.”

Ele disse que, agora, só quer ver a mãe, os gatos e os amigos.

“Estou cheio de saudades da minha mãe e dos meus amigos. Mesmo falando por videochamada todos os dias, nada substitui um abraço.”

Anderson disse também que vai voltar ao trabalho. “Voltar à minha rotina de trabalho e projetos que ficaram parados. Tive muito tempo para pensar e perceber como a correria do dia a dia faz a gente esquecer de coisas importantes. Mudanças na rotina acontecerão com certeza”, concluiu.

Prefeitura de Afogados abre vacinação de 4ª dose para população de 40 anos ou mais

Não precisa agendamento. A vacina está sendo aplicada na unidade de vacinação situada na rua professor Vera Cruz, no. 140, próximo à casas Siqueira. É preciso ter tomado a terceira dose há pelo menos quatro meses.

Confira no card com quantas doses se configura o quadro completo de imunização, de acordo com a faixa etária ou público específico.

O horário de funcionamento da unidade Covid-19 para vacinação é de 7h30 as 17h.

Afogados notifica 95 casos da Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que entre os dias 14 e 20/06 foram notificados 95 casos novos para a COVID-19 em nosso município.

São 52 pacientes do sexo feminino, com idades entre 08 a 72 anos. Dessas, 25 tomaram 02 doses e 27 tomaram 03 doses. São 43 pacientes do sexo masculino, com idades entre 08 meses e 77 anos. Desses, 24 tomaram 02 doses, 01 tomou 04 doses, 13 tomaram 03 doses, 03 não vacinados e 02 tomaram 01 dose. Nenhum paciente precisou ser hospitalizado.

Durante o período citado não tivemos novos casos em investigação e 202 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID-19.

Hoje, 96 pacientes apresentaram alta por cura após avaliação clínica e/ou epidemiológica. O município atingiu a marca de 8.088 (98,35%) recuperadas para a covid-19. Atualmente, o município tem 57 casos ativos para a COVID – 19.

Afogados atingiu a marca de 38.077 pessoas testadas para a covid-19, o que representa 102,19% da nossa população.

Casos leves x SRAG/COVID – 19:
Leves: (8.044 casos), 97,82%;
Graves: (179 casos), 2,18%.

Semana Epidemiológica: Encerrou no último sábado (18/06) a semana 24, com 94 casos e média móvel de 13,42 casos por dia. Diminuição de aproximadamente 11% comparando-se com a semana anterior.

Análise das quatros últimas semanas anteriores a semana 24:

SE 23 – 104 casos e MV 14,85;
SE 22 – 28 casos e MV 04;
SE 21 – 01 casos e MV 0,14;
SE 20 – 00 casos e MV 00.

AVISO IMPORTANTE:

A prefeitura de Afogados adotou o uso obrigatório de máscaras em AMBIENTES FECHADOS nas repartições públicas municipais, estaduais e federais dentro do território municipal.

Toda população de 12 até 39 anos deve tomar a 3a. dose;

Todos os profissionais de saúde já podem tomar a 4a dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço;

Toda população acima de 40 anos também poderá tomar a 4a dose. A aplicação dar-se-á após 4 meses da aplicação da primeira dose de reforço.

Ministério da Saúde libera quarta dose da vacina contra Covid-19 para maiores de 40 anos

O Ministério da Saúde liberou nesta segunda-feira (20) a quarta dose (ou segunda dose de reforço) da vacina contra a Covid-19 para pessoas acima de 40 anos. Segundo Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, esse novo grupo já pode procurar os postos de saúde para receber a dose.

A recomendação é que a imunização seja feita com as vacinas da Pfizer, AstraZeneca ou Janssen, quatro meses após a aplicação do primeiro reforço.

Até agora, o ministério havia liberado essa dose apenas para pessoas com 50 anos ou mais, além de imunossuprimidos e trabalhadores da saúde.

Doses por grupo para qualquer uma das vacinas:

Maiores de 40 anos: quatro doses
12 a 39 anos: três doses
5 a 11 anos: duas doses

Sobre a inclusão da vacina contra Covid-19 no Programa Nacional de Imunizações (PNI), Arnaldo Medeiros disse que ainda não há previsão.

“Cremos que a vacinação contra a Covid entrará no PNI, é uma discussão que já estamos tendo, mas precisamos de mais clareza de qual seria o público-alvo de maneira mais concreta, qual será a posologia. Os estudos continuam, a discussão com especialistas continua, mas ainda não temos definição de quando ela será incorporada dentro do PNI”, disse Medeiros.

A pasta também apresentou um balanço sobre a vacinação no país. Segundo o ministério, pessoas não vacinadas tiveram risco de ter Covid-19 grave ou ir a óbito de 6 a 9 vezes maior do que pessoas vacinadas durante os primeiros meses de 2022.

Saúde alerta para acidentes que causam queimaduras em festas juninas

O Ministério da Saúde divulgou alerta com recomendações e cuidados para evitar acidentes que possam causar queimaduras durante as tradicionais festas juninas, muito populares em todo o Brasil. A atenção deve ser especial em ambientes em que podem ser frequentes as queimaduras por líquidos quentes, chamas de fogueira e fogos de artifício.

Entre janeiro e abril deste ano, já foram registrados 3.540 procedimentos hospitalares e 32.631 atendimentos ambulatoriais por causa de queimaduras no Brasil.

Segundo o ministério, em junho, é comum aumentarem os casos, e a prevalência é de queimaduras de segundo grau, com destaque para as lesões dos membros superiores (mãos e braços), tronco e cabeça.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de 180 mil pessoas morrem por ano em consequência de queimaduras, que são a quinta causa mais comum de lesões não fatais na infância. As queimaduras não fatais podem causar hospitalização prolongada, desfiguração e incapacidade, muitas vezes resultando em cicatrizes e rejeição.

Ao todo, 48 estabelecimentos são habilitados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) como centros de referência na assistência a queimados, além da oferta de procedimentos, medicamentos, órteses, próteses, materiais especiais e exames necessários para atender às vítimas.

Primeiros socorros

De acordo com o Ministério da Saúde, em casos de queimadura, o paciente deve colocar, de imediato, a parte queimada debaixo da água corrente fria, com jato suave, por aproximadamente dez minutos. Compressas úmidas e frias também são indicadas.

Se houver poeira ou insetos no local, mantenha a queimadura coberta com pano limpo e úmido. No caso de queimaduras em grandes extensões do corpo por substâncias químicas ou eletricidade, a pessoa necessita de cuidados médicos imediatos.

É importante nunca tocar a queimadura com as mãos; nem furar bolhas; tentar descolar tecidos grudados na pele queimada, ou retirar corpos estranhos ou graxa do local queimado. Não se pode colocar manteiga, pó de café, creme dental ou qualquer outra substância sobre a queimadura. O Ministério da Saúde lembra que somente o profissional de saúde sabe o que deve ser aplicado sobre o local afetado.

Varíola dos macacos: pessoas monitoradas no Rio não têm sintomas

As cinco pessoas que tiveram contato com o homem diagnosticado com varíola dos macacos (monkeypox) no Rio de Janeiro não apresentaram sintomas até o momento, segundo informou hoje (18) a Secretaria Municipal de Saúde da capital fluminense.

De acordo com o órgão municipal, essas pessoas tiveram contato mais próximo e prolongado com o paciente, após o seu desembarque de um voo que veio de Londres no último dia 11. A secretaria atualiza ainda que o homem permanece com sintomas leves e isolado em casa, e que não há outros casos suspeitos da doença na capital.

As principais formas de transmissão da varíola dos macacos são: contato com fluidos corporais, secreções respiratórias e com as lesões de pele de pessoas infectadas. Já os principais sintomas são febre, aumento dos gânglios e erupção cutânea.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) do Rio de Janeiro afirmou que tem apoiado o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) do município no monitoramento das pessoas já identificadas que tiveram contato com o paciente.

Ainda de acordo com a secretaria estadual, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está levantando com a companhia aérea a lista dos passageiros que estavam no mesmo voo.

Até o momento, só há um caso confirmado da doença no estado. As autoridades sanitárias pedem que as pessoas que apresentem sintomas da doença procurem uma unidade de saúde para que sejam avaliadas.

A secretaria acrescenta que o Ministério da Saúde recomenda o monitoramento dos contatos até o resultado dos exames laboratoriais nos casos suspeitos e por um período de 21 dias, desde o último contato, com paciente provável ou confirmado. Não há necessidade de isolamento dos contatos assintomáticos, mas eles não devem doar sangue, células, tecidos, órgãos, leite materno ou sêmen durante o monitoramento.

Além disso, a secretaria ressalta que, apesar de a doença ter sido identificada pela primeira vez em macacos, o surto atual não tem relação com esses animais.

Em nota, COSEMS-PE alerta para desabastecimento de medicamentos no SUS

A Diretoria Executiva Ampliada do COSEMS-PE, em reunião ordinária do dia 13 de junho de 2022 deliberou emitir uma nota oficial para ampla divulgação, após apresentação na Reunião da Comissão Intergestores Bipartite de Pernambuco (CIB-PE), o que aconteceu na mesma data, sobre a situação de desabastecimento de medicamentos.

Reconhece o agravamento do desabastecimento dos medicamentos para atender aos usuários do Sistema Único de Saúde – SUS, conforme vem sendo noticiado nacionalmente, inclusive com mobilização de diversos segmentos, que congregam Secretarias Municipais de Saúde, as associações de especialidades médicas e hospitalares, destacando a gravidade da situação que compromete a assistência à saúde da população. 

Frente ao cenário e em busca de proporcionar ações coordenadas dos gestores de saúde, o COSEMS-PE realizou consulta aos municípios pernambucanos, cujo retorno demonstra um diagnóstico de dificuldade para abastecimento de diversos medicamentos, onde destacamos a prevalência para 37 fármacos, que representam 47 apresentações. 

Entre os medicamentos com dificuldades de chegar a rede pública, básicos como Soro fisiológico, Amoxicilina e Diclofenaco de sódio. Confira aqui documento na íntegra.

Municípios pernambucanos alertam Ministério da Saúde por desabastecimento de medicamentos no SUS

Os municípios pernambucanos alertam para falta de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS). É o que informa a nota divulgada nesta semana pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Pernambuco (Cosems-PE), informando um desabastecimento nos medicamentos e direcionam o pedido ao Ministério da Saúde (MS). O alerta vem sendo reforçado também por outros estados e municípios durante as últimas semanas, cobrando medidas do MS.

A nota foi divulgada na última segunda-feira (13), após reunião da Diretoria Executiva Ampliada do Cosems-PE e apresentação do conteúdo à Reunião da Comissão Intergestores Bipartite de Pernambuco (CIB-PE). Para chegar ao diagnóstico, o Cosems-PE consultou os municípios e obteve retorno que mostrou dificuldade de abastecimento de diversos medicamentos e 37 fármacos foram listados, em prevalência. 

De acordo com o Cosems-PE, o desabastecimento vem crescendo e, como consequência, promove insegurança aos pacientes, interrupção de tratamentos e gerando risco à vida. A instituição também destaca que o mercado produtor enfrenta dificuldades e pede ações em caráter de urgência.

Ainda em nota, o órgão afirma que a narrativa dos fabricantes de medicamentos é de que a produção foi impacta com a quebra na logística de importação e entre os motivos estão a guerra na Ucrânia e o “lockdown” na China, além do aumento do consumo por conta da pandemia.

O Cosems-PE cobra do MS ações para regularizar o abastecimento dos medicamentos, alternativas terapêuticas com outros medicamentos disponíveis, regulação dos preços de forma sustentável para aquisição pelo SUS e incentivar o parque produtivo nacional.

RS confirma 2º caso de varíola dos macacos; já são sete no país

O Ministério da Saúde confirmou, nesta sexta-feira (17), o segundo caso de varíola dos macacos no Rio Grande do Sul, o sétimo no país. Trata-se de um homem de 34 anos, residente de Porto Alegre, com histórico de viagens a países europeus.

A informação também foi confirmada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e pela Secretaria Estadual da Saúde (SES). O paciente apresenta quadro clínico estável, sem complicações. O paciente está em isolamento domiciliar. Ele e seus contatos são monitorados por equipes de saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, são quatro casos confirmados em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Outros nove casos seguem em investigação.

A confirmação se deu após divulgação do resultado do exame laboratorial no Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo. O homem passou por atendimento médico nas últimas semanas e está sob acompanhamento. O caso havia sido notificado como suspeito na terça-feira (14).

O primeiro caso confirmado da doença no estado ocorreu no dia 12 de junho. O paciente é um homem de 51 que chegou a Porto Alegre após viagem a Portugal. Não há relação entre os dois casos, afirmam as autoridades sanitárias gaúchas.

Nota do Ministério da Saúde:

O Ministério da Saúde foi notificado nesta sexta-feira (17) da confirmação de novo caso de monkeypox no Brasil, no Rio Grande do Sul. O caso foi confirmado pelo Instituto Adolf Lutz, em São Paulo, por meio de isolamento viral.

Trata-se de um paciente residente no Rio Grande do Sul, do sexo masculino, 34 anos, com histórico de viagem para Europa. O paciente está em isolamento domiciliar e apresenta quadro clínico estável, sem complicações e está sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e Município.

As medidas de controle foram adotadas de forma imediata, como isolamento e rastreamento de contatos em voo internacional com o apoio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com os estados para monitoramento dos casos e rastreamento dos contados.

No momento, o Brasil registra sete casos confirmados, sendo quatro em São Paulo, dois no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro. Nove casos seguem em investigação.

Varíola dos macacos: morador de Indaiatuba é 4º caso confirmado em SP

Um morador de Indaiatuba (SP), de 28 anos, é o quarto caso confirmado da varíola dos macacos no estado de São Paulo, e o sexto no Brasil. A informação foi divulgada pelo Ministério da Saúde, que informou que o caso foi confirmado laboratorialmente nesta quinta (16), pelo Instituto Adolfo Lutz.

“O paciente está em isolamento domiciliar e apresenta quadro clínico estável, sem complicações e sendo monitorado pelas Secretarias de Saúde do Estado e Município”, diz a nota.

Assim como os outros três casos confirmados no estado, a contaminação é considerada importada, já que o paciente tem histórico de viagem à Europa. Segundo a pasta, todas as medidas de contenção e controle foram adotadas imediatamente, como o isolamento do paciente e rastreamento dos seus contatos.

“O Ministério da Saúde, por meio da Sala de Situação de Monkeypox e do CIEVS Nacional, segue em articulação direta com o estado de São Paulo para monitoramento do caso e rastreamento dos contados”, diz o comunicado.

Até o momento o Brasil registra seis casos confirmados, sendo quatro em São Paulo (dois na capital, um em Vinhedo e outro em Indaiatuba), um no Rio Grande do Sul e um no Rio de Janeiro – há 13 casos suspeitos em investigação.

O paciente de Indaiatuba com histórico de viagem à Espanha procurou o Hospiptal Santa Ignês, da rede particular da cidade, às 23h30 da última segunda-feira (13). Em nota, a unidade médica informou que o homem de 28 anos apresentava “lesões papulares” e que o plantonista levantou a hipótese de infecção pelo “vírus monkeypox”, “procedendo imediato isolamento do paciente e comunicando a vigilância sanitária do município.”

“Procedemos a coleta de todos os exames conforme protocolo do estado e em comum acordo com a vigilância do município. Paciente segue em isolamento domiciliar sendo acompanhado pela equipe do município”, informa a nota do Hospital Santa Ignês.