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ENTREVISTA: Teich diz que teme ‘guerra de números’ e critica liderança ‘fraca’ da pasta

15.mai.2020 - O ex-ministro da Saúde, Nelson Teich, durante pronunciamento sobre seu pedido de demissão - Wallace Martins/Futura Press/Estadão Conteúdo

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich disse hoje, à CNN, que teme que uma “guerra de número” depois que o governo Bolsonaro decidiu reduzir a divulgação de dados sobre a pandemia de coronavírus. Ele criticou também o que chamou de “enfraquecimento da posição de liderança” da pasta, que desde de sua demissão, há quase um mês, não tem um novo chefe e é administrada por um interino, o general Eduardo Pazuello.

“Minha preocupação é que, numa situação onde se vê conflito, comece a ter uma guerra de números, mais uma situação polêmica, mais uma situação polarizada. E isso é muito ruim”, disse. Ele continuou: “Vejo que o ministério pode ter enfraquecido sua posição de liderança. Quando comecei no governo, uma das coisas que coloquei é que a gente tem que criar um grande programa de informação. Uma das grandes dificuldades de se adaptar numa pandemia dessas é a informação”.

O ex-ministro esclareceu não acreditar que o Ministério perdeu a liderança, mas que a pasta enfraqueceu sua posição por não ter um ministro nomeado pelo presidente.

“Ter um interino para mim é uma coisa ruim porque, de certa forma, enfraquece a posição do ministro. Ter uma posição oficial de Ministro me parece que seria melhor”, falou. “Quanto mais tempo fica sem ministro, pior”.

Teich acredita que a decisão do governo em dificultar informações sobre a covid-19 terá que ser revista e que, “se o governo não consolidar [os dados], alguém vai consolidar”. “A informação vai chegar”, afirmou.

O ex-ministro defendeu que a transparência dos números é essencial para que o governo defina seus próximos passos em relação à pandemia do coronavírus. Ele afirmou, ainda, que nunca sofreu 

Pandemia supera sete milhões de casos no mundo e se agrava na América Latina

Coronavírus no Brasil. Foto: AFP

Sete milhões de pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no mundo, segundo um balanço da AFP, embora os números reais sejam, sem dúvida, muito superiores, e a pandemia continua avançando na América Latina. Mais de 403.000 pessoas morreram vítimas da COVID-19 no mundo, metade delas na Europa. Hoje, no entanto, o epicentro da pandemia está na América Latina, que tem mais de 1,3 milhão de casos e 65.000 mortos.

O Brasil é o país mais afetado da região e ocupa o terceiro lugar no mundo em número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos e Reino Unido, e o segundo em número de contágios. O ministério da Saúde voltou a divulgar no domingo números totais de casos, depois de ser acusado de “invisibilizar” as mortes por COVID-19 e não fornecer dados transparentes. Além disso, divulgou no domingo números divergentes em dois balanços com poucas horas de intervalo. No primeiro anunciou 1.382 óbitos em 24 horas e no segundo 525 falecidos.

Se o segundo balanço for considerado válido, o Brasil teria 691.758 casos confirmados e 36.455 mortes por COVID-19 desde o início da pandemia. Apesar dos números graves e em meio a uma crescente tensão com o presidente Jair Bolsonaro por sua gestão da crise de saúde, alguns governadores, como o do Rio de Janeiro, anunciaram a flexibilização das restrições impostas.

PESQUISA: Aproximadamente 65% no Pajeú é contra a proibição das fogueiras

Rota Gourmet volta com festa julina no Campo de São Bento | Folhanit

O programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, apresentado por Nill Júnior, fez uma pesquisa sobre a proibição da tradição junina, o acendimento ou não das fogueiras. De acordo com o levantamento, a população do Pajeú, apoia as medidas de combate ao Coronavírus, contudo discute sobre a proibição de uma das tradições mais belas do mês de junho, as fogueiras.    

 

Aproximadamente 65% dos ouvintes, são contrários a proibição da tradição junina.

 

Semana passada, o Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE), por meio do Gabinete de Acompanhamento da Pandemia do novo coronavírus, publicou na tarde de hoje, 4, a Recomendação PGJ n.º 29/2020, que versa sobre a proibição do acendimento de fogueiras, a queima e a comercialização de fogos de artifício, enquanto perdurar a situação de calamidade pública, decorrente da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

 

“A tradição junina de acender fogueiras e queimar fogos de artifício, naturalmente, provoca três problemas que irá dificultar o combate à Covid-19, como  aglomerações, produção de muita fumaça que irá elevar os riscos de problemas respiratórios e acidentes como queimaduras que pode agravar a superlotação da rede hospitalar. A medida, provavelmente, não será bem recepcionada, mas tenho consciência que em tempos de defesa da vida e saúde dos Pernambucanos, precisamos ter coragem para tomar atitudes extremamente impopulares, mas essenciais para conter o avanço da Covid-19 nas terras pernambucanas”, disse o procurador-geral de Justiça de Pernambuco, Francisco Dirceu Barros, no texto da Recomendação.

 

ENTENDA O SURGIMENTO DAS FOGUEIRAS:

 

A tradição da fogueira junina tem origem bíblica e conta o acordo entre as primas Maria e Isabel. Isabel combinou com Maria que acenderia uma fogueira quando seu filho, João Batista, nascesse. Assim, Maria saberia o momento em ela daria a luz.


QUEM JÁ PROIBIU? 


As cidades de Bezerrros, Pesqueira, Petrolina, Glória de Goitá e a capital pernambucana (Recife) proibiram a venda de fogos de artifícios e o acendimento de fogueiras em espaços públicos e privados durante o mês junino.


Em live, às 18h desta segunda-feira (8), o município de Gravatá, um dos mais tradicionais pelas suas festas juninas no estado, também deve anunciar a proibição de fogos e fogueiras. Outro município onde os festejos são conhecidos em todo o país, Caruaru ainda não decidiu se seguirá o mesmo exemplo.

BOLETIM PE: Estado registra 463 novos casos e 45 mortes

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, nesta segunda-feira (08), 463 novos casos da Covid-19, além de 45 mortes. Ontem, foram informados 881 novos casos e 35 óbitos. Entre os confirmados hoje, 99 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 364 como leves. 


Agora, Pernambuco totaliza 40.705 casos já confirmados, sendo 15.960 graves e 24.745 leves. O estado também totaliza 3.350 mortes pela doença. 

REGIÃO DO PAJEÚ: 407 casos, 218 recuperados e 22 mortes

Conforme os últimos boletins epidemiológicos divulgados deste domingo (7), a Região do Pajeú segundo o balanço têm 407 casos, 218 recuperados e 22 mortes da Covid-19.

  • Acompanhe na tabela o levantamento feito até às 11h da segunda-feira (8) de casos confirmados e óbitos.

 

CIDADE

CASOS

ÓBITOS

01

Serra Talhada

177

5

02

São José do Egito

54

1

03

Tabira

46

2

04

Triunfo

25

4

05

Carnaíba

17

4

06

Afogados da Ingazeira

16

0

07

Itapetim

13

1

08

Tuparetama

12

1

09

Brejinho

11

0

10

Quixaba

8

3

11

Iguaracy

8

1

12

Flores

7

0

13

Santa Terezinha

6

0

14

Calumbi

3

0

15

Ingazeira

3

0

16

Santa Cruz da Baixa Verde

1

0

17

Solidão

0

0

Veículos de comunicação formam parceria por transparência em dados da Covid

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de Covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, G1 e Extra decidiram formar uma parceria e trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Em uma iniciativa inédita, equipes de todos os veículos vão dividir tarefas e compartilhar as informações obtidas para que os brasileiros possam saber como está a evolução e o total de óbitos provocados pela covid-19, além dos números consolidados de casos testados e com resultado positivo para o novo coronavírus.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes recentes de autoridades e do próprio presidente colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

Mudanças feitas pelo Ministério da Saúde na publicação de seu balanço da pandemia reduziram a quantidade e a qualidade dos dados. Primeiro, o horário de divulgação, que era às 17h na gestão do ministro Luiz Henrique Mandetta (até 17 de abril), passou para as 19h e depois para as 22h. Isso dificulta ou inviabiliza a publicação dos dados em telejornais e veículos impressos. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse o presidente Jair Bolsonaro, em tom de deboche, ao comentar a mudança.

NOVOS NÚMEROS: Ministério divulga dados divergentes de casos e de mortes sobre coronavírus

O Ministério da Saúde divulgou neste domingo (7) dados diferentes sobre o número de mortos e infectados pelo coronavírus. primeiro balanço do ministério divulgado aqui no blog apontava para 1.382 mortes, elevando o total de óbitos para 37.312. Entretanto, foi publicado um segundo na página oficial do governo, que informava 525 óbitos.


O número de casos informados nas últimas 24 horas também é diferente. O primeiro balanço indicava 12.581 casos, levanto o total de casos confirmados para 685.427 o total. O segundo balanço para novos casos 18.912 casos.


Segundo balanço do coronavírus divulgado no domingo (7) — Foto: Reprodução


Questionado, até 23h30 deste domingo (7), o governo não explicou a razão da diferença de dados

NOTÍCIA BOA: Afogados da Ingazeira não registra novos casos do Coronavírus

Depois de alguns dias com os números crescentes de casos da Covid-19, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira informou neste domingo (7), o balanço das últimas 24 horas na cidade. Os dados não tiveram mudanças, não houve novos registros.Também foi divulgado sobre as pessoas que estão de quarentena domiciliar monitorada no município. 

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO 


MONITORAMENTO DOMICILIAR 

PE confirma 881 casos, 288 curados e 35 mortes pela Covid-19

COVID-19: Mapa em tempo real da pandemia do Coronavírus criado ...

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) confirmou, neste domingo (7), 881 novos casos da Covid-19 em Pernambuco. Entre os confirmados hoje, 165 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 716 como leves. Agora, o estado totaliza 40.242 casos confirmados, sendo 15.861 graves e 24.381 leves.

Além disso, o boletim registra 21.773 pessoas curadas da Covid-19 no estado. Desse total, 5.880 são de casos graves e 15.893 casos leves. Os casos graves confirmados da doença estão distribuídos por 165 municípios pernambucanos, além do arquipélago de Fernando de Noronha e da ocorrência de pacientes de outros estados e países.

Também foram confirmados laboratorialmente 35 óbitos, sendo 20 do sexo feminino e 15 do sexo masculino. Com isso, o estado totaliza 3.305 mortes pela doença. As mortes ocorreram entre os dias 17 de abril e 6 de junho, e os pacientes tinham idades entre 41 e 113 anos. As faixas etárias dos pacientes que morreram eram: 40 a 49 (3), 50 a 59 (6), 60 a 69 (6), 70 a 79 (8), 80 ou mais (12).

POLÍTICA: Brasil se une à Coreia do Norte e à Venezuela ao omitir dados do coronavírus

Presidente Jair Bolsonaro. Foto: PR

A decisão do governo brasileiro de passar a omitir o balanço total de óbitos da Covid-19 a partir deste sábado (6) coloca o país ao lado da Venezuela ou do regime mais fechado do mundo, a Coreia do Norte, na gestão da transparência das estatísticas da pandemia. “Ocultar e manipular dados é estratégia de regimes autoritários que deve ser rechaçada com veemência”, denunciou a organização Transparência Internacional.

Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a decisão de não informar o total de mortes é “melhor para o Brasil”. O site do Ministério da Saúde, responsável pela publicação dos dados nacionais, ficou horas fora do ar na tarde de sábado. Ao retornar, reapareceu modificado: apenas o número de mortes das últimas 24 horas é mencionado, além dos novos casos registrados e os pacientes que se recuperaram da doença.

Em nota, republicada por Bolsonaro, o ministério explicou que a mudança “permite acompanhar a realidade do país”. “Ao acumular dados, além de não indicar que a maior parcela já não está com a doença, não retratam o momento do país. Outras ações estão em curso para melhorar a notificação dos casos e confirmação diagnóstica”, afirma o texto, que argumenta ainda que a atraso na divulgação dos dados ­­– agora feita às 22h – é para “evitar subnotificação”.

Pernambuco zera fila de UTI para pacientes com suspeita ou confirmação da Covid-19

A Secretaria de Saúde de Pernambuco informou neste domingo (7) que o Estado zerou a fila de espera de Unidade de Terapia Intensiva para pacientes com coronavírus. Pernambuco chegou a ter 300 pessoas aguardando por uma vaga.

Ao longo do mês de maio esse número foi caindo. Na semana passada, no dia 01, cerca de 60 pessoas aguardavam uma vaga. Na sexta-feira (5), o número caiu para pouco mais de 30, e a expectativa do secretário de Saúde do Estado, André Longo, era que até a próxima segunda-feira (8) todos estivessem num dos leitos. 
É importante destacar que Pernambuco, por já possuir uma rede de saúde robusta e com uma condição de suporte respiratório diferenciado, conseguiu garantir a assistência a todos os pacientes, mesmo enquanto esperavam momentaneamente por uma vaga de terapia intensiva. Todas as nossas salas vermelhas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e das emergências hospitalares contam com suporte de oxigênio e respiradores, que inclusive foi reforçada durante os preparativos da rede para enfrentar a pandemia”, ressalta o secretário André Longo.
Segundo o Estado, a diminuição da pressão sobre a rede de saúde é uma tendência que está sendo observada nos últimos dias pela Central de Regulação de Leitos de Pernambuco. As solicitações de internação, que chegaram a mais 2,1 mil em maio, caíram mais de 30%, e chegaram a 1,4 mil na semana passada. Essa tendência de redução vem sendo observada ao longo das duas últimas semanas.
O Governo também garante que nas 15 UPAs estaduais, que são a principal porta de entrada da rede de urgência e emergência, a redução da curva epidêmica e da taxa de transmissão no Estado já está sendo sentida. Os atendimentos a pacientes com quadros respiratórios apresentaram uma queda de 60% na comparação de junho com maio deste ano, passando de 662 no dia 05 de maio para 269 em 05 de junho.

Protestos contra o racismo se espalham pelo mundo; França proíbe manifestação

manifestações na França contra o racismo. Foto: AFP.

Os Estados Unidos se preparam para um novo fim de semana de intensos protestos contra o racismo e a violência policial, no momento em que o aumento da repressão das manifestações no país, pelas forças de ordem, causa apreensão. De Sydney a Londres, diversas cidades do mundo registram manifestações neste sábado (6) e desafiam a pandemia de coronavírus. Na França, o governo proibiu atos organizados pelas sociais e marcados para acontecer nesta tarde em frente à Torre Eiffel e à embaixada americana. 

O governo francês alega que qualquer aglomeração de mais de 10 pessoas está vetada, por conta da Covid-19. Na terça feira (2), apesar de proibido, um protesto reuniu mais de 20 mil pessoas no norte de Paris e acabou em confrontos. Os manifestantes exigiam justiça no caso do jovem negro francês Adama Traoré, morto há quatro anos em condições similares às do americano George Floyd, de 46 anos. Floyd faleceu no dia 25 de maio depois de ser asfixiado durante quase nove minutos por um policial branco durante um controle policial, em Minneapolis.

Em defesa de outras vítimas de preconceito

Nos Estados Unidos, a capital, Washington, pode registrar os maiores protestos já vistos na cidade, com 1 milhão de pessoas esperadas. A morte de Floyd continua a desencadear manifestações contra o racismo pelo mundo. Neste sábado, dezenas de milhares de pessoas participaram de atos na Austrália, em defesa também dos aborígenes, alvo de preconceito no país. O protesto havia sido proibido, mas acabou autorizado de última hora pela Justiça, apesar das medidas de isolamento em vigor contra o coronavírus.

MPF dá 72h para Ministério da Saúde explicar mudança na divulgação de mortes da Covid-19

Enfermeiras que trabalham no enfrentamento a covid-19 - BRIAN SNYDER/REUTERS

O MPF (Ministério Público Federal) instaurou um procedimento extrajudicial para apurar os motivos que levaram o Ministério da Saúde a excluir o número total de óbitos por covid-19 das estatísticas divulgadas. O despacho estipulou prazo de 72 horas para o ministro interino da Saúde, general do Exército Eduardo Pazuello, enviar informações sobre o assunto.

O procedimento foi aberto pela Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral que pediu informações e documentos, incluindo a cópia do ato administrativo que determinou a retirada do número acumulado de mortes do painel.

O ministro da Saúde também deverá esclarecer se houve outras modificações e subtrações de dados públicos relativos à pandemia. Em caso positivo, é preciso especificar os fundamentos técnicos que embasaram essa decisão.

Na justificativa da abertura do procedimento, o MPF destacou que a transparência é uma regra no Poder Público e não deve haver exclusão de estatísticas. Para os autores do despacho que instaurou o procedimento extrajudicial “essa restrição de informações limita o acesso do público a dados que são relevantes, não sigilosos, que podem orientar a sua conduta em relação à proteção da própria saúde”.

COVID-19: Tabira soma 45 infectados. Iguaracy vai a 8; acompanhe os boletins

As Secretarias Municipais de Saúde das cidades de Tabira e Iguaracy publicaram na noite deste sábado (6) os últimos Boletins Epidemiológicos do Coronavírus nas respectivas cidades. 

IGUARACY 

TABIRA 

Ministério da Saúde aponta 904 mortes em 24 horas; total de mortos vai a 35.930

Médica que atendeu 1° caso de coronavírus do ES revela detalhes da ...

Pelo segundo dia, o Ministério da Saúde voltou a divulgar dados parciais sobre a pandemia de covid-19 no país. Em sua mais recente atualização, a pasta informa que foram confirmados nas últimas 24 horas 27.075 casos, 904 óbitos e 10.209 recuperados.

Somados esses aos números dos outros dias, o Brasil apresenta 35.930 mortes e 672.846 pessoas já diagnosticadas.

As informações divulgadas pelo governo federal chegam após o site oficial da Covid-19 começar a ocultar o número total de casos oficiais e mortes por conta da doença. Com a inclusão de 10.209 novos diagnósticos, o país ainda contabiliza no total 672.846 casos em todo o seu território.

Um dia após ser tirado do ar para uma “manutenção” não anunciada, o site oficial da Covid-19, alimentado com o balanço da pandemia pelo Ministério da Saúde, voltou hoje ao ar depois de passar mais de 19h.

Porém, a exemplo do que ocorreu ontem com a atualização diária dos dados de diagnósticos, óbitos e curados, deixou de trazer números consolidados sobre a doença e o histórico de sua evolução desde o primeiro caso brasileiro.

CORONAVÍRUS: Afogados da Ingazeira chega a 16 casos confirmados

   

Por volta das  20h45, a Prefeitura de Afogados divulgou os números da COVID-19 no município. No balanço mais recente a cidade já apresenta 16 pessoas infectadas, entretanto, 6 estão recuperadas.  

Confira a nota na íntegra: 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que dos casos que estavam em investigação, a paciente do sexo feminino, 63 anos, foi a óbito no dia de hoje. O resultado do exame para COVID-19 deu negativo. A paciente apresentava outras doenças crônicas,  entra elas, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). 

A paciente do sexo feminino, 73 anos, que estava em investigação para COVID-19 apresentou resultado posivito. A mesma está em isolamento domiciliar, após receber alta hospitalar. A equipe da Atenção Básica e Vigilância em Saúde está acompanhando o caso. Informamos que um profissional de saúde foi testado no Hospital de Jataúba – PE e apresentou resultado negativo.

A assessoria de imprensa também publicou as informações atualizadas sobre o monitoramento domiciliar, no momento 72 pessoas seguem em quarentena. 

CNBB: “A Igreja Católica não faz barganhas”, afirma nota de esclarecimento

Em Nota de Esclarecimento, emitida na noite deste sábado, 6 de junho, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de sua Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, juntamente com a SIGNIS Brasil e a Rede Católica de Rádio (RCR), associações de caráter nacional que reúnem as TVs e rádios de inspiração católica do Brasil, informam que “não organizaram e não tiveram qualquer envolvimento com a reunião entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, representantes de algumas emissoras de TV de inspiração católica e alguns parlamentares” como informou o jornal O Estado de São Paulo. As organizações informam também que “nem ao menos foram informadas sobre tal encontro”.

O documento esclarece ainda que “as emissoras intituladas ‘de inspiração católica’ possuem naturezas diferentes. Algumas são geridas por associações e organizações religiosas, outra por grupo empresarial particular, enquanto outras estão juridicamente vinculadas a dioceses no Brasil. Elas seguem seus próprios estatutos e princípios editoriais. Contudo, nenhuma delas e nenhum de seus membros representa a Igreja Católica, nem fala em seu nome e nem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que tem feito todo o esforço, para que todas as emissoras assumam claramente as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil”.

Sobre a reunião, as organizações que assinam conjuntamente a Nota de Esclarecimento, afirmam ter recebido com estranheza e indignação a notícia sobre a oferta de apoio ao governo por parte de emissoras de TV em troca de verbas e solução de problemas afeitos à comunicação. “A Igreja Católica não faz barganhas. Ela estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais”, diz o texto.

Sobre a reportagem “Por verbas, TVs católicas oferecem a Bolsonaro apoio ao governo”, com a manchete na primeira página “Ala da Igreja Católica oferece a Bolsonaro apoio em troca de verba”, do jornal O ESTADO DE SÃO PAULO em 06.06.20, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, juntamente com a SIGNIS Brasil e a Rede Católica de Rádio (RCR), associações que reúnem as TVs de inspiração católica e as rádios católicas no Brasil, esclarecem que não organizaram e não tiveram qualquer envolvimento com a reunião entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, representantes de algumas emissoras de TV de inspiração católica e alguns parlamentares, e nem ao menos foram informadas sobre tal encontro.

Informamos que as emissoras intituladas “de inspiração católica” possuem naturezas diferentes. Algumas são geridas por associações e organizações religiosas, outra por grupo empresarial particular, enquanto outras estão juridicamente vinculadas a dioceses no Brasil. Elas seguem seus próprios estatutos e princípios editoriais.  Contudo, nenhuma delas e nenhum de seus membros representa a Igreja Católica, nem fala em seu nome e nem da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que tem feito todo o esforço, para que todas as emissoras assumam claramente as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.

Recebemos com estranheza e indignação a notícia sobre a oferta de apoio ao governo por parte de emissoras de TV em troca de verbas e solução de problemas afeitos à comunicação. A Igreja Católica não faz barganhas. Ela estabelece relações institucionais com agentes públicos e os poderes constituídos pautada pelos valores do Evangelho e nos valores democráticos, republicanos, éticos e morais.

Não aprovamos iniciativas como essa, que dificultam a unidade necessária à Igreja, no cumprimento de sua missão evangelizadora, “que é tornar o Reino de Deus presente no mundo” (Papa Francisco, EG, 176), considerando todas as dimensões da vida humana e da Casa Comum. É urgente, sim, nestes tempos difíceis em que vivemos, agravados seriamente pela pandemia do novo coronavírus, que já retirou a vida de dezenas de milhares de pessoas e ainda tirará muito mais, que trabalhemos verdadeiramente em comunhão, sempre abertos ao diálogo.

Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB

SIGNIS Brasil

RCR

Em 24 horas Estado de Pernambuco soma mais 850 casos e 65 óbitos da Covid-19

De acordo com o boletim da Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Estado de Pernambuco soma mais 850 casos e 65 óbitos por Covid-19, os dados  foramk divulgados neste sábado (6). Com isso, o estado chegou a 39.361 confirmações e 3.270 mortes por essa doença causada pelo novo coronavírus. Esses registros começaram em março, com o início da pandemia 

Dessas novas confirmações, 199 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e 651 como leves. Ao todo, até este sábado, Pernambuco contabilizava 39.361 casos da Covid-19, sendo 15.696 graves e 23.665 leves.


Outras informações sobre os dados da pandemia do novo coronavírus em Pernambuco, devem ser divulgadas ainda neste sábado, com o boletim diário da Covid-19. 

Após decisão judicial, manifestação contra Bolsonaro muda de local em SP

Manifestantes pró-democracia em São Paulo. Foto: Pam Santos

Após a decisão da Justiça de São Paulo, que proibiu manifestações de grupos contra e pró Jair Bolsonaro no mesmo horário e local, movimentos mudaram o ato que acontecerá neste domingo (7) contra o Presidente da República. O local definido será o Largo da Batata, Zona oeste da capital. Inicialmente, ambos os manifestantes tinham marcado encontro na avenida Paulista.

“Nós, torcedores articulados no Movimento Somos Democracia, ativistas do movimento negro e da Frente Povo Sem Medo entendemos que essa decisão atenta à liberdade de manifestação. Apesar disso, para garantia da integridade física dos manifestantes, comunicamos a decisão de mudança do local do ato em São Paulo para o Largo da Batata às 14h”, diz o comunicado.

Na decisão, proferida nesta sexta-feira (5), o juiz Rodrigo Galvão Medina atendeu a um requerimento da Procuradoria-Geral do Estado de São Paulom, destacando que a medida visa a evitar confrontos e danos ao patrimônio.  “Impeço que os grupos manifestantes manifestamente antagônicos entre si se reúnam no mesmo local e data Avenida Paulista, capital, no próximo dia 07 de junho -, evitando-se assim confrontos e prejuízos decorrentes desta realidade, zelando as autoridades administrativas competentes para que tal empreitada possa ter seu efetivo sucesso”, disse o magistrado.

O encontro dos manifestantes pró Bolsonaro está marcado para acontecer neste domingo (7),  em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). “Não vamos aceitar censura nem intimidação! Estaremos nas ruas em defesa da democracia, contra o fascismo e o racismo. Todos e todas ao Largo da Batata. Somos Democracia”, diz o comunicado dos manifestantes pró-democracia.

PERNAMBUCO: "Tendência é começar a próxima semana sem fila para UTI", diz secretário Estadual de Saúde

André Longo: 'Tendência é começar a (próxima) semana sem fila para ...

O secretário estadual de Saúde, André Longo, disse, em coletiva de imprensa online nesta sexta-feira (5), que a tendência para a próxima semana é zerar a fila de pacientes que aguardam um leito de UTI na rede estadual de saúde. Hoje, há 35 pessoas aguardando uma vaga de terapia intensiva no estado. Na quarta-feira (3), havia cerca de 50 pacientes na fila, que chegou a ter mais de 300 pessoas, em maio.

“Zeramos a lista por vagas em enfermaria, que chegava a 150 pessoas”, afirmou Longo, na coletiva. O secretário ressaltou que novos leitos serão abertos nos hospitais Brites de Albuquerque, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife; no Mestre Vitalino, em Caruaru, e Dom Moura, em Garanhuns, no Agreste pernambucano. “Isso deve nos levar a uma das melhores semanas para a rede estadual de saúde, com tendência de iniciar a semana sem fila para a UTI e com o número de ocupação (dos leitos) baixando”, disse.

O secretário destacou que Pernambuco voltou ao estágio de pré-aceleração da epidemia. “Em breve, vamos baixar a taxa de ocupação para um patamar melhor. Percebemos uma menor pressão no sistema de saúde nos últimos meses e isso aponta para a retomada gradual, segura e lenta”, destacou Longo. Por outro lado, o secretário enfatizou que o cenário de estabilização da Covid-19 no estado não afasta a preocupação com a doença e a possibilidade de novas ondas de casos e mortes.

Witzel autoriza abertura de shoppings, bares, igrejas, estádios e pontos turísticos no RJ

Governo do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. Foto: Governo

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, determinou a reabertura de shoppings, bares, restaurantes, igrejas, estádios e pontos turísticos. As medidas constam em decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado, na noite de sexta-feira (5), e já valem a partir deste sábado (6).

Aulas nas redes públicas e privadas continuam suspensas até o dia 21 de junho. A abertura gradual da economia do estado foi detalhada em nota divulgada pelo governo.

“A medida determina o funcionamento de alguns setores do comércio e da indústria em horários específicos para evitar aglomerações. O decreto 47.112 também prorroga, até o dia 21 de junho, algumas medidas restritivas de prevenção e enfrentamento à propagação do novo coronavírus no Estado do Rio. Para a elaboração do decreto, o governo do estado levou em consideração os dados epidemiológicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES), incluindo a redução do número diário de óbitos e das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG)”, informou a nota.

Assim, os shoppings podem funcionar das 12h às 20h, com limitação de 50% da capacidade, garantindo fornecimento de álcool em gel 70%. As praças de alimentação também podem reabrir, obedecendo ao limite de 50% da capacidade. Áreas de recreação, cinemas e afins, no entanto, permanecerão sem funcionar.

Bares e restaurantes também podem voltar a abrir, respeitando o limite de 50% de sua capacidade. Pontos turísticos, como Cristo Redentor e Pão de Açúcar, também estão autorizados a abrir para o público, respeitando o limite de 50% de sua capacidade de lotação. As organizações religiosas, como igrejas, centros e templos, podem funcionar desde que seja observada a distância de um metro entre as pessoas.

O Estado do Rio de Janeiro soma 63.066 casos confirmados e 6.473 mortes, conforme o balanço da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado ontem (6).

Ministério da Saúde registra 1.005 mortes de 24 horas; veja

Balanço das últimas 24 horas — Foto: Ministério da Saúde

Mesmo com mudanças no horário e exclusão de dados o Ministério da Saúde divulgou, por volta das 21h50, o mais novo balanço de casos confirmados e mortes por Covid-19.  Os dados atualizados apontam hoje que o país alcançou a marca de 35.026 mortes em decorrência do coronavírus.

Acompanhe o detalhamento dos números:

Mortes – 35.026 (1.005 mortes em 24 horas)

Casos confirmados – 645.771 (Ontem eram 614.941)

Nas últimas 24h, 11.977 pacientes foram recuperados.

Bolsonaro antecipou mudança:

O Ministério da Saúde introduziu hoje nova mudança no método de divulgação do balanço da pandemia no país: não só eles são apresentados mais tarde, como deixaram de trazer a soma total de casos e mortes por estado e nacional.

O novo formato de divulgação dos dados parece atender a ordem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No início da noite, disse a jornalistas: “É para pegar o dado mais consolidado. E tem que divulgar os mortos no dia. Ontem, por exemplo, dois terços dos mortos eram de dias anteriores. Tem que divulgar o do dia.”

O presidente também defendeu que a pasta divulgue no final da noite os dados sobre a pandemia no país como forma de atacar a Rede Globo. “Acabou matéria no Jornal Nacional”, disse. Entretanto, mesmo depois do término do JN a emissora acionou o Plantão da Globo, com William Bonner, para anunciar o balanço divulgado. 

MEC diz que, por falta de dinheiro, Enem 2021 e concessão de bolsas podem ser suspensos

Segundo o texto assinado pelo ministro Abraham Weintraub, os limites disponibilizados para despesas discricionárias – que não são obrigatórias e incluem os custeios de políticas educacionais – foram estabelecidos na ordem de R$ 18.780,1 bilhões para o próximo ano. Já para este ano, foram programados R$ 22.967,8 bilhões.

 

No ofício, o MEC aponta que, caso os R$ 18 milhões sejam mantidos no Projeto de Lei Orçamentária de 2021, “deixarão sem cobertura orçamentária diversas demandas essenciais à área da educação, com repercussões negativas em toda a sociedade, além de comprometer o alcance de metas relevantes para as políticas educacionais do Governo”.

 

De acordo com o documento, entre essas demandas estão a execução do Enem 2021, além de um possível fechamento de cursos, campi e até instituições:

 

“Ressalta-se que, dentre os programas que correm risco de não serem continuados, encontra-se o consagrado Exame Nacional do Ensino Médio – Enem, e soma-se a esse prejuízo o fechamento de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional”.

 

Para tentar solucionar esse problema, o MEC pediu ao Ministério da Economia uma complementação de R$ 6,9 bilhões ao que está previsto na proposta de orçamento para 2021, que ainda está sendo elaborada.

 

Até o fechamento da matéria, os ministérios da Educação e Economia não responderam aos questionamentos da imprensa.

 

Afogados da Ingazeira chega a 15 casos da COVID-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira divulgou no início da noite desta sexta-feira (5), a nota diária com o balanço das últimas 24 horas no município. Confira na íntegra: 

“A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que temos hoje mais um caso confirmado de covid-19. Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 39 anos, autônomo, contato do empresário que testou positivo ontem. Ele apresentou sintomas sugestivos para covid-19 e ao realizar o teste na nossa Unidade de Campanha, após o tempo indicado pelo protocolo do MS, apresentou resultado positivo. Ele está bem, sem sintomas, e cumpre isolamento domiciliar com outros componentes da família. A atenção básica e a Vigilância estão realizando o acompanhamento. Por último, informamos que hoje foram realizados mais 14 testes rápidos, todos negativos para covid-19.” 

A segunda imagem mostra as informações atualizadas sobre a quarentena domiciliar monitorada na cidade. Segundo a nota divulgada, devido ao atraso do Ministério da Saúde, os números de ontem do Brasil foram repetidos.